Aleac aprova empréstimo de quase R$ 125 mi a pedido do Governo

Os mais de 124 milhões de reais serão destinados somente à pavimentação de vias urbanas em bairros de Rio Branco. Da redação, com contilnet Por 16 votos favoráveis e 4...

Os mais de 124 milhões de reais serão destinados somente à pavimentação de vias urbanas em bairros de Rio Branco.

Da redação, com contilnet

Por 16 votos favoráveis e 4 contrários, a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) aprovou o novo pedido de empréstimo feito pelo governo do Acre. Apenas os deputados  Wherles Rocha (PSDB), Antônia Sales (PMDB),Chagas Romão (PMDB) e Gilberto Diniz (PTdoB) se manifestaram contrários à nova autorização para empréstimo.

O novo pedido de empréstimo foi feito através da mensagem número 492, de 9 de julho de 2013, que autoriza o Executivo estadual a contratar mais uma operação de crédito no limite  de R$ 124.639.000.00 (centro e vinte e quatro milhões, seiscentos e trinta e nove mil reais).

A mensagem está na pauta de votação para a sessão desta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).

Os mais de 124 milhões de reais serão destinados à pavimentação de vias urbanas em bairros de Rio Branco, o que contempla serviços de pavimentação, rede de abastecimento de água, drenagem superficial, rede coletora de águas pluviais, sinalização viária e passeios com acessibilidade de obras complementares.

Apesar das inúmeras críticas dos deputados de oposição com relação ao elevado número de empréstimos, o governador continua defendendo a tese de que o Estado possui capacidade de endividamento.

“Imprescindível destacar que se torna possível inscrever a operação de crédito no espaço fiscal que o Estado já tem aprovado”, diz.

O deputado tucano Wherles Rocha usou a tribuna da Casa para se pronunciar contrário à aprovação do novo pedido de empréstimo.

Moisés Diniz defendeu a aprovação do pedido de empréstimo e afirmou que o Acre ainda possui capacidade de endividamento de aproximadamente R$ 2 bilhões. “O próximo governo ainda terá capacidade de endividamento”, afirmou.

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