Arte Chinesa: Dança do Leão em Epitaciolândia e Brasiléia

“A dança traz sorte, felicidade e prosperidade, além de espantar espíritos maléficos na cultura chinesa. ”

Rose Farias

O ritual é realizado por dois participantes representando o leão
O ritual é realizado por dois participantes representando o leão

Crianças e jovens de Brasileia e Epitaciolândia pela primeira vez vivenciaram o contato com a Dança do Leão, arte marcial da cultura chinesa. O curso sobre a  lendária dança foi ministrado pelo professor Glenilson Figueiredo, o Nil, e faz parte das atividades do Ponto Cultura na Fronteira, coordenado pela  Associação Cultural e de Artes Marciais da Regional do Alto Acre (ACAMAA).

A ideia é criar  um calendário para desenvolver atividades com a comunidade em várias linguagens artístico-culturais. Já foram realizados os cursos de dança de salão para a terceira idade, hip hop e capoeira.
Os alunos tiveram conhecimentos sobre os instrumentos musicais, o figurino tradicional chinês e o leão. A teoria foi feita com a exibição de vídeos sobre a arte milenar. Na prática, os alunos puderam demonstrar todo o conhecimento adquirido.
“O professsor Nil pretende organizar uma apresentação das equipes na Gameleira em Rio Branco. Para nós será o teste de fogo, para que os alunos possam demonstrar tudo aquilo que aprenderam durante o curso. E o bom também é o intercâmbio cultural entre os alunos”, disse Carlos Carvalho,  presidente da ACAMAA.
Os alunos tiveram conhecimentos sobre os instrumentos musicais, o figurino tradicional chinês e o leão/Fotos: Assessoria FEM
Os alunos tiveram conhecimentos sobre os instrumentos musicais, o figurino tradicional chinês e o leão/Fotos: Assessoria FEM

Danção do Leão

É uma apresentação interativa. O ritual é realizado por dois participantes representando o leão – um na cabeça e outro na cauda – e mais três membros nos instrumentos musicais como tambor, pratos e gongo, além de outro participante representando o monge. “A dança traz sorte, felicidade e prosperidade, além de espantar espíritos maléficos na cultura chinesa. A realização desse curso é um marco na história do Kung Fu acreano, que sempre preza pelos princípios dessa arte milenar”, disse o professor Glenilson.
O Ponto Cultura na Fronteira é financiado pelo Programa de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e pelo governo do Estado, através da Fundação de Cultura Elias Mansour.
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