Projeto Trabalhando em Redes Contra a Violência nas Escolas

Reunião na Escola KJK com os parceiros do Projeto Trabalhando em Redes

Por Fernando Oliveira

DSC07333-1024x768Buscando melhorar a qualidade no Ensino-Aprendizagem, e garantir mais segurança no âmbito educacional, Escola Kairala José Kairala (KJK), em parceria com o Ministério Público Estadual, Policia Militar e comunidade, está desenvolvendo o projeto Trabalhando em Redes no Combate a Violência nas escolas.

Para a Educadora Rosária Solon, representante do Secretário Estadual de educação, a Escola KJK é uma das escolas polos, pois a direção se mostrou interessada em trabalhar com parcerias.” No que diz respeito a parcerias, vamos trabalhar com a promotoria, e corpo docentes e discente da escola, trabalhando dinâmicas de combate a violência, trabalhando a alto estima dos funcionários e oferecer todo suporte necessário para o andamento do Projeto”, comentou.

Pelo Projeto Trabalhando em Rede, uma serie de voltadas a questão da segurança, é trabalhada de forma participativa entre os órgãos governamentais e sociedade civil, no sentido de aproximar o aluno da vida escolar.

a Gestora da Escola KJK, professora Vilma Galli, lembra que  os frutos desse projeto já começam a ser colhidos.” Os resultados bons já começam a aparecer com o inicio dessa atividade entre policia militar, Ministério Publico e Secretaria de Educação. A Promotora não tem medido esforço, inclusive já esteve aqui por quatro vezes fazendo palestras, só temos a agradecer os parceiros,tenho certeza que essa parceria vai dar certo, a parceria em rede é isso!”, disse a gestora.

A Escola KJK, tem sido palco de constantes denuncias de violência por parte de alunos, e a ausência de parcerias tem acarretado a ampliação dos problemas internos e externos da escola.

Segundo a Promotora de Justiça Diana Soraia, a Rede de Proteção Criança e o Adolescente, é um chamamento de todos, autoridades e pais de alunos, para que se ajudem a partir da escola também. “Nós já tivemos algumas reuniões com participação dos pais e tivemos boa vontade para que a escola seja uma escola de qualidade e para que na nossa escola não haja violência. Nós precisamos unidos, ajudar esses adolescentes a se desenvolverem de forma correta e brilhante por que é isso que eles merecem”, disse a Promotora.

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