Exonerações de Wolvenar Camargo e Gildo Cesar são publicadas no Diário Oficial

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Wolvernar Camargo (e) e Gildo Cesar (d)

Não deu para aguentar a pressão. O governo do Acre disponibilizou na edição desta quarta-feira, 26, do Diário Oficial do Estado as exonerações do secretário de Obras, Wolvenar Camargo e do diretor do Departamento Estadual de Água e Saneamento (Depasa), Gildo César, acusados pela Polícia Federal, na Operação G-7, por crimes de formação de cartel, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, fraude em licitação e desvio de verbas públicas .

Exonerações

De acordo com a estatal Agência de Notícias do Acre, o pedido de demissão foi apresentado ao governador em exercício, César Messias (PSB). Segundo informações de pessoas ligadas aos indiciados na Operação G-7 – a justificativa do pedido de exoneração dos gestores que gerenciavam as obras mais importante da administração estadual seria para se defender das acusações do inquérito da PF que indiciou 29. Os acusados são servidores públicos, gestores do Estado e empreiteiros. O processo será julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante a sua detenção, Wolvenar Camargo passou mais de 40 dias internado no Pronto Socorro de Rio Branco alegando problemas de saúde. Já  Gildo Cesar ficou com os demais presos da Operação na Papudinha. Ele chegou a ir para o Hospital, mas logo depois retornou a prisão.

Nos bastidores, a exoneração dos dois homens de confiança do governador Sebastião é vista como uma batalha perdida e um desgaste desnecessário a sua administração.  O chefe do Palácio do Rio Branco sempre se mostrou confiante na inocência de seus secretários.

O governador chegou a acionar o jurídico do Estado para encontrar uma maneira de reintegrar o secretário de Obras, Wolvenar Camargo e o diretor do Depasa, Gildo César a sua equipe, antes do julgamento do processo da Operação G7 – no Supremo Tribunal Federal (STF).

Da redação, com ac24horas

 

 

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