Nova frente fria deve chegar ao Acre neste domingo, 1º

Sex, 30 de Julho de 2010 16:55 Tiago Martinello, A Gazeta
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A friagem deve ter intensidade tão forte quanto a da semana retrasada, e ser ainda mais duradoura, com temperaturas de 8ºC

 

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População teve que usar agasalhos mais "pesados" na última friagem; expectativa é de baixa temperatura novamente para domingo (Foto: Gleyciano Rodrigues/Agazeta.net)
 De acordo com o pesquisador David Friale, mais uma frente fria deve chegar a todo o Estado entre a madrugada deste domingo, 1º e a manhã de segunda, 2, o que deve tornar o encerramento da feira (show Maria Cecília e Rodolfo) bem frio.

A friagem deve ter intensidade tão forte quanto a da semana retrasada, e ser ainda mais duradoura. As duas cidades mais afetadas serão Rio Branco e Brasiléia. Até o domingo, 1º, o dia deve amanhecer com muito sol e calor. À tarde, haverá riscos de chuvas com baixo volume (e esparsas). A partir da noite, a temperatura deve começar a despencar.

Conforme David Friale, a frente deve durar em torno de 7 dias, fazendo com que a temperatura na Capital caía para uma média entre 12ºC a 8ºC à noite e de 22ºC a 18ºC durante o dia. Como o fenômeno deve vir acompanhado de rajadas de vento de 40 Km/h, a sensação térmica (real temperatura sentida) deve variar entre 15 até 12ºC nas manhãs e entre as surpreendentes marcas de 4 até 1ºC durante as noites.

Aumentam ocorrências de queimadas - Com o indício de mais uma friagem rigorosa chegando à cidade, o risco das queimadas volta a crescer ainda mais nas zonas rurais e urbanas. Por isso, os órgãos de defesa ambiental estão enrijecendo a fiscalização contra a prática (ilegal). Contudo, nem isso tem inibido os incendiários da cidade.

No começo do mês, eram registradas entre 20 a 30 ocorrências de queimadas por dia no Ciosp. Nesta última semana, tal valor subiu à faixa de 40 a 50 notificações/dia (sendo que os bombeiros só conseguem atender cerca de metade destes chamados).

Conforme o secretário executivo da Coordenação Estadual de Defesa Civil (Cedec/AC), cel. José Ivo, o clima propício da estiagem (frio e seco) faz com que a incidência de queimadas se torne cada vez maior. Atualmente, incêndios em terrenos e quintais da área urbana têm sido mais freqüentes (quantitativos), porém, a intensidade e distância dos ocorridos na zona rural é que têm dado mais trabalho de apagar (qualitativos).

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