Alerta Vermelho: 9 cidades acreanas podem ter surto de dengue durante o verão

A lista com a situação de cada cidade está disponível no portal do Ministério da Saúde que revela que são 1.153 municípios brasileiros

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As cidades de Epitaciolândia e Brasileia também foi citada no levantamento.

A lista com a situação de cada cidade está disponível no portal do Ministério da Saúde que revela que são 1.153 municípios brasileiros (Foto: internet)

Nove cidades do Acre, segundo o Ministério da Saúde (MS), devem entrar em alerta para um surto de dengue, zika e chikungunya nessa estação do ano. Um mapeamento divulgado nesta sexta-feira (08) teve base no Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), que compila informações enviadas pelas prefeituras entre janeiro e meados de março, revelou a necessidade do poder público toma uma iniciativa, emergencial, para não prejudicar a saúde da população.

Segundo os dados, as cidades de Sena Madureira, Epitaciolândia, Rodrigues Alves, Manoel Urbano, Mâncio Lima, Brasileia, Acrelândia e Placido de Castro. A capital, Rio Branco, também foi citada no levantamento.

Ao lado da capital acreana, estão às cidades do Rio de Janeiro, Fortaleza, Palmas, Maceió, Salvador Teresina, Recife, Brasília, Vitória, São Luís, Belém, Macapá, Manaus e Goiânia estão no estágio de alerta.

O LIRAa mostra que, além dos municípios que estão em situação mais vulnerável, 2.069 estão em alerta e 1.711 apresentam índices satisfatórios. A lista com a situação de cada cidade está disponível no portal do Ministério da Saúde que revela que são 1.153 municípios brasileiros, o que corresponde a 22% do total, têm alto índice de infestação e risco de surto para dengue, zika e chikungunya, o que indica a necessidade emergencial de intensificar as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das doenças, mesmo durante o outono e o inverno. Nessas estações, a tendência seria de cair a incidência de doenças associadas ao mosquito.

O MS informa que as ações de prevenção e combate ao Aedes aegypti são permanentes e tratadas como prioridade. Entre as medidas tomadas para combater o mosquito está a criação da Sala Nacional de Coordenação e Controle, que orienta e articula ações contínuas ao longo do ano com governos estaduais e municipais para combate ao vetor e monitora a situação epidemiológica e as atividades para enfrentamento do mosquito.

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