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Caminhada da Esperança: Com apoio da população, campanha de Mara toma avenida de Epitaciolândia

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O nome de Mara Rocha ao governo do Acre recebe a cada dia mais apoio dos acreanos. Exemplo disso foi a Caminhada da Esperança realizada no município de Epitáciolândia na tarde desta sexta-feira, 16.Ao lado da ex-prefeita de Brasiléia, Leila Galvão, candidata à deputada estadual e do prefeito de Epitáciolândia, Sérgio Lopes, Mara Rocha andou pelas principais ruas do município afirmando que a verdadeira pesquisa é a que ouve e sente do povo que a abraça e declara apoio a sua candidatura.

Mara ressaltou ainda que fez muito pelo Alto Acre como deputada federal, trazendo recursos para a nova ponte entre as duas cidades da fronteira e apoio ao produtor rural e que como governadora vai fazer muito mais.

O município de Epitaciolândia abraçou a candidatura do 15 nas primeiras horas da tarde desta sexta-feira, 16, quando Mara chegou ao município para visitar os comércios e participar de reuniões na região. A multidão de simpatizantes e apoiadores de Leila Galvão, Daniel Dorzila, Edith Montes, Major Rocha e os demais candidatos a estadual e federal tomaram conta da Avenida Santos Dumont e fizeram uma gigantesca caminhada da Esperança.

“Estou muito feliz com a caminhada que fizemos aqui na querida Epitaciolândia ao lado do prefeito Sérgio Lopes e de nossos candidatos proporcionais. Essa caminhada abraçada pela população mostra que essas pesquisas divulgadas não condiz com a verdade que estamos vendo ao chegar nos municípios e ver a esperança da população por mudança. Como deputada fiz muito aqui no Alto Acre trazendo recursos para apoiar a produção principalmente e fiz questão de junto ao ex-ministro Tarcísio de Freitas trazer o dinheiro para a ponte entre Epitaciolândia e Brasileia que muitos prometeram, mas nunca fizeram nada para que esse senho dos moradores da fronteira fosse concretizado. Como governadora nosso povo pode ter certeza que vou fazer muito mais”, destacou Mara.

A candidata a deputada estadual, Leila Galvão que já foi prefeita de Brasileia por duas vezes e deputada estadual disse que a candidatura de Mara é a esperança do povo do Alto Acre que espera por dias melhores. Mara deixou uma candidatura quase segura de deputada federal pelo trabalho que fez para se colocar como candidata ao governo, isso tudo por entender que o povo do Acre e em especial do Alto Acre está cansado do abandono que presencia em todos os setores. Queremos Mara governadora para gerar emprego, apoiar o setor produtivo e garantir uma educação inclusive”, afirmou Galvão.

Para o prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes, Mara é a grande madrinha de Epitaciolândia e do Alto Acre. “Se pegar o histórico de todos os parlamentares que já destinaram recursos para Epitaciolândia desde sua fundação não chega nem perto do que a Mara já conquistou para o município. Por isso eu peço aos moradores de nosso município que abrace a candidatura da Mara e vote 15 dia 2 de outubro, porque a Mara sim tem compromisso também com nossa região”, disse Sérgio Lopes.

Mara segue agenda neste sábado, 17, nos municípios de Brasileia e Xapuri com caminhadas e carreatas para chegar a maiores de pessoas possível levando suas propostas de governo.

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posso votar no 2º turno se faltei ao primeiro?

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TSE trata cada turno como eleição independente

O primeiro turno das eleições foi realizado ontem (2) em todo Brasil. Já o segundo turno está marcado para o próximo dia 30. E mesmo aqueles que não votaram no primeiro turno têm direito de votar no segundo. Ou seja, o eleitor que deixou de votar ontem poderá votar no dia 30, desde que o título de eleitor esteja regularizado.

Isso ocorre porque o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trata cada turno como uma eleição independente. Dessa forma, o eleitor poderá votar se estiver em situação regular com a Justiça Eleitoral, ou seja, o título eleitoral não pode estar cancelado ou suspenso.

O título é cancelado quando o eleitor falta às urnas por três eleições seguidas e não justifica a ausência nem paga a multa. Já a suspensão ocorre quando não há cumprimento do serviço militar obrigatório, condenação criminal transitada em julgado ou condenação por improbidade administrativa.

Justificativa

Caso o eleitor não tenha votado no primeiro turno, deverá apresentar justificativa à Justiça Eleitoral em até 60 dias. Ou seja, como o segundo turno é ainda este mês, a menos de 30 dias do primeiro turno, será possível votar antes mesmo de justificar a ausência na zona eleitoral no último domingo. O prazo para justificar ausência no primeiro turno é 1º de dezembro de 2022. Já a ausência no segundo turno deve ser justificada até 9 de janeiro de 2023.

Mesmo passada a eleição, é importante apresentar a justificativa de ausência. Existem algumas formas de fazê-lo: pelo aplicativo e-Título; pelo Sistema Justifica, nos portais da Justiça Eleitoral; ou preenchendo um formulário de justificativa eleitoral.

Cada justificativa é válida somente para o turno ao qual a pessoa não tenha comparecido por estar fora de seu domicílio eleitoral. Assim, caso tenha deixado de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência a cada um, separadamente, obedecendo aos requisitos e prazos de cada turno.

O acesso ao aplicativo e-Título está disponível somente para quem está com o título eleitoral regular ou suspenso.

Para justificar a ausência no Sistema Justifica, o eleitor deverá informar os dados pessoais exatamente como registrados no cadastro eleitoral. Em seguida, deve declarar o motivo da ausência às urnas e anexar a documentação comprobatória digitalizada. Em seguida será gerado um código de protocolo para acompanhamento e o requerimento será transmitido à zona eleitoral responsável pelo título do eleitor ou da eleitora para análise. Após a decisão, a pessoa será notificada.

Se a opção for pela entrega do Requerimento de Justificativa Eleitoral. O formulário deve ser impresso e preenchido com os dados pessoais e a justificativa da ausência, anexando os documentos comprobatórios. O requerimento deverá ser entregue em qualquer cartório eleitoral ou ser enviado via postal à autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título.

Caso não justifique dentro do prazo, além de pagar uma multa de R$ 3,51, a pessoa fica impedida de retirar documentos como passaporte e RG; receber salário ou proventos de função em emprego público; prestar concurso público; renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; entre outras consequências. O site do TSE traz a lista completa dos efeitos ao eleitor da ausência e da não justificativa.

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Brasil teve 939 registros de crimes eleitorais e 307 prisões

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Estado com maior número de flagrantes de crimes eleitorais é MG

Calçadas sujas perto de seções eleitorais da Tijuca, zona norte da cidade, durante a votação de 1º turno.

Balanço da Operação Eleições 2022 divulgado às 17h pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública contabiliza 939 crimes eleitorais e 307 prisões em todo o país neste domingo (2) de eleições. Foram 233 registros de crimes de boca de urna e 149 de compra de votos/corrupção eleitoral. Há, ainda, 33 casos de violação ou tentativa de violação do sigilo do voto.

O estado com maior número de flagrantes de crimes eleitorais é Minas Gerais, com 97 registros. Goiás e Paraná tiveram 91 registros de prisão, cada. Acre vem na sequência com 72 flagrantes de crimes, seguido do Pará e do Rio de Janeiro, ambos com 60 registros.

Das 307 prisões, 38 foram registradas em Roraima; 32 no Amazonas; 30 no Pará; 25 em Minas Gerais; e 24 no Acre e no Amapá. Foram 40 casos de transporte irregular de eleitores, dos quais 11 no Pará; seis no Amazonas; e cinco no Rio Grande do Norte.

Os estados com mais registros de boca de urna são Paraná e Goiás – ambos com 28 registros. Na sequência vem Acre e Minas Gerais, com 23 ocorrências cada; Rio de Janeiro (21); Mato Grosso (15) e Santa Catarina (13).

Até o momento, R$ 1,969 milhão foi apreendido com suspeitos. No Paraná foram apreendidos R$ 700 mil. No Piauí, mais R$ 383,8 mil; e em Roraima, R$ 207 mil. Ao todo, 11 armas foram apreendidas próximas aos locais de votação.

Dos 74 crimes comuns cometidos em locais de votação, 64 foram contra candidatos. O Rio de Janeiro é o estado com maior quantidade deste tipo de crime (24), com uma incidência quatro vezes maior do que a do segundo lugar, que foi Goiás, com seis ocorrências. Em terceiro lugar está o Ceará, com cinco registro de crimes contra candidatos.

Dos 20 casos de falta de energia elétrica nos locais de votação, nove foram em Minas Gerais; quatro no Piauí; três no Amazonas. Bahia, Distrito Federal, Espirito Santo e Maranhão registraram um caso, cada.

Ainda segundo o balanço do ministério, até o momento foram registrados 92 incidentes de segurança pública e defesa civil. Em Minas Gerais foram 31 incidentes. Goiás e Piauí tiveram 13 incidentes, cada, seguidos de Pernambuco (6).

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Eleições 2022: quais os planos dos candidatos à presidência para o esporte?

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ge lista as propostas de cada um dos candidatos para o principal cargo da República

A dois dias das eleições para presidente do Brasil, o ge consultou os programas de governo dos candidatos disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para saber quais as políticas públicas voltadas para a área do esporte. Assim como em 2018, perto da metade dos candidatos não cita nenhuma proposta. Cinco dos 11 presidenciáveis não contemplam a área no plano de governo, que é uma diretriz para o que servirá de guia para os quatro anos de presidência.

Algumas candidaturas citam o esporte brevemente, geralmente relacionando à importância de ter a atividade física nas escolas. Quando isso aconteceu, não consideramos como proposta para a área porque é mais um plano para a educação do que política pública esportiva. Vale ressaltar que só consta na reportagem o que for proposto para os quatro anos seguintes e não o que já foi feito pelos candidatos anteriormente.

O ge procurou as assessorias de todos os candidatos que não expuseram os planos para o esporte no TSE para responder duas perguntas:

  1. Por que a proposta de governo não tem nenhuma política específica voltada para o esporte?
  2. Se vencer a eleição, o que planeja realizar nesta área no país?

Candidatos à presidência da República — Foto: Editoria de artes

Candidatos à presidência da República — Foto: Editoria de artes

Listamos abaixo o que diz cada um dos candidatos

Ciro Gomes – PDT – não cita esporte no plano de governo

O que diz a assessoria do candidato sobre a ausência do Esporte no plano de governo e sobre projetos para a área:

– A primeira ideia é a valorização da agenda do esporte na agenda do governo que foi reduzida quando o atual governo extinguiu a pasta do esporte. E essa pasta saiu rodando de ministério em ministério sem uma responsabilidade definitiva pelo tema e a agenda do esporte foi muito desvalorizada. Não só desvalorizada institucionalmente com a extinção do ministério, mas também desvalorizada no orçamento, na redução dos recursos e no esvaziamento dos programas.

– A agenda do Ciro, em primeiro lugar, é promover um lugar de destaque institucional para o esporte. O esporte educacional, de lazer, inclusão social, entretenimento e de alto rendimento. O esporte em todas as suas esferas e práticas, todas elas muito importantes. Você tem o esporte como uma atividade que vai da educação ao social e ao alto rendimento.

– Nós vamos valorizar programas que retomem a valorização do esporte em todas as suas esferas. O esporte educacional, com os jogos estudantis e universitários que foram praticamente abandonados; o programa de medalhas para apoiar os atletas de alto rendimento que também foi esvaziado. O que aconteceu na área do esporte no atual governo foi uma certa tragédia.

– Quando o grupo de planejamento do esporte foi constituído já tinha vencido o prazo de entrega do tribunal e aí não foi atualizado depois, por isso não estava no plano de governo disponível no site do TSE.

Ciro Gomes, candidato do Partido Democrático Trabalhista à presidência da República — Foto: Reprodução/TV Globo

Ciro Gomes, candidato do Partido Democrático Trabalhista à presidência da República — Foto: Reprodução/TV Globo

“Universalizar o acesso ao esporte amador

Implantar o PRÓ-AMADOR – PLANO NACIONAL DE APOIO AO ESPORTE AMADOR COMPETITIVO, reconhecendo sua importância na formação do caráter dos Jovens e no combate às drogas, promovendo ainda políticas públicas para integração da criança e do adolescente na prática do esporte, em suas várias modalidades.

Fazer do Brasil, uma nação olímpica”

Constituinte Eymael, candidato do Democracia Cristã à presidência da República — Foto: Divulgação / Democracia Cristã

Constituinte Eymael – DC

Constituinte Eymael, candidato do Democracia Cristã à presidência da República — Foto: Divulgação / Democracia Cristã

Felipe D’Ávila – Novo – não cita esporte no plano de governo

O que diz a assessoria do candidato sobre a ausência do Esporte no plano de governo e sobre projetos para a área:

– O esporte é uma das paixões da minha vida e da minha família. E acredito que é um tema que deve ser tratado primariamente pelos governos locais. Estados e municípios devem ter a competência e os recursos para definirem suas políticas de apoio ao esporte, de acordo com as características e interesses da população. Ao governo federal, cabem programas de suporte ao esporte olímpico, de alto rendimento.

– Dito isso, apoio o retorno das competições escolares, que desde cedo proporcionavam aos jovens um sentido de competição e disciplina atrelada ao esporte. Também defendo um novo modelo de governança nos clubes de futebol. A cartolagem tomou conta dos times e das confederações.

– Mais: precisamos nos espelhar no que dá certo e seguir o modelo de clubes europeus de futebol, que conseguem gerar resultados, renda, e toda uma economia ao seu redor, sem a dependência de benefícios estatais como ocorre por aqui.

Felipe d'Ávila, candidato do Partido Novo à presidência da República — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Felipe d’Ávila, candidato do Partido Novo à presidência da República — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Jair Bolsonaro – PL

“O acesso às armas de fogo também é importante instrumento de prática desportiva e cultural. Motivo de orgulho para os brasileiros, pois trata-se de nossa primeira medalha de ouro olímpica. Assim, neste segundo mandato serão preservados e ampliados o direito fundamental à legítima defesa e à liberdade individual, especialmente quanto ao fortalecimento dos institutos legais que assegurem o acesso à arma de fogo aos cidadãos.”

“Aumentar o alcance dos projetos em todo território nacional e capacitar entidades proponentes em locais de maior vulnerabilidade social são algumas das metas para o nosso próximo mandato.”

“Nossa meta é difundir o Paradesporto para garantir a inclusão social e o pleno direito à cidadania da pessoa com deficiência ao mundo do esporte.”

“O novo mandato tem o compromisso com a aprovação do Plano Nacional do Desporto e com o fortalecimento do Sistema Nacional do Desporto, pilares da política esportiva do nosso país.”

Jair Bolsonaro, candidato do Partido Liberal à presidência da República — Foto: JOSé ALDENIR/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

Léo Péricles – UP – não cita esporte no plano de governo

Leonardo Péricles, candidato do União Popular à presidência da República — Foto: Manu Coelho/Divulgação

Lula – PT

 

Página 6

“A democratização e descentralização do acesso ao esporte e ao lazer promovem desenvolvimento, combatem à violência e constroem a cidadania. Propomos políticas universais de garantia dos direitos ao esporte e ao lazer, de acordo com a Constituição Federal de 1988. O fomento ao esporte e ao lazer será reinserido na agenda nacional, incentivando a atividade esportiva nas suas várias dimensões.”

Página 7

“Incentivaremos o protagonismo dos atletas e o fortalecimento da gestão pública e transparente do sistema esportivo, contemplando os governos locais e regionais. O esporte e lazer, por meio do fortalecimento do Sistema Nacional de Esportes, serão instrumentos de resgate do orgulho nacional e da construção de uma cidadania democrática e plural, especialmente no combate à desigualdade social, na promoção da cultura da paz e contra qualquer tipo de intolerância e preconceito.”

Lula, candidato pelo Partido dos Trabalhadores à presidência da República — Foto: EVANDRO LEAL/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO

Padre Kelmon – PTB – não cita esporte no plano de governo

O que diz a assessoria do candidato sobre a ausência do Esporte no plano de governo e sobre projetos para a área:

– Defendo espírito são, mente sã em corpo são. Defendo que o esporte de base deve ser valorizado, tanto quanto a educação de base. O esporte nos ensina valores importantes, como a disciplina e o mérito de quem se esforça, como na parábola dos talentos. O esporte é uma excelente ferramenta para manter os jovens longe das drogas e será muito valorizado.

– Como defendo o mérito, acredito que os mais destacados em suas modalidades devem ter incentivo, que virá por meio de parcerias entre o setor público e o privado.

Padre Kelmon, candidato do Partido Trabalhista Brasileiro à presidência da República — Foto: Divulgação

Simone Tebet – MDB

Página 18

“Incentivar e fortalecer as políticas de incentivo ao esporte, visando garantir inclusão social aos jovens e crianças em situação de vulnerabilidade, os direitos de dignidade e cidadania.”

“Apoiar o esporte como elemento de formação pessoal e coletiva, com integração entre os recursos do esporte profissional e de alto rendimento, a formação e a base, incluindo melhores condições de infraestrutura e manutenção das estruturas esportivas.”

Simone Tebet, candidata do Movimento Democrático Brasileiro à presidência da República — Foto: Thiago Gadelha/SVM

Sofia Manzano – PCB – não cita esporte no plano de governo

O que diz a assessoria da candidata sobre a ausência do Esporte no plano de governo e sobre projetos para a área:

– O PCB entende que a prática esportiva permanente deve ser encarada como um direito de toda a população trabalhadora. Neste sentido, o governo do Poder Popular dará todo o apoio e incentivo ao esporte amador, articulando a prática esportiva com a educação e a promoção da saúde. Entendemos que o Estado não deva priorizar os megaeventos esportivos, que proporcionam vultosos lucros às grandes empresas privadas.

– Neste sentido, será promovida ampla política de investimentos nas áreas urbanas e rurais, com a criação de espaços de convivência comunitária e popular, associando cultura, esporte e lazer. Serão também ampliados os recursos do Fundeb, dirigidos aos municípios para a Educação Básica, com o incentivo à escola de tempo integral, na qual as atividades esportivas deverão fazer parte da grade curricular, para a formação integral do estudante.

– A exemplo de Cuba Socialista, cuja participação em competições internacionais é sempre destacada, é preciso direcionar os recursos públicos para o fomento do esporte olímpico, com aumento substancial dos investimentos nos esportes olímpicos para formação e treinamento de atletas (repasse de 6 bilhões de reais, o dobro do período 2013 a 2016 – época com maior volume de investimentos), privilegiando as ações de base, em parcerias com as escolas e universidades públicas.

– Propomos ainda: Estatização do Comitê Olímpico Brasileiro, do Comitê Paralímpico Brasileiro e da Confederação Brasileira de Futebol, com gestão que contemple a participação popular, das entidades dos atletas e dos clubes, para deliberação acerca dos orçamentos. Vincular o Bolsa Atleta ao salário mínimo do Dieese.

Sofia Manzano, candidata do Partido Comunista Brasileiro à presidência da República — Foto: Divulgação / PCB

Soraya Thronicke – União

“Tornar o Profesp (Programa força no esporte) uma Política de Estado e utilizar sua metodologia para implantá-lo em todo o Brasil.”

“Tornar o Brasil referência internacional no desenvolvimento das várias modalidades esportivas, por meio da formação da prática, realização e participação em eventos esportivos de qualidade.”

“Fortalecer os programas esportivos educacionais, de lazer e de inclusão social, em todo o território nacional.”

“Fortalecer o programa de infraestrutura no esporte nacional, visando melhorar o atendimento à sociedade, gerar empregos e renda.”

“Incentivar a indústria de equipamentos e de eventos esportivos e de lazer, com linhas de crédito especiais e assessoramento técnico.”

“Implantar uma política de atração de grandes produtoras de artigos esportivos com incentivos especiais de longo prazo – terrenos, apoio educacional com integração com prefeituras, visando criar empregos, renda e desenvolver a cadeia produtiva do esporte e do lazer.”

“Implantar uma agenda contínua de macro e micro eventos federais, estaduais e municipais, em parceria com clubes, associações, tanto para trabalhadores ou aposentados e para a população de baixa renda.”

“Reduzir a carga fiscal em toda a linha de suprimentos e reforçar o desconto no IRPJ.”

“Criar um programa especial para formar treinadores esportivos em todas as modalidades e chancelar oficialmente essa formação.”

“Criar um cadastro nacional de técnicos esportivos e acompanhar seu desenvolvimento profissional.”

“Fazer o censo esportivo nacional, humano e patrimonial.”

“Ampliar e implantar o PROFEST em todo o Brasil, de forma a promover a inserção de jovens no mercado esportivo, como atletas e empreendedores.”

“Implantar programa de escolinhas esportivas em parceria com os clubes e associações em todo o Brasil.”

“Implantar um programa de reconhecimento de atletas e mestres de todas as modalidades esportivas para atuarem como conselheiros e palestrantes em todo o Brasil.”

“Aperfeiçoar a Lei Geral do Esporte, sobretudo nas áreas da profissionalização, da comunicação e do aproveitamento dos clubes na formação e realização de eventos.”

“Incentivar a Educação Física Escolar adequando a legislação para estimular a prática.”

“Implantar uma política de massificação do ‘Esporte para Todos’ em regiões completamente esquecidas.”

“Fortalecer os jogos indígenas.”

“Implantar programa de capacitação dos profissionais de Educação Física nos três níveis do desporto, com foco no Desporto de Alto Nível.”

“Aperfeiçoar a seleção e diversificação dos projetos da Lei de Incentivo ao Esporte, com foco estratégico.”

“Ampliar o programa Bolsa Atleta fortalecendo os esportes Olímpicos na base.”

“Implantar o Projeto de inteligência esportiva para gerenciar estrategicamente o setor e acompanhar as inovações ligados a toda cadeia produtiva do desporto e do lazer.”

“Implantar uma rigorosa política de combate ao doping.”

“Fortalecer o sistema paraolímpico e desenvolver a indústria de serviços e produtos para o setor, gerando empregos e renda.”

“Promover a realização de eventos esportivos diversos e de nível internacional no Brasil, para incentivar o turismo esportivo e fortalecer toda a cadeia produtiva direta e indireta, gerando empregos e renda.”

“Implantar, em parceria com os municípios, um sistema de desenvolvimento de práticas de esportes e de lazer, conforme a vocação regional, visando criar condições de ascensão social e empregos, em todo o Brasil.”

“Implantar uma política de lazer esportivo e de recreação para todas as idades e em todo o país.”

“Investir na prática esportiva e de lazer para a terceira idade, em todo o Brasil.”

“Adequar equipamentos públicos para atender as necessidades de idosos em atividades desportivas e de recreação.”

“Reformar e criar espaços de práticas esportivas e de lazer, em todo o Brasil, visando oferecer melhores condições e serviços à população.”

“Criar programa de formação profissional para atividades de lazer e recreação para idosos.”

“Criar programa de formação profissional para cuidadores de deficientes físicos, para melhorar sua especial condição e gerar empregos e renda.”

Soraya Thronicke, candidata do União Brasil à presidência da República — Foto: Carla Carniel/Reuters

Vera – PSTU

 

Página 14

“Investimento no esporte e na cultura para possibilitar a inclusão da energia física e criativa da juventude do país”

 

Soraya Thronicke, candidata do União Brasil à presidência da República — Foto: Carla Carniel/Reuters

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