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Câmara de Brasiléia realiza última sessão de 2021 e aprova projeto de Abono salarial para Educação

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A última sessão ordinária da Câmara Municipal de Brasiléia antes do recesso parlamentar ocorreu na manhã desta terça-feira (14) no plenário José Cordeiro Barbosa, e contou com a presença dos vereadores Jurandir Queiroz (PROS), Leomar Barbosa (PSD), Leonir de castro (PP), Lessandro Jorge (PT), Marinete Mesquita (PT), Neiva Badotti (PSB), Reinaldo Gadelha (MDB), Rogério Pontes (PROS) e da presidente Arlete Amaral (SD).

Durante a ordem do dia foi votado o Projeto de Lei N° 24 do poder executivo que “Dispõe sobre a concessão de abono salarial para os profissionais da educação Básica da Rede municipal de ensino em efetivo Exercício, na forma que específica.” O projeto foi aprovado por unanimidade pelos parlamentares presentes.

No geral serão comtemplados com o abono salarial 357 servidores, sendo 216 professores, 133 servidores administrativos e 08 auxiliares de sala.

Durante o grande expediente os parlamentares fizeram o uso da tribuna, onde debateram assuntos de interesse da comunidade.

Vereador Lessandro Jorge (PT): O parlamentar no uso de suas atribuições, iniciou sua fala relatando a respeito do abono salarial concedido aos servidores da educação, ressaltou que o valor é pouco, porém é o que o poder executivo pode pagar. O Nobre edil fez uma retrospectiva de seu mandato, segundo o mesmo foram votados 24 projetos do executivo, todos em benefícios da população e também relata suas várias indicações de melhorias para a cidade. Parabenizou todos os parlamentares pelos trabalhos exercidos em prol da sociedade de Brasiléia, reafirmou o seu respeito por todos eles. Parabenizou também a presidente Arlete Amaral pela forma que vem conduzindo os trabalhos na casa, parabeniza todos os servidores da casa, em especial a comunicação que vem revolucionando os trabalhos.  Agradeceu ainda sua família por sempre estar ao seu lado o apoiando. Finalizou desejando um feliz Natal e um próspero ano novo a todos.

Vereador Leomar Barbosa (PSD): O parlamentar no uso de suas atribuições, começou suas palavras agradecendo a toda população de Brasiléia que acompanha seus trabalhos, ressaltou que está de cabeça erguida e sempre estará ao lado da população. O parlamentar expressou seu descontentamento em não poder discutir sobre o abono para os servidores da educação, segundo o mesmo é um valor insignificante fornecido aos servidores. O vereador afirma que era para ter acontecido uma discussão com a categoria a respeito do abono antes de ser enviado para a câmara. Reafirmou seu compromisso com a população e ressaltou ser um vereador independente. Adiantou seu voto dizendo que iria votar favorável para o abono, porém votará de coração partido, pois segundo ele os servidores merecem muito mais. Dando continuidade solicita que melhorias sejam realizadas na rua Antônio Almeida Campos no bairro Alberto Castro, tendo em vista os constantes problemas de alagamentos. Finaliza desejando um feliz Natal e um próspero ano novo para todos.

Vereador Jurandir Queiroz (PROS): O parlamentar no uso de suas atribuições, Iniciou suas palavras cumprimentando a todos os presentes no recinto, ressaltou o prazer de ter convivido durante o ano com todos os funcionários e vereadores da casa. O parlamentar frisou que a cidade de Brasiléia está em avanço, no caminho certo, mesmo tendo vários problemas a serem resolvidos. O vereador se colocou à disposição da categoria da educação caso tenham alguma outra estratégia em relação ao abono. Agradeceu a população de Brasiléia por ajudar o mesmo a realizar um sonho, ser vereador na cidade. O nobre edil reafirma que mesmo as dificuldades sendo grandes, os avanços vêm acontecendo em toda cidade. Finaliza reafirmando seu compromisso com a população e parabenizando presidente Arlete Amaral e a mesa, pela condução dos trabalhos na casa.

Vereadora Neiva Badotti (PSB): A parlamentar no uso de suas atribuições, deu início à sua fala cumprimentando a todos os presentes na sessão, solicitou que seja enviado requerimento a secretária de educação pedindo o total de profissionais efetivos, provisórios, lotação e a planilha de pagamentos referentes aos anos de 2020 e 2021. Dando seguimento à sua fala, a vereadora demonstra seu descontentamento em relação a chegada de alguns projetos já para serem votados em cima da hora sem que aconteça a devida tramitação. A mesma diz que votará favor do abono para educação, porém afirma que os servidores da educação mereciam muito mais, ressalta que o abono deveria ser pago por contrato e não por CPF. A vereadora expressou a sua solidariedade aos 22 servidores provisórios que não vão receber o abono, e afirma estar à disposição da categoria. A parlamentar relata uma situação que está acontecendo no hospital regional onde existe uma área preparada para receber as pessoas acometidas por Covid-19, porém o local se encontra fechado, ficando os pacientes infectados pela Covid-19 no mesmo setor que outros pacientes com outras doenças. A nobre edil pede que providências sejam tomadas para que seja evitada a contaminação de outros pacientes.

Vereadora Marinete Mesquita (PT): a parlamentar no uso de suas atribuições, deu início ao uso da tribuna relatando que falta trato com as categorias pelo executivo, segunda parlamentar faltou por parte do executivo discutir com a categoria a respeito do valor desse excedente do FUNDEB, faltou diálogo. A parlamentar afirmou que entende o empenho, boa vontade do executivo, porém reafirma que faltou o diálogo com a categoria. Ressaltou sua tristeza pelos servidores provisórios da educação não serem contemplados com o abono. Dando segmento a sua fala, reafirmou seu compromisso com todas as categorias do município. A parlamentar fez uma retrospectiva de suas ações durante o ano, onde inicialmente apresentou um projeto de revogação do aumento do salário dos vereadores, apresentou o anteprojeto em relação ao PCCR da educação que foi aprovado por unanimidade, seguindo a vereadora apresentou PL voltado aos fazedores de cultura do município de Brasiléia que foi transformado em lei, relatou também os vários embates que entrou a respeito das famílias que perderam suas casas na enchente 2012/2015 em Brasiléia. A vereadora ressalta a importância das suas várias pautas debatidas ao longo do ano. Finaliza reafirmando que seu mandato está a serviço da população.

Após o fim dos trabalhos no presente ano os parlamentares só voltarão a se reunir para uma sessão após o recesso, porém, se houver necessidade da realização de sessões extraordinárias os nobres edis poderão ser convocados a comparecerem à casa do povo durante o período que estiverem no recesso parlamentar.

Vale destacar que a câmara continuará em pleno funcionamento caso algum morador necessite de alguma informação, das 7h às 13h, de segunda a sexta-feira, com exceção dos dias que ocorrerem feriados e finais de semana.

Para a presidente Arlete Amaral (SD) o ano de 2021 foi muito proveitoso, pois foram aprovados pelos vereadores vários projetos para beneficiar a população, além do mais foram realizadas inúmeras indicação pelos parlamentares em favor da comunidade brasileense. A parlamentar expressa sua felicidade pela condução dos trabalhos na casa juntamente com a mesa, e ressalta a importância das 38 sessões ordinárias e 2 sessões extraordinárias que aconteceram durante o ano na casa do povo.

As sessões são transmitidas ao vivo pela Internet, no Facebook Câmara Municipal de Brasiléia e no Portal Legislativo camaramunicipaldebrasileia.com.br

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Humilhada nas redes, jovem se forma vendendo batatinha frita

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Bevalyne Kwamboka acabou sendo ridicularizada, mas deu a volta por cima se formando professora (à direita) Foto: Arquivo Pessoal

Uma jovem humilhada nas redes sociais por vender batatinha frita para conseguir bancar os estudos deu a volta por cima e mostrou o resultado do esforço. Mais do que sustentar a família, Bevalyne Kwamboka conquistou o tão sonhado diploma de professora.

A queniana chegou a ser ridicularizada e recebeu diversos comentários negativos após divulgar nas redes sociais a venda das batatas que ela faz, usando vestidos justos e curtos e com a mão nas frituras.

Aquilo que seria uma forma de chamar atenção acabou virando motivo de piada. Ela sofreu muito com as críticas, mas não desistiu.

Sustento

Bevalyne estudava para ser professora e a melhor forma que encontrou para progredir e pagar seus estudos foi vendendo batatas à tarde, já que ela e seus pais estavam em situação de pobreza.

E foi justamente graças ao pequeno negócio que eles conseguiram se sustentar durante todo esse tempo.

A jovem frequentava a escola de manhã e à tarde instalou o negócio debaixo de uma ponte para vender suas batatas.

Bevalyne usou as redes sociais para promover o negócio e tentar aumentar as vendas.

Mas o resultado não foi o que ela esperava. Embora ela estivesse muito orgulhosa do esforço, as pessoas criticaram a maneira como ela divulgava as vendas.

Bevalyne admitiu que chorou ao ver tantos comentários de ódio. Em entrevista à TV47, ela disse que aquelas piadas realmente a machucaram.

Mas ela persistiu e, após quatro anos, Bevalyne finalmente se formou em dezembro de 2021 no  curso de Magistério.

Volta por cima

Depois da conquista a jovem fez um post no Twitter. Ela agradeceu todo o apoio recebido e disse que se orgulha de usar o capelo em seu estande de batatas, como forma para comemorar este lugar tão importante para sua história.

Muitos usuários a parabenizaram e continuaram escrevendo palavras de incentivo. Eles reconheceram que, sem dúvida, todo o esforço de Bevalyne valeu a pena e sua história é muito inspiradora.

Um dos elogios reconhece o fato de que, apesar das críticas e de todo o desânimo que recebeu, ela conseguiu o diploma universitário graças à venda de batatas fritas, uma forma honesta de sustentar a família e alcançar o grande sonho.

A estudante queniana vendia batatas para sustentar a família Foto: Arquivo Pessoal

A estudante queniana vendia batatas para sustentar a família Foto: Arquivo Pessoal

Com informações do Nation

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Farmácias e laboratórios do AC passam por fiscalização que avalia preços dos testes de covid-19

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Ações ocorrem na capital acreana, Rio Branco e também em Cruzeiro do Sul. Pelo menos 20 estabelecimentos devem ser fiscalizados.

Pelo menos 20 estabelecimentos devem ser fiscalizados — Foto: José Caminha/Secom

Com o objetivo de verificar os preços praticados pelos testes de Covid-19, o Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-AC) iniciou nesta semana uma ação de fiscalização em farmácias e laboratórios de Rio Branco e Cruzeiro do Sul.

A ação faz parte de um pedido da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB-AC) e começou na quarta-feira (19) e segue durante a próxima semana. Pelo menos 20 estabelecimentos devem ser fiscalizados.

A diretora-presidente do Procon, Alana Albuquerque, disse que nas visitas são solicitadas planilhas de custos e notas fiscais para a análise técnica do preço praticado e a partir disso é verificado se há abuso por parte de algum fornecedor.

Alana disse que ainda não há um balanço de algum caso de flagrante porque o material recolhido deve ser analisado. Ela alerta que a ação do instituto é para advertir aos laboratórios particulares quanto à disparidade de preços cobrados nos testes.

“Tivemos notícias que alguns estão praticando preços exorbitantes. Os fiscais solicitaram as notas fiscais e valores de venda dos testes atualizados, os documentos ainda estão sendo enviados pelos fornecedores, para somente após ser emitido relatório técnico de análise com a conclusão identificando se há ou não abusividade no preço da venda dos testes”, explicou.

Após a conclusão do relatório de análise técnica, que será realizado pelo Núcleo de Atendimento Técnico (NAT) do Ministério Público, Alana disse que se for constata alguma prática abusiva, o Procon irá instaurar o processo administrativo com a aplicação das penalidades.

“Havendo conclusão de prática abusiva, o Procon instaurará o processo administrativo sancionatório com a aplicação das penalidades pertinentes, no caso, a multa pecuniária”, disse.

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Pedagogo do Acre ganha R$ 3 mil de indenização de multinacional por falha em videogame

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Decisão é do 2º Juizado Especial Cível da Comarca de Rio Branco, que julgou procedente pedido que ainda cabe recurso.

Pedagogo Rodrigo Alves Maia, de 38 anos, deve ser indenizado em R$ 3 mil pela empresa Microsoft por danos morais, após comprar um videogame e um dos jogos adquiridos apresentar falha. — Foto: Arquivo pessoal

Pedagogo Rodrigo Alves Maia, de 38 anos, deve ser indenizado em R$ 3 mil pela empresa Microsoft por danos morais, após comprar um videogame e um dos jogos adquiridos apresentar falha. — Foto: Arquivo pessoal

O pedagogo Rodrigo Alves Maia, de 38 anos, deve ser indenizado em R$ 3 mil pela empresa Microsoft por danos morais após comprar um videogame e um dos jogos adquiridos apresentar falha. A decisão é do 2º Juizado Especial Cível da Comarca de Rio Branco, que julgou procedente o pedido dele e ainda cabe recurso.

O g1 entrou em contato com a empresa, que informou que assunto foi encaminhado aos advogados da área e aguarda resposta.

Maia contou que era para jogar o jogo de futebol Pro Evolution Soccer 2021 e, quando comprou, a Microsoft lançou uma atualização para esse videogame.

“Quando a Microsoft lançou esse videogame também lançou junto uma atualização, igual celular. Algumas pessoas descobriram a falha no sistema, que consistia no seguinte: você jogava a partida on-line, que têm pessoas do mundo todo e, quando estava ganhando, eles davam um jeito de te derrubar, cancelar aquela partida que estava ganhando”, relatou.

E assim foram surgindo as dores de cabeça para o apreciador do jogo, já que não conseguia concluir as partidas, quando estava ganhando.

“Eles forçavam um erro, que achava ser normal do jogo, cancelava a partida e começava outra. Não tinha perda nenhuma, não perdia os pontos e nada. Só que não conseguia terminar uma partida que estivesse ganhando. Se tivesse perdendo, tudo bem, não cancelavam, era benefício para eles. Agora se tivesse ganhando, aí faziam de tudo para derrubar essa partida”, relatou.

O pedagogo disse que não sabe quantas vezes aconteceu isso com ele. Mas, ressaltou que acontecia com vários outros usuários do videogame.

Com as dificuldades para conseguir jogar, ele relatou que entrou no site da empresa e encontrou pelo menos 300 reclamações pedindo para resolver os problemas referentes à interrupção das partidas.

“Liguei para as atendentes, entrei em contato com a Microsoft Brasil pelo Instagram, por todas as redes sociais, falei até com o presidente do Xbox deles, mas nunca tive resposta por nenhum deles, nem por atendente, nem e-mail. Sempre diziam que a culpa era do jogo”, relembrou.

Mensagens eram enviadas quando as partidas eram canceladas — Foto: Arquivo pessoal

Decisão

A decisão de entrar na justiça ocorreu após um comunicado do próprio jogo que, segundo ele, emitiu uma nota esclarecendo que a culpa do erro era da própria Microsoft, do sistema devido à atualização.

“Comprei o videogame no lançamento, paguei à vista para não usufruí do jogo que queria jogar. Fiz uma pesquisa na internet, como iria funcionar, se alguém já tinha entrado na justiça alegando essas mesmas coisas, se era viável. Resolvi entrar sozinho, sem advogado, expus o problema e ganhei”, contou.

Com a ação judicial, o juiz entendeu que era uma questão de direito do consumidor e deu uma decisão favorável a ele. O pedagogo relatou ainda que o jogo é um hobby e foi prejudicado ao não conseguir fazer a atividade.

Maia afirmou que o processo foi um pouco demorado, devido à pandemia, e ocorreu todo de forma on-line. Ele ressaltou ainda que depois de entrar na justiça, cerca de três meses depois, o problema foi solucionado, porém, o processo já estava em andamento.

“Expliquei que todo mundo tem seus hobbys, tem gente que gosta de andar de bicicleta, de ir à academia, o meu é esse: chegar do trabalho ou da faculdade e jogar. Devido a isso, não dava para fazer, me senti prejudicado”, concluiu.

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