Em Epitaciolândia, Feira dos Colonos aquece economia na fronteira

A Prefeitura de Epitaciolândia vem investindo em melhorias e ampliação, já que o mercado se tornou um ponto de referencia para a cidade.

O Mercado Municipal Walter Fernandes, conhecido com a Feira dos Colonos,situado no km 1 na entrada de Epitaciolândia, hoje é uma potência no que diz respeito à feira livre.

No local, se encontra de tudo o que uma feira que se preze deve ter, do cheiro verde ao pescado, sendo grandes as opções, o que promove um movimento intenso de brasileiros e bolivianos.

A Prefeitura de Epitaciolândia vem investindo em melhorias e ampliação, já que o mercado se tornou um ponto de referencia para a cidade/Foto: Assessoria
A Prefeitura de Epitaciolândia vem investindo em melhorias e ampliação, já que o mercado se tornou um ponto de referencia para a cidade/Foto: Assessoria

A presença de bolivianos garante boas vendas e quem sai ganhando comisso são os pequenos produtores, que não encontram muitas dificuldades para vender sua produção.

Com a alta do dólar, o poder de compra dos bolivianos ficou ainda mais forte, já que o país vizinho é dolarizado; além disso, pouco se produz naquele país.

A Prefeitura de Epitaciolândia vem investindo em melhorias e ampliação, já que o mercado se tornou um ponto de referencia para a cidade.

Hoje, além da logística, foi colocado à disposição dos colonos, transportes e infraestrutura.

Recentemente, foi inaugurado um entreposto para que as pessoas possam selecionar e empacotar grãos, farinha e outras produções, a fim de agregar valor aos produtos e garantir qualidade para as vendas em media e grande escala.

Além desses serviços, a prefeitura está investindo na mecanização de terras através de técnicas agrícolas para aumentar a produção e, com isso, ter maiores ofertas para a população

i060143_272A melhoria de ramais também é fundamental para o escoamento da produção, bem como o transporte escolar.

Neste sentido, a Secretaria de Produção e Abastecimento, sobre o comando do secretário Miguel do Prata, juntamente com a diretora do mercado, Ana Silva, e o diretor de campo, Tim do Guajará, disponibilizam caminhões para as comunidades dos ramais do Prata, da Torre, Mato Grosso, Alemanha, Laranjeiras, Guajará, Filipinas, Chora Menino, São Miguel, Pólo, Estrada Velha e Tucunduba.

Aproximadamente 500 famílias utilizam o mercado para vender sua produção todas as quintas e sextas-feiras. Diariamente, se registra a afluência de cerca de 1.500 pessoas ao local.

 

Fonte:

 

Comentários