Centros e Unidades de Saúde de Brasiléia estão abastecidos de medicamentos

 

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WILIANDRO DERZE, assessoria PMB

Os medicamentos esperado pela população chegou aos Centros e Unidades de Saúde de Brasiléia na semana passada. Depois de alguns transtornos por falta de informações não encontrada na Comissão Permanente de Licitação – CPL, no início da atual gestão. O processo de licitação foi realizado e os medicamentos já se encontram a disposição da população.

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O prefeito Everaldo Gomes esclareceu que por falta de informações na CPL, este processo de licitação para aquisição dos remédios foi demorado, mas as próximas compras serão realizadas a tempo de não haver falta de medicamentos nos Centros e Unidades de saúde. “Recebemos nossa CPL sem qualquer tipo de informações e não sabíamos se outro processo estava em andamento para aquisição dos remédios. Constatando que não havia outros processos de licitação, cuidamos de realizar os procedimentos legais e adquirimos os medicamentos que já se encontram nas farmácias dos postos de saúde de nosso município”, explica Everaldo.

A Secretária Municipal de Saúde, Aldenice Ferreira alertou que os Centros de Saúde estarão abertos nos dois períodos do dia e que os médicos sempre estarão a disposição da população. “Vamos garantir as condições de trabalhos para os profissionais de saúde. Queremos respeito e um atendimento digno a nossa população. Isso, nos vamos cobrar dos médicos, enfermeiros e de todos demais profissionais”, destacou Aldenice.

Quando recebeu a Secretaria de Saúde do município, Aldenice disse que nenhum tipo de informações foi encontrada. E lembrou que carros e motos da secretaria estavam sucateados e de forma gradativa vem arrumando os equipamentos e veículos de apoio aos serviços de saúde.

De acordo com a Secretária os planejamentos de atendimento itinerante estão sendo realizados, e em breve a população será contemplada. “Vamos levar os atendimentos com mais constância e reafirmar nosso compromisso de garantimos uma saúde digna a nossa população, principalmente a da zona rural que em muitas vezes é a que mais precisa dos atendimentos de saúde”, frisou Aldenice.

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