Instituto Dom Moacyr firma parcerias para oferta de novos cursos no interior do Estado

Tamara Smoly (Assessoria IDM)

Pactuação para oferta de novos cursos com agentes políticos em Acrelândia (Foto: Tamara Smoly)
Pactuação para oferta de novos cursos com agentes políticos em Acrelândia (Foto: Tamara Smoly)

Nesta semana o diretor-presidente do Instituto Dom Moacyr (IDM), Marco Brandão realizou um encontro com os prefeitos, vereadores, assessores e secretários municipais de educação de Plácido de Castro, Acrelândia e Porto Acre para firmar parcerias para a oferta de novos cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

Desde julho de 2012 o governo do Acre já ofertou 7.287 vagas em todo o estado, para 2013 estão previstas cerca de 20 mil novas vagas.

As políticas públicas do governo federal e do Acre, de combate à miséria e a fome, possuem como meta a profissionalização das famílias para o seu ingresso no mercado de trabalho já que, além da formação, dos cursos que ensejam insumos, será entregue aos todo o material para efetivação de seu trabalho, como roçadeiras, material de informática, Kit básico para manicure e salão de beleza, dentre outros, que servirão de incentivo à inicialização de pequenos negócios.

Marco Brandão, em conversa com o prefeito e vereador de Porto Acre (Foto: Tamara Smoly)
Marco Brandão, em conversa com o prefeito e vereador de Porto Acre (Foto: Tamara Smoly)

O governo do Acre aderiu ao Pronatec para ofertar cursos de formação profissional e técnica de nível médio destinado aos estudantes do ensino público e a Bolsa Formação Trabalhador para aos beneficiários dos programas federais de transferência de renda.

A parceria com Secretaria de Pequenos Negócios (SEPN), Secretaria de Educação e Esportes (SEE), Secretaria de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis (Sedens), os Centros de Referência e Assistência Social (CRAS) e as prefeituras é de extrema relevância para efetivação da formação profissional e acompanhamento dos empreendimentos até que se desenvolva plenamente.

“Hoje só não trabalha quem não quer, pois o governo dá a formação e os equipamentos, realmente, não podemos reclamar, temos que pôr a mão na massa, aproveitar para dar condições melhores de vida à nossa família, e não desperdiçar a oportunidade”, disse Maria José, moradora de Plácido de Castro.

“O objetivo dessa ação é sensibilizar os agentes públicos para beneficiar quem precisa sair da dependência dos programas de transferência de renda, onde vislumbramos a formação profissional como um caminho para inserir os cidadãos no meio socioprodutivo, e isso se deve também a boa aceitação da comunidade, que já tem solicitado novos cursos”, destaca Marco Brandão.

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