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Bope apreende entorpecentes no bairro Defesa Civil na Capital

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Assessoria de Comunicação da PMAC

Durante patrulhamento no bairro Defesa Civil, policiais militares da Companhia de Policiamento de Choque (Cpchoque) e da Companhia de Policiamento com Cães (Cpcães) apreenderam quase seis quilos de entorpecentes na tarde de terça-feira, 14.

Os militares se depararam com um cidadão que, ao avistar a viatura, empreendeu fuga, arremessou um objeto que tinha nas mãos e, ainda, deixou cair algumas embalagens que carregava. Os militares observaram que se tratava possivelmente de maconha.

Uma equipe da Cpcães esteve no local com os cães farejadores e realizaram buscas por mais entorpecentes na região, encontrando, em uma região de mata, uma quantia de 3,876 kg de substância esverdeada, aparentando ser maconha e 1,935 kg, possivelmente de cocaína.

O suspeito conseguiu se evadir, e os policiais encaminharam o material apreendido à delegacia para que fossem tomadas as providências ao caso.

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Dólar opera em queda, abaixo de R$ 5,40; 3ª semana seguida

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O dólar opera em queda nesta sexta-feira (28), caminhando para 3ª semana seguida no vermelho.

Às 11h17, a moeda norte-americana caía 0,75%, vendida a R$ 5,3824. Veja mais cotações. Na mínima da sessão, chegou a R$ 5,3759.

Na quinta-feira, o dólar fechou em queda de 0,35%, a R$ 5,4228. Com o resultado, acumula queda de 2,73% no mês e no ano.

Cenário

No cenário interno, o IBGE informou que a taxa de desemprego no Brasil recuou para 11,6% no trimestre encerrado em novembro, mas a falta de trabalho ainda atinge 12,4 milhões de brasileiros. Apesar da queda do desemprego, o rendimento real habitual caiu 4,5% frente ao trimestre anterior, para R$ 2.444 – o menor rendimento da série histórica iniciada em 2012.

A FGV informou que o IGP-M, conhecido como inflação do aluguel, ficou em 1,82% em janeiro, acumulando alta de 16,91% em 12 meses. Já as confianças do comércio e dos serviços começaram o ano em queda, recuando a patamares do início de 2021, durante a segunda onda da Covid.

No exterior, os mercados seguem preocupados com a política monetária dos Estados Unidos, ao final de uma semana de bastante volatilidade, em que o Federal Reserve, o BC norte-americano, afirmou que deve começar em breve a subir a taxa de juros do país.

Os mercados também avaliam dados sobre o PIB de alguns países europeus, divulgados mais cedo: na Alemanha, a pandemia voltou a pesar no final do ano, levando a uma queda de 0,7% no quarto trimestre. Já na França a economia cresceu 0,7% no mesmo período.

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Justiça do DF arquiva caso do triplex do Guarujá envolvendo Lula

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A juíza Pollyanna Alves, da 12ª Vara Federal Criminal de Brasília, determinou o arquivamento do processo sobre o triplex do Guarujá envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A decisão, desta quinta-feira (27), ocorre depois que a Procuradoria da República no Distrito Federal pediu o arquivamento do caso.

Em manifestação enviada à Justiça Federal, a procuradora da República Marcia Brandão Zollinger apontou a prescrição (fim do prazo para punição) dos supostos crimes cometidos pelo ex-presidente.

A manifestação foi motivada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que em abril considerou suspeita a atuação do ex-juiz Sérgio Moro no caso e anulou a condenação de Lula.

Com a anulação da condenação, a investigação foi encaminhada para a Justiça Federal em Brasília. Além disso, a investigação teria que recomeçar do zero e não seria possível reaproveitar provas colhidas no processo original, de Curitiba.

Na decisão, a juíza reconhece que houve prescrição, já que o prazo para réus com mais de 70 anos é reduzido pela metade.

“Ressalto, por oportuno, que a prescrição ora reconhecida decorre da anulação promovida pelo Supremo Tribunal Federal de todos os atos praticados pelo então juiz federal Sérgio Fernando Moro”, diz.

“Pelo exposto, acolho a promoção ministerial e determino o arquivamento dos autos”, escreveu.

 

Com informações do G1

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Rússia pode invadir Ucrânia no próximo mês, alerta Biden

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Presidentes dos EUA e da Ucrânia conversaram por telefone

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, alertou para a “forte possibilidade” de a Rússia invadir a Ucrânia no próximo mês, informou a Casa Branca. O anúncio surge depois de conversa telefônica entre Biden e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“O presidente Biden afirmou que existe forte possibilidade de os russos invadirem a Ucrânia em fevereiro”, disse a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Emily Horne.

Durante a conversa, Biden “reafirmou a prontidão dos Estados Unidos, juntamente com seus aliados e parceiros, para responder de forma decisiva se a Rússia invadir ainda mais a Ucrânia”, acrescentou Emily.

Os EUA estão preparando sanções econômicas severas no caso de um ataque à Ucrânia, estando dispostos a fortalecer a presença militar na Europa Oriental, se necessário. Mas uma intervenção militar norte-americana na Ucrânia, que não é membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), está fora de questão.

Biden e Zelensky repetiram o princípio de que não haveria “decisão sobre a Ucrânia sem a Ucrânia”. Nessa quinta-feira (27), os Estados Unidos solicitaram reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a Ucrânia, a primeira vez que o órgão vai discutir oficialmente a crise do país do leste europeu.

Biden também assegurou a Volodymyr Zelensky que a embaixada americana no seu país continua “aberta e totalmente operacional”, embora Washington tenha decidido repatriar as famílias dos seus funcionários diplomáticos.

A Ucrânia criticou a decisão dos EUA de retirarem famílias e o pessoal não essencial da embaixada em Kiev, medida que considera desproporcional.

O presidente norte-americano prometeu ainda apoio adicional de assistência econômica a Kiev.

Este foi o terceiro encontro entre os dois líderes desde dezembro.

Joe Biden manifestou apoio às discussões realizadas no chamado formato diplomático da “Normandia”, ou seja, entre Rússia e Ucrânia, sob mediação da França e da Alemanha.

Para esta sexta-feira, está marcada conversa, por telefone, entre os presidentes da França, Emmanuel Macron, e da Rússia, Vladimir Putin.

O próximo ciclo de encontros está programado para a segunda semana de fevereiro, em Berlim.

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