Preocupado com o aumento da criminalidade nos municípios acreanos, o deputado estadual Antonio Pedro (DEM) cobrou do Governo do Estado mais firmeza na resolução do problema. Ao citar as inúmeras mortes ocorridas no mês de janeiro, supostamente pela guerra entre facções, o deputado afirma que a população tem vivido com medo e insegura.

“O início de 2017 tem sido turbulento. O Acre vive um clima de insegurança. Muitas mortes, muitos assaltos, e isso tem deixado a população com medo. Não existe sentimento de segurança nem dentro da própria casa. Está na hora de agir com firmeza, pois, não podemos mais permitir esse descontrole no Estado”, disse.

Antonio Pedro lembrou que o Acre finalizou 2016 contabilizando 350 homicídios. Ele acredita que 2017 poderá superar esse índice caso a Secretário de Segurança do Estado não seja mais enérgica.

“Ano passado foi muito violento. Foram registrados 350 assassinatos. E pelo andar da carruagem, se os órgãos que compõem a o Sistema de Segurança Pública não tiverem pulso firme, 2017 finalizará superando essa marca. Não é isso que queremos, ao contrário, queremos um local para morar onde passamos nos sentir seguros e protegidos pelos nossos policiais e pelo Estado”.

O deputado pontua a necessidade de políticas públicas para impactar direta e indiretamente na prevenção de delitos. “Se o foi que posto não está dando resultado, faz-se necessário, e com urgência, que novas medidas sejam adotadas, o que não podemos mais aceitar é viver nesse clima de violência, tendo que nos subjulgar a criminalidade e guerra entre facções”.

Outro ponto questionado pelo parlamentar é a entrada de drogas no Acre. Ele destaca que as fronteiras do Acre precisam de mais policiamento. “Precisamos apertar o cerco nas fronteiras com o Acre. O governo precisa agir com urgência para coibir a entrada de drogas pelas fronteiras, pois, sabemos que essa é uma das principais causas da atual onda de violência. Nessa onda de marcação de território, quem mais tem sofrido é a população. O momento de ter pulso firme é agora ou no futuro iremos sofrer com uma cidade mais violenta”, finalizou. (Assessoria)

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