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Acre registrou quase 50 mortes violentas durante o mês de janeiro de 2018

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Ao todo, 32 mortes foram registradas em Rio Branco e 16 no interior do estado. Há casos de óbitos em confronto com a polícia, decapitação e ossadas achadas por populares.

Acre registrou 46 mortes violentas durante o mês de janeiro de 2018, maioria das mortes foi causada por armas de fogo (Foto: Arte/G1)

Quésia Melo - G1 Acre

Ossadas, decapitação, facadas e várias mortes por armas de fogo foram registradas durante o mês de janeiro deste ano no Acre. Ao todo, foram 48 mortes violentas no estado. O número é 20% maior que o registado no mesmo período de 2017, quando houve o registro de 40 mortes, sendo 11 no interior e 31 na capital Rio Branco.

Em janeiro de 2018, 32 mortes ocorreram em Rio Branco e 16 no interior. Ao menos 29 óbitos foram causados por arma de fogo, na maioria dos crimes dois homens em uma motocicleta atiram nas vítimas e fogem do local.

Há ainda casos de pessoas desaparecidas e que foram achadas mortas dias depois com requintes de crueldade, como decapitadas, amarradas e amordaçadas.

Grande parte das vítimas é jovem com idade entre 12 e 30 anos. Mas, existe ainda casos de um idoso de 61 anos morto durante uma tentativa de assalto, ou de vendedor de salgados de 47 anos que foi morto enquanto trabalhava.

Somente na primeira semana de janeiro, do dia 1 ao 7, foram 12 mortes. No entanto, a semana mais violenta foi do dia 8 a 14 de janeiro, somando 15 mortes violentas, mais de uma por dia.

1 a 7 de janeiro

A primeira vítima de morte violenta em 2018 foi Josué Souza de Araújo que foi morto a tiros no primeiro dia do ano na Rodovia Transacreana.

Logo depois, no dia 2, o Instituto Médico Legal (IML) conseguiu resgatar o corpo de Izomar Vieira de Andrade, morto a facadas no Ramal Uga, região do bairro Belo Jardim.

O preso do semiaberto Alan Lima Leite, de 25 anos, estava na frente de casa quando foi morto no dia 3 deste mês. O crime ocorreu no Ramal Bom Jesus. Leite cumpria pena por assalto, furto e por ser usuário de drogas.

Alan Lima Leite foi morto com cerca de 15 tiros na tarde de quarta (3) (Foto: Arquivo pessoal)

Já o vendedor de salgados Francisco da Silva Soares, de 47 anos, estava trabalhando quando foi abordado por um criminoso e morto logo em seguida. O suspeito anunciou o assalto e, segundo a Polícia Militar do Acre (PM-AC), atirou na cabeça de Soares após ele ter feito um movimento involuntário durante a abordagem. O crime também foi registrado no dia 3 de janeiro.

O jovem David Rodrigues da Silva também foi vítima de homicídio no dia 4. Segundo a PM-AC, ele andava de bicicleta no Conjunto Laélia Alcântara, em Rio Branco, quando foi morto com três disparos feito por um homem de moto.

Já no dia seguinte, 5 de janeiro, mais duas mortes foram registradas. A primeira foi do autônomo Francisco Cleudeildo Sales que tomava tereré com amigos no bairro Jorge Lavocat quando foi assassinado. A família informou que ele era usuário de drogas, mas desconhece a motivação do crime.

No mesmo dia, o salgadeiro Venilson Cruz dos Anjos, 29 anos, voltava da casa de um primo de bicicleta quando foi baleado. Anjos morreu no local do crime, na Rua da Mangueira, bairro Boa União.

Mortes violentas também foram registradas no interior do estado. O ex-presidiário Jamisson da Silva Marques, de 27 anos, conhecido como Ninão, foi morto com tiros em frente a casa onde morava. O crime também ocorreu no dia 5 de janeiro, na Rua Bahia, bairro Remanso, em Cruzeiro do Sul.

O Conjunto Habitacional Cidade do Povo também foi cenário para uma morte violenta. No dia 6, o adolescente John Wesley de Oliveira Neri, de 17 anos, foi morto com tiro em frente de casa por uma dupla em uma moto preta.

No mesmo dia, 6 de janeiro, um presidiário foragido do semiaberto matou uma adolescente no Seringal Alagoas, município do Jordão, interior do Acre. De acordo com a Polícia Militar, o homem degolou a jovem e depois tentou se matar com um corte na garganta, um no pênis e outro no braço.

Outro adolescente assassinado foi Herlen Morais da Silva, também de 17 anos. A PM-AC informou que Silva e o autor do crime estavam em um bar quando discutiram, na madrugada do dia 7 de janeiro, e o garoto foi morto a facadas.

Também no dia 7, o jovem Josué de Almeida Pontes, de 20 anos,morreu vítima de arma de fogo também no domingo (7), na Travessa Cerâmica, bairro Alto Alegre. Uma moradora do bairro relatou que ouviu ao menos seis disparos e, em seguida, dois homens saíram correndo da casa.

8 a 14 de janeiro

O fazendeiro Altevir Rodrigues de Oliveira, de 61 anos, foi morto durante uma tentativa de assalto na tarde do dia 8 de janeiro, no quilômetro 10 da Estrada de Porto Acre. Segundo a Polícia Civil quatro homens armados invadiram a casa da vítima, que reagiu e foi atingida por disparos. Na noite do mesmo dia, uma perseguição policial acabou com a morte de dois suspeitos de assaltos.

A perseguição policial no dia 8 de janeiro acabou com a morte de Alisson Pereira, de 23 anos, e Mateus de Souza Gomes, de 19. Segundo a Polícia Militar (PM-AC) a dupla trocou tiros com a polícia após alguns assaltos no bairro Tangará, em Rio Branco. Pereira morreu no local e Gomes foi levado para o Pronto-Socorro de Rio Branco em estado grave. Ele morreu na madrugada desta terça (9).

Ainda no dia 9, o pintor Auricio da Silva Brito, de 30 anos, morreu no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) durante a madrugada após ser baleado na tarde do dia 8 de janeiro O crime ocorreu no bairro Montanhês, em Rio Branco. Segundo os familiares, Brito tinha saído de casa para comprar banana e foi seguido por um homem de bicicleta.

Auricio Brito foi baleado na tarde de segunda (8) e morreu na madrugada desta terça (9) no Huerb (Foto: Arquivo da família)

Já no dia 10, um homem identificado como Geris da Silva Ângelo, de 29 anos, foi encontrado morto na Rua Baguari, bairro Taquari, em Rio Branco. Populares acionaram a polícia após encontrar o homem morto.

No mesmo dia, ainda em 10 de janeiro, um jovem identificado como Odair de Souza da Silva, de 18 anos, foi morto na Rua Boa União, bairro Boa União, em Rio Branco. A Polícia Militar do Acre (PM-AC) informou que Silva foi morto por duas pessoas que estavam em uma motocicleta.

Karlisson Silva Braga, 19 anos, foi morto com três tiros na Rua Tchesco, bairro Santa Inês. O crime ocorreu na madrugada do dia 10 de janeiro e é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A PM-AC informou no boletim de ocorrência que a vítima foi morta com três tiros, sendo dois nas costas e outro na mão esquerda.

O corpo de uma mulher foi encontrado na tarde de 11 de janeiro às margens de um igarapé na Cidade do Povo. Equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e do Instituto Médico Legal (IML) foram acionados por volta das 16h para atender a ocorrência. Ainda conforme o Ciosp, o corpo foi achado enterrado próximo a uma escola e os bombeiros foram para desenterrar.

Em 12 de janeiro, moradores do município de Feijó, interior do Acre, acionaram a polícia na manhã após encontrarem o corpo de um jovem dentro de uma casa em construção, no bairro Nair Araújo. A vítima foi identificada como Rubens Damásio da Silva, de 22 anos, e foi morta a facadas. Uma adolescente de 14 anos grávida foi apreendida por participação na morde dele. Outros quatro adolescentes foram apreendidos e um adulto preso suspeito de participar do crime.

Rubens da Silva foi encontrado morto dentro de uma casa em construção, no bairro Nair Araújo em Feijó (Foto: Arquivo pessoal)

Já no dia seguinte, 13 de janeiro, o corpo de Débora Freitas Bessa, de 19 anos, que estava desaparecida desde 9 de janeiro, foi encontrado em uma região de mata no bairro Caladinho, em Rio Branco. Parentes estavam fazendo buscas por conta própria e acabaram encontrando o corpo da jovem. Um vídeo em que Débora aparece sendo decapitada viralizou as redes sociais e a Polícia Civil investiga o crime e as filmagens.

Em apenas uma noite, ainda no dia 13, quatro mortes violentas foram registradas no Acre, conforme o Instituto Médico Legal (IML). Uma morte ocorreu em Senador Guiomard, interior do estado, outro em Xapuri, também no interior, e três na capital Rio Branco.

Jardel Figueira Gadelha, de 33 anos, foi morto com um tiro no rostono Seringal Barra da Colônia, na cidade de Xapuri. A ocorrência foi registrada no fim da noite do dia 13 de janeiro e o corpo do homem foi encaminhado para o IML em Rio Branco.

Em Senador Guiomard, ainda no mesmo dia, Markley Cunha Marques, de 34 anos, foi morto com ao menos oito tiros na região da barriga e braço. Segundo o Ciosp, o assassinato aconteceu em frente a um bar e distribuidora na rua José de Barros, bairro São Francisco. O Ciosp informou ainda que duas pessoas são suspeitas do crime, elas teriam passado de bicicleta pelo local e efetuado os disparos.

Wesley de Araújo, de 18 anos, foi achado morto com três disparos de arma de fogo no fim da noite do dia 13, no quilômetro oito do Ramal do Mutum, bairro Alto Alegre, em Rio Branco. O jovem foi encontrado amarrado, com as mãos para trás, e amordaçado. O IML afirmou que o rapaz foi atingido por um tiro na cabeça e dois nas costas.

Alexandre da Silva Nazário, de 32 anos, também morreu na noite de 13 de janeiro ao ser atingido por um disparo de arma de fogo em um bar no bairro Vila Ivonete, em Rio Branco. Segundo informações, o homem teve um desentendimento enquanto bebia e durante a briga puxou uma faca. Um policial civil que estava no local teria reagido e atingido o rapaz.

Já o jovem Igor Cândido Ribeiro, de 19 anos, levou um tiro na cabeçana noite de 14 de janeiro, na Rua 7 de dezembro, Estrada da Sanacre, região da Baixada da Sobral, em Rio Branco. Populares falaram para a Polícia Militar do Acre (PM-AC) que Ribeiro voltava da casa da namorada quando foi atingido pelo disparo.

15 a 21 de janeiro

O pizzaiolo Júnior Cesar Pontes da Silva, de 19 anos, morreu após ser baleado no pescoço durante um assalto. O crime ocorreu na madrugada de 15 de janeiro, no bairro das Placas, em Rio Branco. Silva voltava de bicicleta do trabalho com um colega quando foi assaltado.

No município de Feijó, a indígena Vanderlângia Pereira, de 21 anos, da etnia Kaxinawá, foi morta com um golpe de facão na frente da filha de dois anos, na noite de 15 de janeiro. Valdelândia foi morta no Centro da cidade de Feijó com um golpe de facão na altura da clavícula. As informações iniciais apontam que o marido dela, que é um dos suspeitos do crime, também indígena, fugiu por uma região de mata.

Ainda no interior do Acre, Claisson Santos, de 21 anos, foi encontrado morto com um golpe na altura do pescoço. O crime ocorreu no ramal 2, zona rural de Cruzeiro do Sul. A suspeita é que Santos tenha sido morto em 13 de janeiro, mas o corpo só foi encontrado pela polícia em 14 de janeiro. Segundo a PM, o crime ocorreu após um desentendimento em uma bebedeira.

Novamente em Rio Branco, mais uma morte violenta foi registrada na capital. Dessa vez, o corpo de Alisson Ferreira Barbosa, de 33 anos, foi encontrado na tarde de 16 de janeiro no bairro Conquista, em Rio Branco. A vítima tinha marcas de agressão e foi achada por populares ainda com vida, mas não resistiu.

O presidiário do regime semiaberto Izaquiel Freire de Abreu, de 30 anos, que sofreu uma tentativa de homicídio no dia 15 de janeiro teve morte cerebral atestada. A morte encefálica foi confirmada na terça (16). O crime ocorreu no bairro da Praia, na cidade de Tarauacá e, devido à gravidade do estado de saúde de Abreu, ele foi levado para o hospital de Cruzeiro do Sul.

E após uma troca de tiros com um policial, um homem morreu e outro ficou ferido durante uma tentativa de assalto no fim da tarde do dia 18 de janeiro, no Loteamento Santo Afonso, 2° Distrito de Rio Branco. André Vitor Moraes Souza, de 20 anos, morreu no local após ser atingido com um tiro no peito.

No dia 20 de janeiro, mais um jovem foi vítima de uma morte violenta. Pedro Nascimento de Araújo, de 23 anos, morreu após ser atingido com dois tiros na cabeça. O pai de criação do rapaz, Francisco Andrade, disse que a família não sabe ao certo o que pode ter acontecido.

O corpo de um homem, que ainda não teve a identidade revelada, foi encontrado no dia 21 de janeiro, no quilômetro 86 da BR-364, em Rio Branco, na região do Ramal do Cacau. De acordo com a polícia, um morador da região encontrou o corpo e foi até o posto da polícia no Bujari para informar.

22 a 28 de janeiro

O jovem Juan Pablo da Silva Oliveira, de 18 anos, morreu no dia 23 de janeiro no Huerb, em Rio Branco. A vítima foi encontrada por populares em um matagal, no último dia 15, no bairro da Lagoa, em Cruzeiro do Sul, com vários golpes de facão pelo corpo e um disparo de arma de fogo.

José da Silva Gomes, de 22 anos, morreu após ser atingido por três tiros. O crime ocorreu na tarde do dia 24 de janeiro, no bairro Miritizal, em Cruzeiro do Sul. O rapaz estava andando na rua quando uma dupla em uma moto se aproximou e fez os disparos.

Outra morte violenta foi a de Shirley da Silva de Andrade, de 40 anos,foi assassinado com ao menos sete tiros no final da tarde de 25 de janeiro. Andrade jogava bola em uma quadra no Conjunto Carandá, em Rio Branco, quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta.

José Anderson Oliveira Almeida, de 17 anos, foi morto com ao menos três tiros na Comunidade do Profeta, zona rural de Rodrigues Alves(Foto: Arquivo)

No interior do Acre, José Anderson Oliveira Almeida, de 17 anos, foi morto com ao menos três tiros, ainda na madrugada de 25 de janeiro. O crime ocorreu na Comunidade do Profeta, zona rural de Rodrigues Alves. Um familiar, que preferiu não ser identificado, disse que a vítima voltava da casa da namorada e deu carona para um colega.

No dia seguinte, 26 de janeiro, um homem morreu no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) após ser baleado três vezes na cabeça, na noite do dia anterior, no bairro Cidade Nova. Raimauro da Conceição Barros, de 38 anos, foi socorrido pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.

Na madrugada de 27 de janeiro, um homem morreu e o outro ficou ferido após um suspeito atirar contra as vítimas. O crime ocorreu na Estrada do São Francisco, em Rio Branco. Wila Muniz de Moura, de 27 anos, foi alvejado com três tiros e não resistiu aos ferimentos.

No mesmo dia, uma mulher identificada como Luciana Damasceno dos Santos, de 28 anos, foi morta com um tiro, no Conjunto Novo Horizonte, região do bairro Floresta, em Rio Branco.

Adolescento Ryan da Páscoa Marques, de 17 anos, foi morto na noite de sábado (27) (Foto: Reprodução)

Ainda em 27 de janeiro, Ryan da Páscoa Marques, de 17 anos, foi morto com dois disparos de arma de fogo no bairro do Remanso, após um intenso tiroteio em Cruzeiro do Sul. Além do adolescente que morreu, duas pessoas ficaram feridas com os tiros, de acordo com a Polícia Militar.

Também em Cruzeiro do Sul, o duas ossadas foram encontradas por um pescador dentro do Rio Juruá, na tarde de 28 de janeiro. Os corpos foram identificados no início da tarde do dia 29 como sendo de Daniel Teles Martins da Silva, de 22 anos, e Vanisson dos Santos Freire, de 12.

29 a 31 de janeiro

Na manhã de 30 de janeiro, o corpo de um homem, que não teve o nome divulgado, foi encontrado na comunidade Tauari, em Tarauacá, interior do Acre. A polícia foi acionada por moradores que encontram o corpo. De acordo com o delegado Alexnaldo Batista, o homem estaria desaparecido desde o último dia 27.

O corpo de um homem degolado foi encontrado na manhã desta quarta-feira (31) em Mâncio Lima, interior do Acre. O homem foi identificado pela polícia como Joelson da Costa Gomes, de 30 anos, que seria morador do município de Cruzeiro do Sul.

José Anderson Oliveira Almeida, de 17 anos, foi morto com ao menos três tiros (Foto: Arquivo)

A onda de violência no interior do Acre continua assustando moradores do Vale do Juruá. Nesta quarta-feira (31), um corpo decapitado foi achado em um matagal próximo ao lixão de Rodrigues Alves.

Policiais civis já haviam feito buscas nas imediações após receberem denúncia da família do adolescente Dheimisson Vieira Lima, de 16 anos, que estava desaparecido desde sexta (26).

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Relatório aponta falha em motor de helicóptero que caiu com bebês indígenas gêmeos em Cruzeiro do Sul

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Dados são preliminares e podem sofrer alteração conforme o andamento das investigações. Acidente aconteceu no dia 8 de maio em Cruzeiro do Sul.

Vítimas foram resgatadas com escoriações leves e levadas ao hospital de Cruzeiro do Sul — Foto: Arquivo/Corpo de Bombeiros

Vítimas foram resgatadas com escoriações leves e levadas ao hospital de Cruzeiro do Sul — Foto: Arquivo/Corpo de Bombeiros

Dados preliminares do Painel do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer) apontam uma possível falha no motor dohelicóptero que caiu, no último dia 8 de maio, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre.

O acidente ocorreu quando a aeronave fazia o resgate de dois bebês indígenas que precisavam de atendimento médico em uma aldeia da região. Entre as vítimas do acidente estavam: dois bebês gêmeos de 1 ano e 4 meses, os pais deles, o piloto e um técnico de enfermagem, que foram resgatados com escoriações leves, e o mecânico.

As informações iniciais contidas na ocorrência tratam que o pouso forçado foi causado por uma falha no motor. No histórico da ocorrência consta que o helicóptero estava aproximadamente 20 milhas náuticas do Aeródromo de Cruzeiro do Sul, quando houve perda de potência do motor. O piloto realizou pouso de emergência em área de mata fechada.

“Os dados aqui disponibilizados são preliminares e visam à transparência das informações que temos até o momento. Por isso, não contêm as análises das informações coletadas, nem os fatores contribuintes, e estão sujeitas a modificações conforme o andamento dos trabalhos de investigação”, pontua.

O g1 entrou em contato com a empresa, mas não obteve resposta até esta publicação. Também não obteve resposta da saúde sobre o quadro de saúde do mecânico Jorge da Silva, de 63 anos, que foi o último sobrevivente resgatado após acidente.

Ele foi o último a ser resgatado e transferido por TFD para capital por conta do quadro clínico que pedia avaliação por especialistas em neurocirurgia e ortopedia.

Relatório aponta falha em motor de helicóptero que caiu no AC durante transporte de pacientes — Foto: Cedida

Relatório aponta falha em motor de helicóptero que caiu no AC durante transporte de pacientes — Foto: Cedida

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Atenção: Governo convoca aprovados em processos seletivos simplificados da Educação

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O governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria da Educação, Cultura e Esportes (SEE) e da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), divulgou no Diário Oficial da última sexta-feira, 20, e na manhã desta terça-feira, 24, a convocação de profissionais da Educação, aprovados nos processos seletivos temporários, para a entrega de documentos.

Mais de 400 candidatos estão sendo chamados para a entrega de documentos e assinatura do contrato. Os profissionais devem dirigir-se aos endereços descritos nos editais.

“O governo publicou no Diário Oficial do Estado, a convocação de 340 profissionais para a Educação Especial, que serão lotados nas escolas. Agradeço ao governador Gladson Cameli, que tem feito um esforço imenso para fortalecer a Educação”, pontuou o secretário de Educação, Aberson Carvalho.

Além da capital, Rio Branco, os profissionais serão lotados nas escolas urbanas e rurais de diversos municípios como Assis Brasil, Acrelândia, Brasileia, Bujari, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Jordão, Mâncio Lima, Porto Acre, Plácido de Castro, Porto Walter, Rodrigues Alves, Sena Madureira, Senador Guiomard, Tarauacá e Xapuri.

O secretário reforçou ainda a importância da quantidade de profissionais convocados para atender as necessidades das escolas do estado. “No total, 442 profissionais já foram convocados e estão sendo contratados, mas é importante frisar que outros professores também serão convocados. É um compromisso do governo com o povo do Acre”

Os educadores irão atender às escolas de Educação Básica, nas modalidades de Ensino Regular, Educação Especial, Jovens e Adultos e Centro de Línguas (CEL). Ao todo, são seis editais. Confira aqui:

Edital nº 13 – Educação Especial

Edital nº 16 – CEL

Edital nº 24 – Educação Especial

Edital nº 51 – Educação de Jovens e Adultos (EJA)

Edital nº 62 – Educação Especial

Edital nº 63 – Ensino Regular

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TJAC apresenta programas sociais à consultora do Prêmio Innovare

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Falar sobre os direitos e deveres nas escolas, levar apoio para crianças em vulnerabilidade, capacitação aos socioeducandos ou unir solidariedade com a doação de tempo são alguns dos resultados alcançados nos programas sociais promovidos pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), por meio da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica (Comsiv) e Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude (CIJ).

As práticas promovem o encontro das servidoras e servidores, magistradas e magistrados, desembargadoras e voluntários com os sorrisos de quem aprende uma coisa nova, com a perspicácia dos adolescentes que estão desenvolvendo suas opiniões, com as lágrimas dos que estão sem perspectiva e com os sonhos daqueles que precisam de oportunidades.

Segundo a consultora do Prêmio Innovare, Vivian Andrade, em todo o Acre, há 23 práticas inscritas, todas provenientes das instituições do sistema de Justiça. Destas, sete são do TJAC, por isso o diálogo está sendo estabelecido presencialmente para confecção do relatório que será apresentado às personalidades que vão compor a comissão julgadora.

Então, a desembargadora Eva Evangelista apresentou o programa “Mediação de Conflitos nas Escolas”. A iniciativa mobiliza a comunidade escolar sobre a cultura de paz. A decana da Corte destacou que mais de 300 alunos participaram das formações voltadas ao aprimoramento da comunicação não-violenta, assertividade, escuta e empatia – “esses números são multiplicados ao considerar que os professores, funcionários da escola e as famílias alcançadas. Assim há a melhoria da convivência e todos se tornam mais engajados e mais vigilantes contra as violações”, disse.

Já a desembargadora Regina Ferrari falou sobre: Colo de Amor, Abraçando Filhos, Cidadania e Justiça na Escola, Radioativo, Arte do Ser e Onde está a minha família?. A coordenadora estadual da Infância e Juventude afirmou que se sente renovada ao envolver a Rede de Proteção com atividades que promovem educação e cultura. “Nutrir os participantes com conhecimento, despertar para a cidadania, lutar pela proteção integral é algo que atravessa a trajetória deles, mas nos afeta como ser humanos, dando ainda mais sentido para nossa missão”, concluiu.

 Miriane Teles | Comunicação TJAC

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