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Acre assina Carta do Turismo da Amazônia para integrar rotas turísticas

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O Estado do Acre assinou, remotamente, a Carta do Turismo da Amazônia que visa integrar as rotas da região. A assinatura ocorreu no 1° Simpósio de Pesca Esportiva de Roraima, no dia 21 de maio.

O Estado do Acre assinou, remotamente, a Carta do Turismo da Amazônia que visa integrar as rotas da região. A assinatura ocorreu no 1° Simpósio de Pesca Esportiva de Roraima, no dia 21 de maio.

O objetivo da carta consiste em potencializar, de forma conjunta, as rotas turísticas amazônicas de forma a fortalecer e ampliar o turismo em toda a região, com prioridade para os segmentos do ecoturismo, turismo de aventura, de pesca esportiva, rural, experiência e etnoturismo. Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins assinaram.

“A Amazônia é linda. Todos os estados possuem belezas a serem mostradas e visitadas. Não conseguimos chegar a Roraima, mas assinamos digitalmente, por entendermos que essa integração de rotas é benéfica para todos os estados da região Norte e com toda a certeza fortalecerá o turismo na Amazônia”, ressalta a secretária de Empreendedorismo e Turismo do Acre, Eliane Sinhasique.

No primeiro ano de assinatura da Carta será trabalhado o segmento da pesca esportiva, cabendo aos secretários e dirigentes de cada Estado a definição dos próximos produtos a serem trabalhados.

Fungetur

Durante o encontro em Roraima, também foi debatido o acesso ao crédito, que é um mecanismo essencial para a retomada do turismo.

O Fungetur é uma linha de financiamento, com recursos do Ministério do Turismo e que, diante do cenário de crise provocado pela pandemia de Covid-19, conta com taxas (até 5% ao ano, acrescida da Selic) e prazos (até 240 meses) diferenciados para auxiliar empreendimentos turísticos em todo o país.

A oferta dessa linha foi possível pela liberação de um crédito ao Fundo. A medida do governo federal autorizou R$ 5 bilhões em crédito, principalmente, para micro, pequenos e médios empreendedores que atuam no setor e que tiveram suas atividades interrompidas pela pandemia.

Turismo de Pesca Esportiva no Acre

O turismo de pesca esportiva no Acre está em crescimento. Em Rio Branco, já é possível aproveitar espaços voltados para a prática. Conheça:

Recanto do Tambaqui

No local, é possível encontrar peixes como: tambaqui, piraquitinga, tilápia e outros. Você pode alugar seu material de pesca. O peixe é vendido por quilo.

Também possui piscinas, espaço para as crianças e um restaurante  onde o cliente pode apreciar a culinária acreana.

Funciona de quarta a domingo, das 9h às 19h. A entrada é franca.
Informações: (68) 981102234.

Recanto do Tambaqui funciona de quarta a domingo, das 9h às 19h. Foto: cedida

Manto Verde

O Restaurante Manto Verde é mais um espaço para a prática de pesca esportiva. O peixe também é vendido por quilo e o kit pesca também pode ser adquirido no local.

O local possui ainda restaurante com pratos regionais e um açude azul que impressiona pela beleza. Além da pescaria, é possível praticar mergulho e passeios de barco ou caiaque.

O restaurante funciona de sexta a domingo e nos feriados, das 11h às 16h. Nos demais dias, é possível praticar pesca realizando agendamento prévio nos telefones (68) 99946-3991 ou (68) 99959-0734.

No Manto Verde peixe também é vendido por quilo e o kit pesca também pode ser adquirido no local. Foto: cedida

Piracema Park Club

No Piracema Park Club é possível pescar recreativamente na modalidade pesque e pague. São mais de 90 hectares de lâmina de água.

O espaço conta ainda com restaurantes, chalés, garagem para lancha e jet-ski. Passeios como pedalinho e banana bolt. Atrações para a família inteira.

A entrada custa R$ 10. Funciona sábado e domingo, das 8h às 19h. Informações: 68 99967-3373.

No Piracema Park Club é possível pescar recreativamente na modalidade pesque e pague. Foto: cedida

Círculo Militar

No Círculo Militar, os amantes da pescaria podem praticar a atividade, de terça a domingo, das 8h às 18h. Peixes da Amazônia como: tucunaré, pintado, pirarara, pirarucu e outros, são abundantes no local.

A entrada é franca e só paga se quiser levar o peixe que pescou, que é vendido por quilo. Além da pescaria, é possível utilizar o restaurante do local. Outros espaços como: áreas de tênis, vôlei, piscina, pista de caminhada e quiosques, é possível utilizar tornando-se sócio do local.

Contato para mais informações: 68 99937-8989.

No Círculo Militar é possível realizar a prática de pesca esportiva. Foto: cedida

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Pequenos negócios geram renda de R$ 420 bilhões por ano

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Empresas de menor porte correspondem a 30% do PIB

Lanchonetes, bares e restaurates do Rio de Janeiro reabrem hoje(2) com restrição de horário, lotação e distância entre mesas.

Por Wellton Máximo

Os pequenos negócios geram renda em torno de R$ 420 bilhões por ano, o equivalente a cerca de um terço do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) brasileiro. A estimativa consta do Atlas dos Pequenos Negócios, lançado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que hoje (5) completa 50 anos.

Segundo o levantamento inédito, os negócios de menor porte injetam R$ 35 bilhões por mês na economia brasileira. A pesquisa analisou a participação na economia de microempresas, pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEI).

De acordo com a publicação, os MEI geram R$ 11 bilhões todos os meses, o que significa R$ 140 bilhões por ano. As micro e pequenas empresas geram mensalmente R$ 23 bilhões, movimentando R$ 280 bilhões por ano.

Atualmente, os negócios de menor porte correspondem a 30% do PIB. Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a participação poderá chegar a 40% do PIB, caso o país cresça 3% ao ano nos próximos anos. “Em países desenvolvidos, a participação dos pequenos negócios no PIB fica em torno de 40% a 50%. Se em 10 anos conseguirmos promover esse crescimento, toda a economia sai beneficiada, graças ao poder que as MPE [micro e pequenas empresas] têm de gerar renda e empregos”, avaliou.

A pesquisa constatou que, de 15,3 milhões de donos de pequenos negócios em atividade no Brasil, 11,5 milhões dependem exclusivamente da atividade empresarial para sobreviver. Em relação aos MEI, a proporção chega a 78%, o que equivale a cerca de 6,7 milhões de pessoas. Entre os donos de micro e pequenas empresas, 71% têm no negócio de pequeno porte a principal fonte de renda, o que representa cerca de 4,7 milhões de pessoas.

Crescimento

De 2012 a 2021, o número de trabalhadores por conta própria no Brasil cresceu 26%, passando de 20,5 milhões para 25,9 milhões. No mesmo período, o número de formalizações entre os MEI passou de 2,6 milhões para 11,3 milhões, alta de 323%. Isso significa crescimento mais de 12 vezes maior entre os microempreendedores individuais, comparado com os donos de negócios que não se formalizaram.

Segundo a pesquisa do Sebrae, 28% dos MEI atuavam fora do mercado formal ao adotar o regime especial de pagamento de imposto. Desse total, 13% tinham como ocupação principal o empreendedorismo informal e 15% atuavam como empregados sem carteira assinada. A proporção de informais vem caindo ao longo do tempo. Cerca de 2,5 milhões de pessoas foram retiradas da informalidade (28% de 8,7 milhões de microempreendedores individuais em atividade), por causa do registro do MEI.

Em relação às micro e pequenas empresas, 13% dos empreendedores eram informais antes da abertura do negócio. Desse total, 6% exerciam a atividade como empreendedores informais e 7% eram empregados sem carteira assinada.

Regiões e estados

O Atlas dos Pequenos Negócios também revelou peculiaridades entre regiões e estados. O Norte tem uma das maiores proporções de jovens e negros à frente de um negócio. No Nordeste, Sergipe é um dos estados com a maior proporção de empreendedores. No Centro-Oeste, o Distrito Federal tem uma das maiores proporções de donos de negócios com ensino superior.

O Sul é a região com a maior proporção de empreendedores que contribuem para a Previdência Social. O Sudeste tem o maior número de pequenos negócios, com três estados – São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro – concentrando 40% dos donos de empresas de pequeno porte no Brasil.

Em relação aos estados, Rio de Janeiro, Alagoas, Paraíba e Sergipe têm as maiores participações de microempreendedores individuais entre os empreendimentos abertos. Maranhão, Amapá, Paraná e Piauí têm a maior proporção de microempresas na abertura de negócios. Na abertura de empresas de pequeno porte, lideram Mato Grosso, Pará, Amazonas e Amapá.

O estado do Rio de Janeiro, o Distrito Federal e o Sergipe têm as maiores proporções de mulheres entre donos de negócio, com 38%, 37% e 37% do total, respectivamente. A proporção de empreendedores que se classificam como negros (pretos e pardos) chega a 84% do total dos donos de negócios no Amazonas e no Acre. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, a proporção de negros chega a apenas 15%.

Edição: Nádia Franco

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Em parceria com o Estado, Tribunal de Contas lança Banco de Preços

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Nesta terça-feira, 5, em Rio Branco, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC) fez o lançamento oficial do portal Banco de Preços do Acre. A ferramenta digital tem como principal objetivo fornecer informações relacionadas aos valores praticados sobre os mais variados produtos, nos 22 municípios, a partir do histórico de cupons e notas fiscais eletrônicas fornecidos pela Secretaria da Fazenda (Sefaz).

Na plataforma, o usuário terá acesso aos preços comercializados para pessoas físicas, jurídicas e órgãos públicos. O principal objetivo do Banco de Preços é auxiliar os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário na elaboração de processos licitatórios e compras, assegurando maior eficiência e transparência com o erário público.

“Essa ferramenta vem para facilitar a gestão pública, que terá um local para fazer consultas e comparar preços, evitando situações de sobrepreço e superfaturamento”, explicou o presidente do TCE-AC, conselheiro Ronald Polanco.

A iniciativa foi parabenizada pela governadora em exercício, Waldirene Cordeiro. Para a gestora, que também é presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), a ferramenta facilitará a formulação de cotação de preços para concorrências públicas.

“O Banco de Preços orientará todas as organizações e é um sistema tecnológico de grande valia para sabermos como os preços estão sendo praticados. Atualmente, temos muitas dificuldades para levantar preços e esse banco de dados nos ajudará muito a partir de agora”, afirmou.

De acordo com o secretário da Fazenda, Amarísio Freitas, a disponibilização dos preços acarretará maior economia aos órgãos públicos. “Sabemos dos desafios da atualidade em relação às compras e licitações e, com essas informações, as instituições terão acesso a todos os valores praticados no mercado, tendo a oportunidade de sempre buscar o melhor preço”, argumentou.

Além do Estado, a criação do Banco de Preços contou com a parceria da Universidade Federal de Campina Grande, da Paraíba. A plataforma está disponível para consultas no endereço eletrônico www.tceac.tc.br.

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PGE se reúne com jornalistas e gestores do Estado para discutir a comunicação oficial durante período eleitoral

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A Procuradoria-Geral do Estado (PGE), em palestra ministrada aos gestores de pastas e profissionais do Sistema Público de Comunicação do Acre na manhã desta terça-feira, 5, esclareceu como deve funcionar a comunicação oficial dos órgãos de governo durante o período eleitoral.

Os palestrantes da PGE, o procurador-geral Marcos Motta e a procuradora Janete Melo, apresentaram a legislação eleitoral, regulada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), explicando como deve ser a atitude dos comunicadores em relação ao uso de propaganda institucional – que está proibida -, e de logomarcas que identifiquem um administrador público que esteja em campanha política.

“Desde o sábado, 2, o Estado passou a ter condutas vedadas”, explicou o procurador-geral.

A procuradora Janete Melo, explicou a importância das instruções prestadas: “Nosso papel, como PGE, é fazer parte do assessoramento do Estado, para caminharmos dentro do que a lei permite.”

Outra prática proibida é a utilização de bens públicos, como computadores e internet do Estado, para publicações de cunho político em redes sociais.

“A PGE veio nos orientar para que evitemos procedimentos que conflitem com a lei e, portanto, com os princípios democráticos”, afirma Nayara Lessa, titular da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom).

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