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Bolsonaro tem 39% e Lula, 38% para a Presidência, diz pesquisa Gerp

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Bolsonaro e Lula lideram pesquisa do instituto Gerp
REPRODUÇÃO / ALAN SANTOS / PR

Atual presidente lidera levantamento induzido, enquanto o petista aparece em primeiro no cenário espontâneo

O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 39%  e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 38% das intenções de voto para a Presidência da República, de acordo com um levantamento publicado pela Gerp nesta segunda-feira (5). Eles estão tecnicamente empatados.

Para a pesquisa da Gerp foram ouvidos 2.095 eleitores de 144 cidades do país entre 29 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de 2,18 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-09102/2022.

No cenário induzido, em que o nome dos candidatos é apresentado aos entrevistados, Bolsonaro tem 39% das intenções de voto, enquanto Lula tem 38%. Em relação à pesquisa anterior feita pelo instituto, Bolsonaro avançou um ponto percentual e Lula se manteve estável. Veja os números da pesquisa publicada nesta segunda:

Jair Bolsonaro (PL): 39%
Lula (PT): 38%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Simone Tebet (MDB): 6%
Felipe D’Avila (Novo): 1%
Pablo Marçal (PROS), Soraya Thronicke (União Brasil), Vera Lucia (PSTU), Roberto Jefferson (PTB), Constituinte Eymael (DC), Sofia Manzano (PCB) e Leonardo Péricles (UP): 0%
Nenhum deles: 2%
Não sabe: 3%

No levantamento espontâneo, sem a apresentação de uma relação de candidatos, Lula está na frente, com 35%, enquanto Bolsonaro é o segundo, com 31%. Veja:

Lula (PT): 35%
Jair Bolsonaro (PL): 31%
Ciro Gomes (PDT): 7%
Simone Tebet (MDB): 3%
Felipe D’Avila (Novo): 1%
Nenhum deles: 2%
Não sabe/não respondeu: 21%

Votos por região, gênero, faixa etária e renda familiar

De acordo com a Gerp, Bolsonaro lidera as intenções de voto no cenário induzido em três regiões do país: Sul (48%), Centro-Oeste (55%) e Norte (41%). No Sudeste e no Nordeste, quem vence é Lula, com 39% e 47%, respectivamente.

O levantamento mostra, ainda, que Bolsonaro tem a preferência do eleitorado masculino, com 44% das intenções, ao passo que Lula tem mais votos entre mulheres, com 42%.

O petista tem mais votos do que Bolsonaro entre pessoas com idade entre 16 e 17 anos (59%), 18 e 24 anos (44%), 25 e 34 anos (42%) e 45 e 59 anos (40%). Já Bolsonaro lidera entre pessoas de 35 a 44 anos (42%) e com mais de 60 anos (54%).

Com relação à renda familiar mensal, Lula tem mais intenções de voto de pessoas que ganham um salário mínimo (51%), de um a dois salários mínimos (43%) e de 20 a 30 salários mínimos (46%). Bolsonaro é o preferido de quem recebe de cinco a 10 salários mínimos (43%), de 10 a 20 salários mínimos (41%) e mais de 30 salários mínimos (52%). Os dois estão empatados com o público que ganha de dois a cinco salários mínimos (38%).

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Veja quem são os deputados estaduais eleitos pelo Acre; veja lista

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Mais de 400 mil eleitores acreanos foram às urnas eleger os representantes neste domingo (2)

Dos mais de 500 candidatos a deputados estaduais, o atual presidente da Assembleia Legislativa, Nicolau Júnior, foi reeleito com mais de 16,600 mil votos, Maria Antônia também foi reeleita e foi a segunda com maior número de votos: 10.540 mil. O jovem vereador Emerson Jarude foi o terceiro, com 8.540 votos. A renovação é de 50% na Casa. 13 dos 24 foram reeleitos e 12 novos assumem mandato.

Veja a lista dos eleitos por colocação.

  1. Nicolau Junior (Progressistas) – 16.636 votos;
  2. Maria Antônia (Progressistas) – 10.485 votos;
  3. Emerson Jarude (MDB) – 8.540 votos;
  4. Manoel Moraes (Progressistas) – 8.479 votos;
  5. Gilberto Lira (União Brasil) – 8.407 votos;
  6. Clodoaldo Rodrigues (Republicanos) – 8.227 votos;
  7. André da Droga Vale (Podemos) – 8.157 votos;
  8. Pedro Longo (PDT) – 7.732 votos;
  9. Tchê (PDT) – 7.390 votos;
  10. Fagner Calegário (Podemos) – 7.112 votos;
  11. Luiz Gonzaga (PSDB) – 6.680 votos;
  12. Whendy Lima (União Brasil) – 6.673 votos;
  13. Tadeu Hassem (Republicanos) – 6.175 votos;
  14. Adailton Cruz (PSB) – 6.157 votos;
  15. Drª Michelle Melo (PDT) – 5.990 votos;
  16. Edvaldo Magalhães (PCdoB) – 5.822 votos;
  17. Afonso Fernandes (PL) – 5.731 votos;
  18. Antonia Sales (MDB) – 5.720 votos;
  19. Tanizio Sá (MDB) – 5.703 votos;
  20. Chico Viga (PDT) – 5.601 votos;
  21. Gene Diniz (Republicanos) – 5.512 votos;
  22. Arlenilson Cunha (PL) – 5.471 votos;
  23. Pablo Bregense (PSD) – 5.386 votos;
  24. Eduardo Ribeiro (PSD) – 4.810 votos.

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Lula e Bolsonaro vão ao segundo turno na disputa à Presidência

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TSE confirmou o resultado por volta das 21h30 deste domingo (2); segundo turno acontece em 30 de outubro

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) disputarão o segundo turno das eleições à Presidência da República. O resultado foi confirmado neste domingo (2) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com 97% das urnas apuradas.

A votação em segundo turno ocorre em 30 de outubro, último domingo deste mês.

Lula e Bolsonaro decidirão eleições no segundo turno, em 30 de outubro
REPRODUÇÃO / ALAN SANTOS / PR

Bolsonaro

Ao longo da campanha eleitoral, Bolsonaro teve como uma das principais estratégias relembrar os casos de corrupção durante as gestões do PT na Presidência da República, em especial quando Lula foi presidente. Além disso, o chefe do Executivo enfatizou pautas que sempre nortearam a sua vida pública, como defesa à família, liberdade de expressão, valores religiosos e patriotismo.

O presidente reeleito tem como compromisso para o novo mandato manter o Auxílio Brasil a R$ 600. O projeto da Lei Orçamentária (PLOA) do ano que vem enviado pelo governo ao Congresso Nacional prevê o pagamento do benefício de R$ 400, mas Bolsonaro afirmou que o valor será ampliado. Segundo ele, isso será possível com a taxação de lucros e dividendos de pessoas que ganham acima de R$ 400 mil por mês.

Outra promessa de Bolsonaro é aumentar o salário dos servidores públicos vinculados ao Executivo federal, algo que ele não conseguiu fazer durante o primeiro mandato. Para 2023, o governo tem a previsão de usar R$ 11,6 bilhões do Orçamento na recomposição de funcionários, mas ainda falta definir qual será o percentual de reajuste.

O presidente reeleito também assumiu o compromisso de aprovar reformas estruturantes, sobretudo a tributária. Bolsonaro pretende, ainda, rever gastos e desvincular e desindexar despesas públicas para, segundo ele, aumentar a eficiência do uso do dinheiro público para atender às necessidades da população brasileira.

Além disso, o presidente fala em aperfeiçoar a legislação trabalhista para facilitar as contratações, desburocratizar e desregular as normas para favorecer a criação de empresas e o empreendedorismo.

Ele também promete prosseguir na abertura comercial, com a redução da tributação das empresas nacionais e também dos impostos de importação, criando um ambiente de concorrência e competitividade para tentar reduzir preços e melhorar a oferta e a qualidade dos produtos e serviços.

Lula

O ex-presidente tem como principal compromisso, caso seja eleito, implantar políticas públicas para socorrer a população mais carente, sobretudo para combater a fome. Lula promete manter o Auxílio Brasil a R$ 600 e transferir um adicional de R$ 150 para famílias beneficiárias do programa que tenham filhos de até 6 anos de idade — o bônus será pago a cada criança dentro dessa faixa etária. Além disso, o petista garante que vai reajustar o salário mínimo sempre acima da inflação.

Lula também diz que vai criar oportunidades de trabalho e de emprego. A proposta do governo dele é implementar uma nova legislação trabalhista, de extensa proteção social a todas as formas de ocupação, de emprego e de relação de trabalho. O petista quer dar maior atenção a profissionais autônomos e domésticos, a trabalhadores em home office e aos mediados por aplicativos e plataformas.

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Alan Rick se consagra como o novo senador acreano

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Líder da corrida pelo senado no Acre em todas as pesquisas, a vitória de Alan Rick, do União Brasil, parecia ser apenas uma questão de tempo para a militância do candidato que chegou a ser destituído da direção do partido no Acre para não concorrer ao cargo de vice-governador na chapa de Gladson Cameli, do Progressistas.

A confirmação de que o nome de Alan Rick era altamente competitivo nessas eleições começou a se materializar assim que as primeiras urnas começaram a ser totalizadas. A cada atualização, se constatava que as projeções feitas pelos institutos de pesquisa estavam corretas.

O desvio de rota entre a composição da chapa com Cameli, desfeita com dissolução da Comissão Executiva estadual União Brasil, e a decisão de concorrer para o Senado da República aparenta ter fortalecido ainda mais o nome do parlamentar que agora mudará de casa no Congresso Nacional.

Em uma eleição marcada por indefinições que apenas cessaram nas últimas horas do prazo para a confirmação oficial das candidaturas, o deputado federal Alan Rick garantiu a eleição quando a apuração atingiu a casa dos 80% dos votos apurados com ele obtendo 37,51% dos votos válidos.

Já o candidato do atual governador, Ney Amorim, do Podemos, fez uma disputa voto a voto na disputa pelo segundo lugar contra o candidato Jenilson Leite, do PSB. Juntos, eles somavam um pouco mais de 30% dos votos válidos quando a eleição para o senado foi decidida.

Coadjuvantes, as candidatas Nazaré Araújo (PT), Márcia Bittar (PL) e Vanda Milani (PROS), somaram juntas cerca de 25% dos votos válidos. Sanderson Moura (PSOL) e Dimas Sandas (AGIR), totalizaram juntos menos de 1% dos votos válidos, quando a eleição foi decidida.

Aos 45 anos, Alan Rick Miranda é acreano de Rio Branco, nascido em 23 de outubro de 1976. Jornalista de profissão, ele também é administrador de empresas, com habilitação em comércio exterior e pós-graduado em jornalismo político, além de poeta e cronista com dois livros publicados.

Depois de dois mandatos como deputado federal, agora Alan Rick se juntará aos outros senadores que disputaram a eleição para o governo do Acre, Marcio Bittar, do União Brasil, e Sérgio Petecão, do PSD, como o novo representante do Acre na mais importante casa legislativa do país.

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