Deputado Major Rocha vota pela admissibilidade da denúncia contra Michel Temer na CCJ

Assessoria

O deputado federal Major Rocha (PSDB) reafirmou na manhã desta quinta-feira, 13, seu posicionamento em relação ao pedido de abertura de investigação contra o presidente da República, Michel Temer, e reiterou seus posicionamentos anteriores favoráveis ao esclarecimento das denúncias.

O parlamentar ressaltou serem substanciosas as denúncias ofertadas pelo Ministério Público Federal (MPF) e disse ser o momento de tirar a política das páginas policiais. O deputado destacou que por conta dos seus princípios morais não poderia ter outra posição senão votar pela admissibilidade do procedimento contra o presidente Temer.

“Respeito os colegas, mas a população já cansou de tanta patifaria. Não há mais espaço para velha política e essa forma decadente de política foi vista aqui com a cooptação e afastamentos de deputados da Comissão de Constituição e Justiça”.

Para o parlamentar, se não fossem estes mecanismos espúrios, provavelmente o resultado seria um claro acolhimento da abertura do processo. Ele destacou ainda que nos últimos 14 anos o pais viu uma degradação moral generalizada, comprovada com as condenações da operação lava-Jato.

Fim de uma era na política

O deputado Major Rocha destacou estar a velha política com os dias contados e uma nova era se avizinha.

“Conversando com a população do Acre, vimos que o povo quer uma mudança nesta política suja. E, sobre isso, a Laja-Jato foi o princípio desta mudança”, comentou.

Rocha destacou ter esperança que a mudança se complete nas próximas eleições, com o povo escolhendo aqueles sem envolvimento com a corrupção.

Para o deputado, esta deverá ser a grande mudança, pois o cidadão vai

entender que o voto dele vale muito mais que qualquer agrado.

“Voto pela admissibilidade da denúncia, pois este é o momento de passar o país a limpo, Ontem tivemos a condenação de um ex-presidente, que começaram com uma investigação. Reitero a minha esperança em uma faxina geral nas próximas eleições para tirar a política nacional das páginas policiais”, finalizou.

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