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Acre

Everaldo Gomes recebeu Flaviano Melo e representante do DNIT para solucionar problemas de Avenidas

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Os trabalhos de tapa buracos na Av. Rui Lino vai começar daqui alguns dias e Av. Manoel Marinho será analisada pessoalmente pelo superintendente do DNIT

WILIANDRO DERZE, assessoria PMB

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O prefeito de Brasiléia Everaldo Gomes recebeu em seu gabinete no início da noite dessa sexta-feira, 22, o deputado federal Flaviano Melo (PMDB) e o representante do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte – DNIT, João Bosco, para resolver os problemas de recapeamento das Av. Rui Lino e Manoel Marinho Monte que liga a BR 317.

Alguns secretários municipais e vereadores da base de apoio do prefeito estiveram presentes na reunião e fizeram perguntas importantes sobre as Avenidas que vem preocupando a população e principalmente os comerciantes.

O deputado Flaviano Melo pediu para o representante do DNIT explicar qual a situação que se encontra hoje os trabalhos que vem sendo realizados na BR 317 e se as Avenidas seriam contempladas.

O representante do DNIT no Acre, João Bosco esclareceu que a empresa vem realizando os serviços de recuperação da BR e que dentro de alguns dias estará chegando a Avenida Rui Lino com o serviço de tapa buraco.

“Os serviços estão sendo realizados e como é feito por etapa os trabalhos de tapa buraco chegarão ao município dentro de poucos dias. Afinal, estamos no inverno e queremos garantir um serviço de qualidade. A empresa garantiu que vai fazer os serviços de tapa buracos como os que estão sendo feito na BR, até a chegada da equipe para fazer os trabalhos de recuperação total da Av. Rui Lino”, disse Bosco.

O prefeito Everaldo Gomes perguntou ao representante do DNIT o que poderia ser feito pelo órgão na Av. Manoel Marinho Monte.

Bosco explicou que somente poderia fazer o mesmo serviço na Avenida caso não houvesse o projeto de duplicação, tendo em vista que os trabalhos não foram feitos por conta do DNIT encontrar duplicidade de convênio.

“A situação é complicada, tendo em vista que uma etapa da Avenida vem sendo trabalhada por meio de convênio com o Ministério da Defesa e de acordo com as informações a segunda etapa deve ser liberada nos próximos dias. Se fizermos algum tipo de serviço podemos ser penalizados, assim como o município, mas vendo a situação da Avenida, vou externar os fatos ao superintendente do DNIT e pedir sua vinda a Brasiléia para conferir de perto a situação e encontrar uma forma de realizar um serviço que melhore as condições vivenciadas hoje pela

população e para quem transita pela Estrada do Pacífico passando por Brasiléia”, argumento João Bosco.

Para o prefeito é preciso encontrar uma forma de melhorar a situação da Avenida tendo em vista que os principais prejudicados são os comerciantes e a população da região, além do tráfego de veículos.

“Esperamos que o João Bosco consiga nos trazer o superintendente do DNIT para ver de perto a situação do município e a precariedade das Avenidas que ligam a BR 317. Temos que encontrar uma forma de contemplar a população com os serviços de tapa buracos pelo menos, até que as obras de duplicação sejam realizadas”, disse o Prefeito.

Flaviano Melo disse que vem intermediando as conversas com o DNIT tendo em vista a situação que se encontra as Avenidas de Brasiléia.

“Esperamos que o DNIT veja com atenção essa questão das duas Avenidas de Brasiléia, afinal são ligações da BR 317. A duplicação que locamos emendas parlamentares está sendo viabilizada, mas que ainda leva um tempo, e enquanto isso estamos procurando um serviço do órgão que melhore esse trecho da Manoel Marinho Monte”, destacou Flaviano.

O projeto da Avenida Manoel Marinho Monte e seus problemas deixados por antigas gestões.

Entenda:

A população ainda não sabe, mas o projeto de duplicação da Avenida Manoel Marinho Monte foi realizado pela antiga gestão da Prefeitura de Brasiléia com o apoio dos parlamentares, Gladson Cameli, Flaviano Melo e Márcio Bittar que locaram emendas.

A grande problemática é que o projeto elaborado pela antiga gestão visou somente duplicar a Avenida, e esqueceu-se das demolições de residências, comércios e igrejas que vem causandoum grande transtorno e questionamentos.

“Temos imóveis que devem ser retirados alguns metros da área que contempla a duplicação e o projeto feito pela antiga gestão não incluiu as indenizações e soluções para esse tipo de problema que acaba surgindo. Por isso, estamos encontrando dificuldades até mesmo de licitar as próximas etapas, tendo em vista que não se duplica a Avenida sem haver uma negociação com os proprietários de imóveis que estão dentro do perímetro de construção.

Uma situação complicada e que o município não tem condições de arcar com esse problema sozinho”, informou Everaldo Gomes.

O representante do DNIT se colocou a disposição do município de Brasiléia e informou que na próxima semana apresentará notícias que esclarecerá realmente quais os procedimentos a serem tomados pelos órgãos e o município.

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TJAC realiza atividade em alusão ao Dia Nacional dos Povos Indígenas

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Ação teve a finalidade de  reconhecer e valorizar a importância das culturas indígenas na sociedade

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População cobra mais investimentos na segurança, durante audiência pública realizada pela ALEAC no Juruá

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A audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa do Acre, nesta sexta feira,19, em Cruzeiro do Sul, para debater a segurança nas cinco cidades da regional do Juruá, Mâncio Lima , Rodrigues Alves, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo, teve grande participação de autoridades e representantes da sociedade civil organizada.
O evento aconteceu na Associação Comercial e foi presidido pelo deputado Pedro Longo (PDT), vice-presidente da ALEAC e proponente do encontro.
O presidente da ALEAC, Luiz Gonzaga e o primeiro secretário Nicolau Júnior, informaram na abertura dos debates, que a audiência foi transferida de Rio Branco para Cruzeiro do Sul, para oportunizar um amplo debate sobre um dos temas que mais afeta quem mora na regional.

Antes do início dos trabalhos, o governo do estado, por meio da Secretaria de Segurança Pública, assinou com a prefeitura, um termo de cooperação técnico-financeira, para a realização de um curso profissionalizante de atendente de serviços emergenciais para a formação de 110 jovens que irão atuar no atendimento telefônico de ocorrências policiais.
Depois das falas das autoridades, a palavra foi aberta aos convidados. Um dos discursos mais contundentes foi do comerciante Jesus da Rocha. Ele denunciou a falta de policiamento ostensivo nos comércios e narrou um fato que lhe casou um grande prejuízo financeiro.

“Meses atrás, arrombaram meu depósito e levaram R$ 50 mil de mercadorias. Meu comércio fica na frente do Quartel da Polícia Militar, na frente mesmo. Apenas uma rua separa os dois prédios. Até hoje estou esperando a visita de um policial militar ou civil para darem uma resposta. Até 10 anos atrás, se um ladrão roubasse uma galinha, era logo preso e todo mundo sabia quem foi. Hoje roubam nosso patrimônio e ninguém faz nada”, desabafou.

Na mesma linha de raciocínio o delegado da Polícia Federal, Edmilson Cavalcante, pontuou outro grave problema: a cobrança de taxas imposta aos comerciantes por organizações criminosas. O policial disse que no Juruá as pessoas sabem o nome, conhecem quem vai receber a taxa, e o poder público não faz nada para combater.

Em resposta ao problema pontuado pelo delgado da PF, o diretor geral de Polícia Civil, Henrique Maciel, sugeriu a criação de um serviço de denúncia anônima para esses casos e falou que a problemática não é exclusivo do Juruá, acontece no Acre e em todos os estados brasileiros, asseverou.
Estiveram na audiência a governadora em exercício, Mailza Assis, os deputados Clodoaldo Rodrigues, Maria Antônia e Edvaldo Magalhães, a defensora pública geral Simone Santiago, o comandante geral da PLAC, coronel Luciano Dias, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, o delegado da Polícia Federal Edmilson Cavalcante, o juiz de direito Marcos Rafael, o presidente em exercício da Associação Comercial do Juruá, Assen Cameli, vereadores, presidentes de sindicatos, associações e outros convidados.

SEJUSP anuncia retorno do 190 e aeronave fixa no Juruá

O secretário de Segurança Pública, José Américo Gaya, anunciou, para Cruzeiro do Sul, o retorno do serviço de atendimento de ocorrências da Policia Militar, o 190, que hoje funciona em Rio Branco. Todas as ocorrências geradas na região, são direcionadas para a capital. Segundo Gaya, no prazo máximo de 30 dias, o serviço já estará funcionando na cidade. Cruzeiro do Sul também vai receber uma base aérea do CIOPAER, que vai fixar uma aeronave para atender ocorrências emergenciais.

Deputado Clodoaldo cobra instalação de câmeras na zona rural

Policial civil de carreira e morador da zona rural de Cruzeiro do Sul, o deputado estadual Clodoaldo Rodrigues (Republicanos) cobrou a instalação de câmeras de monitoramento nas comunidades rurais do entorno de Cruzeiro do Sul. O parlamentar disse que o ideal seria a presença constante do policiamento ostensivo, mas disse entender a dificuldade da Polícia Militar em disponibilizar o patrulhamento por conta do reduzido efetivo.
“Eu sou morador da zona rural, as câmeras são importantes para inibir a ação dos criminosos. Nós precisamos da presença das Forças de Segurança nessas comunidades. A população é importante para ajudar a polícia denunciando os delitos. Mas enquanto essas câmeras não chegam, a presença da polícia vai ajudar muito. Precisamos resgatar a credibilidade da polícia junto a população. Parabéns a ALEAC pela iniciativa e vamos juntos combater a criminalidade”, disse.

O QUE ELES DISSERAM

Maria Antônia – deputada estadual

“Realmente é um prazer participar de uma audiência pública dessas. É lamentável viver na situação que vivemos. Quem está aqui nessa plateia eu creio que já passou por motivos de violência, ou alguém da família. Eu nasci em Brasíleia, mas, aos 22 anos vim para essa terra que me acolheu. Tempos atrás minha vizinha foi amarrada por bandidos dentro de casa e levaram a caminhonete dela para Cobija. Levaram junto com eles minha sobrinha. Hoje agradeço a Deus porque nada aconteceu com ela. Isso foi muito traumático para nossa família, isso nunca sai da cabeça da gente. Então como eu falei é lamentável a situação em que está a criminalidade em nosso estado”.

Luiz Gonzaga – presidente da ALEAC

“É um momento que a gente busca soluções para o setor aqui em Cruzeiro do Sul. É uma alegria porque já estamos vendo algumas demandas sendo atendidas. Eu vejo as Forças de Segurança aqui presentes, isso é sinal do compromisso do governo para solucionar os problemas da segurança pública aqui e nos demais municípios. O governo cumpre sua parte e a ALEAC cumpre abrir o canal de voz da sociedade por meio dessa audiência. O que queremos é o melhor para nossa sociedade”

Nicolau Júnior – primeiro secretário da ALEAC

“Queremos trazer resultados aqui pro Juruá. Essa notícia da volta do 190 é muito importante. Temos que estar unidos para enfrentar o problema. A Aleac é um braço da população e tudo que estiver ao nosso alcance, vamos realizar. O governo chamou mais de oitocentos agentes de segurança o que fortaleceu as forças. O que a população quer ver é a polícia nas ruas. Vamos continuar com muita responsabilidade fazendo nosso trabalho, de ouvidos bem abertos para os clamores da população”.

Marcos Rafael- Juíz títular da 1ª Vara Criminal de CZS

“É importante que o Poder Judiciário esteja aqui para ouvir a população, porque não existe judiciário separado da sociedade. Fico feliz em ver que está sendo feito um trabalho com as pessoas em situação de rua. Agradeço o convite e me coloco à disposição. E dizer que estamos de portas abertas para aquilo que o judiciário puder colaborar”.

Mailza Assis – governadora em exercício

“Não será numa audiência pública que vamos resolver tudo. Mas todos estamos trabalhando, e trabalhando muito. Não vamos nos calar, deixar passar um momento de cobrar. A população pode colaborar de forma anônima. Cabe ao governo do estado garantir a estrutura do que foi cobrada aqui. Conseguimos equipar as Forças de Segurança e isso precisa ser devolvido à população”.

Edvaldo Magalhães – deputado estadual

“Eu sou defensor do fortalecimento da Segurança Pública. Hoje assinaram um convênio para treinar pessoas para o 190. Quanto tempo faz que esse serviço saiu daqui? A pessoa quando liga pra lá e diz onde mora, ela quer ouvir uma pessoa que conheça a realidade daqui. O estado precisa avançar para vencer essa guerra contra o crime organizado”.

Texto: Jairo Barbosa

Fotos: Ismael Medeiros

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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MPAC participa de reunião da Rede de Ouvidorias do Ministério Público

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O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Danilo Lovisaro do Nascimento, participou nesta quinta-feira, 18, da primeira reunião ordinária de 2024 da Rede de Ouvidorias do Ministério Público.

A reunião, realizada no plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), foi o primeiro encontro da rede na gestão da atual ouvidora nacional, conselheira Ivana Cei, e contou com a participação presencial e remota dos ouvidores-gerais dos MPs, dos procuradores-gerais de Justiça e dos conselheiros do CNMP. Representando a Ouvidoria-Geral do MPAC, esteve presente o ouvidor-geral substituto, promotor de Justiça Romeu Cordeiro.

Na ocasião, foram tratados assuntos estratégicos para a atuação da Rede de Ouvidorias neste ano, entre os quais a apresentação e discussão do Plano de Gestão para 2024; da estratégia de atuação das Ouvidorias nas Eleições de 2024, a partir da experiência das Eleições de 2022; e das proposições do Conselho Nacional dos Ouvidores do Ministério Público (CNOMP).

A ouvidora nacional e conselheira do CNMP apresentou a proposta de atuação da Ouvidoria Nacional, correspondente ao período de março de 2024 a abril de 2025, com o objetivo de debater as ações apresentadas e ouvir contribuições dos participantes, respeitando suas experiências e o diálogo com o sistema de ouvidorias do MP.

Ivana Cei também anunciou, na reunião, a apresentação do plano de trabalho do Sebrae relativo ao protocolo de intenções que foi assinado no ano passado com o CNMP, para promover ações de prevenção e combate à violência contra a mulher. O plano foi apresentado pela diretora nacional de Finanças do Sebrae, Margarete de Castro Coelho.

Além do procurador-geral de Justiça e do ouvidor-geral substituto, pelo MPAC também esteve presente o procurador-geral adjunto para Assuntos Jurídicos, Celso Jerônimo de Souza.

Com informações do CNMP
Fotos: Sergio Almeida (Secom/CNMP)

Fonte: Ministério Publico – AC

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