Apontada como salvação para o desenvolvimento, Estrada do Pacífico está cheia de lama e buracos

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Texto e fotos: Jairo Barbosa[email protected]
De Assis Brasil

Estrada_2-202x300Os motoristas desavisados que trafegarem pela BR 317, saindo de Brasiléia para Assis Brasil (distante 310 km de Rio Branco) vão enfrentar um trecho que oferece riscos de acidentes.

Na altura do km 40, um percurso de aproximadamente três mil metros está esburacado, com muita lama e sem sinalização vertical. Ha cerca de três meses esse trecho da Rodovia do Pacífico apresenta condições críticas para o tráfego de veículos, o que faz aumentar o tempo de viagem entre as duas cidades da fronteira do Brasil com o Peru e a Bolívia. No local onde foi fincado o portal do Pacífico está um dos trechos mais castigados da rodovia. Por cerca de duzentos metros, o motorista é obrigado a trafegar em primeira marcha, com velocidade mínima devido à imensa quantidade de buracos.

“Ha uns três meses retiraram o asfalto e não taparam os buracos. Com as chuvas, o trecho ficou pior. Quando a gente pega a estrada em dia de chuva, enfrentamos lama na viagem”, conta o taxista Lucival Medina, que trabalha entre as duas cidades.

No mesmo trecho, na lateral da rodovia, a sinalização não existe. As placas verticais estão quebradas e não podem ser visualizadas pelos motoristas que ficam exposto aos perigos que a rodovia oferecer por ter muitas curvas.

Desde maio deste ano a responsabilidade pela manutenção e conservação da BR 317 dentro do estado do Acre, é do Departamento Nacional de Infra Estrutura e Transporte – DNIT, que abriu licitação para repassar os serviços a empresas especializadas.

No escritório  de Rio Branco, a reportagem tentou mas não conseguiu falar com nenhum responsável pelas Br’s.

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