Asmac empossa novo presidente

A Associação dos Magistrados do Acre (Asmac) empossou, na manhã de ontem, a nova diretoria para o Biênio 2013/2015. Marcelo Carvalho, que estava à frente da associação, passou a presidência ao juiz Raimundo Nonato da Costa Maia.

Posse AsmacO processo eleitoral foi realizado no dia 14 de dezembro. Embora a eleição tenha sido realizada em chapa única, os associados fizeram questão de exercer o seu direito de voto. O presidente eleito recebeu 60% dos votos.

Durante o período que esteve a frente da associação, a maior bandeira levantada foi a defesa das prerrogaticas dos magistrados, destacou Marcelo. “Trabalhamos incessantemente defendendo os magistrados, de forma republicana e leal, colocando e repondo a verdade onde ela não existia, além de esclarecê-la. Sempre defendemos os direitos dos magistrados e da magistratura”.

Hoje é possível observar que os magistrados estão mais próximos da população, refletindo na confiança que a sociedade tem ao poder judiciário. “Isso sempre foi uma preocupação nossa, de muito tempo e hoje ela é institucionalizada pelo CNJ. O Tribunal de Justiça do Acre tem essa preocupação, tem vários projetos sociais e várias situações em que o juiz está perto da comunidade”, ressaltou o ex-presidente.

O juiz deixa a presidência com a sensação de dever cumprido. “Temos a sensação de que nós demos o melhor. Nos esforçamos, abraçamos essa causa e hoje estamos entregando a associação esperando que a cada dia melhore e preste um melhor serviço à população e aos magistrados, engradecendo cada vez mais o poder judiciário”, enfatizou Marcelo.

Raimundo Maia, novo presidente da associação, afirmou que o trabalho desenvolvido na Asmac terá continuidade. “Um dos grandes objetivos da Asmac, como representante da magistratura é de aproximar-se da sociedade. Hoje sem o projeto social e sem a aproximação não há como ter futuro, então esperamos dar continuidade a esse trabalho, fazendo essa aproximação tanto das pessoas quanto do tribunal. Iremos fazer da associação cada vez mais respeitada, contribuindo para o progresso do Estado”.

Grandes objetivos estão traçados para os próximos dois anos. “A magistratura do Acre é uma referência no Brasil, os últimos números do CNJ apontam o Estado como uma das melhores magistraturas do país, apesar de ser um Estado pequeno e às vezes com menos recursos e estrutura de outros tribunais. Temos várias frentes que pretendemos desenvolver nesses dois anos, com grandes desafios”, concluiu Raimundo.

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