Ministério Público do Acre recorreu da decisão de manter o ex-coronel da PM em regime domiciliar e agravo de Execução Penal será julgado na quinta-feira (16).

Hildebrando enfrenta problemas de saúde e por isso está em regime domicilar

MP/AC afirmou que o orgão já havia solicitado que Hildebrando retorne ao regime fechado após ter sido transitada em julgado mais duas condenações do réu, não cabendo a ele a regressão de pena.

O ex-coronel e ex-deputado federal, Hildebrando Pascoal, 67 anos, que atualmente cumpre pena em prisão domiciliar, poderá ter o benefício suspenso e regressar para o regime fechado e cumprir mais 10 anos de condenação no presídio Francisco de Oliveira Conde.

Após a condenação de Hildebrando Pascoal em mais dois processos no ano de 2018, o Ministério Público do Acre (MP/AC) ingressou com agravo de instrumento contra a decisão de manter o ex-coronel em domicílio e ele poderá voltar para atrás das grades caso a prisão domiciliar seja suspensa em decisão na próxima semana.

A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Acre (TJ/Ac) afirmou que na quinta-feira (16) será julgado o agravo em execução penal e será decidido se o ex-coronel voltará à cadeia onde deverá cumprir sua pena até 2029, prazo em que poderá ser solto novamente.

A assessoria de imprensa do MP/AC afirmou que o orgão já havia solicitado que Hildebrando retorne ao regime fechado após ter sido transitada em julgado mais duas condenações do réu, não cabendo a ele a regressão de pena.

Hildelbrado Pascoal recebeu o benefício do regime semiaberto com tornozeleira eletrônica em 30 de dezembro de 2016, pois estava debilitado por problemas de saúde, e desde então cumpre pena na sua residência localizada em Rio Branco.

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