{123767F8-F336-4975-B575-9A2BFF0161EC}_Placa na fronteira[1]Uma nova saída para não deixar os acreanos a mercê da própria sorte foi exposta nesta quarta-feira, 26, no senado. Para evitar o risco de desabastecimento, a presidenta Dilma Rousseff e o governador Sebastião Viana estudam, por exemplo, levar produtos de subsistência pelo Peru.

O senador Jorge Viana (PT-AC) discutiu a possibilidade em Brasília. “A presidenta Dilma ligou varias vezes para o governador Tião Viana e está se pensando todas as alternativas, inclusive de se fazer o abastecimento do Acre pelo Peru. Porque nós tínhamos construído a estrada do pacifico e agora ela pode ser útil para isso”, afirmou Viana no programa “Conexão Senado”, da Rádio Senado.

O risco de isolamento existe porque as águas estão invadindo a BR-364, única ligação terrestre do Acre com o restante do País. Em alguns pontos da estrada há uma lâmina d’água 80 centímetro, por essa razão a Polícia Rodoviária Federal proibiu, por segurança, o tráfego de veículos à noite; e durante o dia apenas alguns caminhões (exceto os do tipo cegonha) estão liberados. “Só está passando caminhões com produtos perecíveis. E são 20 caminhões no máximo a cada hora em determinados horários do dia”, informou o senador petista.

O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) está monitorando a cada 15 minutos o nível de água do Rio Madeira, que está mais de 18 metros acima do leito normal. Segundo o Sipam, que acompanha o rio desde 1967, está já é a maior cheia da história, embora a previsão seja de que as águas do rio Madeira continuarão a subir até o fim da primeira quinzena de março. Apenas ontem, destacou Jorge Viana, houve uma elevação de 5 centímetros do nível de água na região dos municípios de Guajará-Mirim e Nova Mamoré, em Rondônia.

Fonte: ac24horas

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