Colonos invadem sede do INCRA em Brasiléia por tempo indeterminado

Sede do INCRA em Brasiléia estão com suas dependências lotada de agricultores da RESEX por tempo indeterminado. – Foto: Alexandre Lima Alexandre Lima Os colonos que moram na Reserva Chico...

Sede do INCRA em Brasiléia estão com suas dependências lotada de agricultores da RESEX por tempo indeterminado. - Foto: Alexandre Lima
Sede do INCRA em Brasiléia estão com suas dependências lotada de agricultores da RESEX por tempo indeterminado. – Foto: Alexandre Lima

Alexandre Lima

Os colonos que moram na Reserva Chico Mendes – RESEX, invadiram novamente a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma AgráriaINCRA na cidade de Brasiléia, depois de duas semanas conforme o prometido no dia 28 de junho passado. O motivo seria a suspensão de um auxílio federal onde beneficiaria cerca de 300 famílias.

Desde o dia 13 de junho passado, o presidente do INCRA suspendeu qualquer tipo de pagamento no território nacional, sendo que especificamente no município de Brasiléia, inicialmente seria 148 famílias beneficiadas com uma renda de um salario mínimo aproximadamente.

Segundo a presidente da Associação dos Moradores e Produtores da Reserva Extrativista Chico Mendes – Amopreb, de Brasiléia e Epitaciolândia, Luíza Carlota da silva Caldas, juntamente com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia, estão dispostos a ficar por tempo indeterminado na sede, enquanto os acordos fossem cumpridos.

Somente no município de Brasiléia, pode ter três mil beneficiados com esse programa, divididos em cerca de 35 núcleos de base, além dos vizinhos de Xapuri e Assis Brasil. Esse dinheiro serviria para aquisiçãoo de material para trabalho no campo, bens de consumo e construção de casas.

Ouça entrevista abaixo com a presidente da AMOPREB, Luíza Carlota.

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