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Condutor de veículo perde o controle e cai sobre praça em Epitaciolândia

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Um senhor de 65 anos sofreu um ferimento na testa, foi socorrido e levado ao hospital.

Este seria o segundo acidente neste ano envolvendo veículos que ‘caíram’ encima da praça 28 de Abril, localizada ao lado da rodoviária municipal de Epitaciolândia. Graças a Deus nenhum dos envolvidos sofreram ferimentos graves ou coisa pior.

O fato que já deveria ter tido uma solução, seria a colocação de sinalização na rua de acesso a principal avenida da cidade, passando por detrás da praça 28 de maio. Os incidentes geralmente ocorrem no período noturno devido da falta de atenção, aliada a falta de sinalização.

No início da noite deste domingo, dia 24, um veículo VW/SpaceFox, conduzido por um senhor de 65 anos, caiu no barranco por cima de uma bicicleta. O ancião sofreu ferimento na testa e foi conduzido por socorristas do 5º Batalhão dos Bombeiros para o hospital regional Raimundo Chaar, onde foi medicado e seria liberados momentos depois.

O perigo maior seria seguido de uma tragédia, se um veículo caísse encima de pessoas, principalmente crianças e adolescentes que vão brincar na praça, principalmente nos finais de semana.

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Jovem perde controle de carro e capota encima de praça em Epitaciolândia

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Veja quem são os deputados estaduais eleitos pelo Acre; veja lista

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Mais de 400 mil eleitores acreanos foram às urnas eleger os representantes neste domingo (2)

Dos mais de 500 candidatos a deputados estaduais, o atual presidente da Assembleia Legislativa, Nicolau Júnior, foi reeleito com mais de 16,600 mil votos, Maria Antônia também foi reeleita e foi a segunda com maior número de votos: 10.540 mil. O jovem vereador Emerson Jarude foi o terceiro, com 8.540 votos. A renovação é de 50% na Casa. 13 dos 24 foram reeleitos e 12 novos assumem mandato.

Veja a lista dos eleitos por colocação.

  1. Nicolau Junior (Progressistas) – 16.636 votos;
  2. Maria Antônia (Progressistas) – 10.485 votos;
  3. Emerson Jarude (MDB) – 8.540 votos;
  4. Manoel Moraes (Progressistas) – 8.479 votos;
  5. Gilberto Lira (União Brasil) – 8.407 votos;
  6. Clodoaldo Rodrigues (Republicanos) – 8.227 votos;
  7. André da Droga Vale (Podemos) – 8.157 votos;
  8. Pedro Longo (PDT) – 7.732 votos;
  9. Tchê (PDT) – 7.390 votos;
  10. Fagner Calegário (Podemos) – 7.112 votos;
  11. Luiz Gonzaga (PSDB) – 6.680 votos;
  12. Whendy Lima (União Brasil) – 6.673 votos;
  13. Tadeu Hassem (Republicanos) – 6.175 votos;
  14. Adailton Cruz (PSB) – 6.157 votos;
  15. Drª Michelle Melo (PDT) – 5.990 votos;
  16. Edvaldo Magalhães (PCdoB) – 5.822 votos;
  17. Afonso Fernandes (PL) – 5.731 votos;
  18. Antonia Sales (MDB) – 5.720 votos;
  19. Tanizio Sá (MDB) – 5.703 votos;
  20. Chico Viga (PDT) – 5.601 votos;
  21. Gene Diniz (Republicanos) – 5.512 votos;
  22. Arlenilson Cunha (PL) – 5.471 votos;
  23. Pablo Bregense (PSD) – 5.386 votos;
  24. Eduardo Ribeiro (PSD) – 4.810 votos.

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Lula e Bolsonaro vão ao segundo turno na disputa à Presidência

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TSE confirmou o resultado por volta das 21h30 deste domingo (2); segundo turno acontece em 30 de outubro

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) disputarão o segundo turno das eleições à Presidência da República. O resultado foi confirmado neste domingo (2) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com 97% das urnas apuradas.

A votação em segundo turno ocorre em 30 de outubro, último domingo deste mês.

Lula e Bolsonaro decidirão eleições no segundo turno, em 30 de outubro
REPRODUÇÃO / ALAN SANTOS / PR

Bolsonaro

Ao longo da campanha eleitoral, Bolsonaro teve como uma das principais estratégias relembrar os casos de corrupção durante as gestões do PT na Presidência da República, em especial quando Lula foi presidente. Além disso, o chefe do Executivo enfatizou pautas que sempre nortearam a sua vida pública, como defesa à família, liberdade de expressão, valores religiosos e patriotismo.

O presidente reeleito tem como compromisso para o novo mandato manter o Auxílio Brasil a R$ 600. O projeto da Lei Orçamentária (PLOA) do ano que vem enviado pelo governo ao Congresso Nacional prevê o pagamento do benefício de R$ 400, mas Bolsonaro afirmou que o valor será ampliado. Segundo ele, isso será possível com a taxação de lucros e dividendos de pessoas que ganham acima de R$ 400 mil por mês.

Outra promessa de Bolsonaro é aumentar o salário dos servidores públicos vinculados ao Executivo federal, algo que ele não conseguiu fazer durante o primeiro mandato. Para 2023, o governo tem a previsão de usar R$ 11,6 bilhões do Orçamento na recomposição de funcionários, mas ainda falta definir qual será o percentual de reajuste.

O presidente reeleito também assumiu o compromisso de aprovar reformas estruturantes, sobretudo a tributária. Bolsonaro pretende, ainda, rever gastos e desvincular e desindexar despesas públicas para, segundo ele, aumentar a eficiência do uso do dinheiro público para atender às necessidades da população brasileira.

Além disso, o presidente fala em aperfeiçoar a legislação trabalhista para facilitar as contratações, desburocratizar e desregular as normas para favorecer a criação de empresas e o empreendedorismo.

Ele também promete prosseguir na abertura comercial, com a redução da tributação das empresas nacionais e também dos impostos de importação, criando um ambiente de concorrência e competitividade para tentar reduzir preços e melhorar a oferta e a qualidade dos produtos e serviços.

Lula

O ex-presidente tem como principal compromisso, caso seja eleito, implantar políticas públicas para socorrer a população mais carente, sobretudo para combater a fome. Lula promete manter o Auxílio Brasil a R$ 600 e transferir um adicional de R$ 150 para famílias beneficiárias do programa que tenham filhos de até 6 anos de idade — o bônus será pago a cada criança dentro dessa faixa etária. Além disso, o petista garante que vai reajustar o salário mínimo sempre acima da inflação.

Lula também diz que vai criar oportunidades de trabalho e de emprego. A proposta do governo dele é implementar uma nova legislação trabalhista, de extensa proteção social a todas as formas de ocupação, de emprego e de relação de trabalho. O petista quer dar maior atenção a profissionais autônomos e domésticos, a trabalhadores em home office e aos mediados por aplicativos e plataformas.

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Alan Rick se consagra como o novo senador acreano

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Líder da corrida pelo senado no Acre em todas as pesquisas, a vitória de Alan Rick, do União Brasil, parecia ser apenas uma questão de tempo para a militância do candidato que chegou a ser destituído da direção do partido no Acre para não concorrer ao cargo de vice-governador na chapa de Gladson Cameli, do Progressistas.

A confirmação de que o nome de Alan Rick era altamente competitivo nessas eleições começou a se materializar assim que as primeiras urnas começaram a ser totalizadas. A cada atualização, se constatava que as projeções feitas pelos institutos de pesquisa estavam corretas.

O desvio de rota entre a composição da chapa com Cameli, desfeita com dissolução da Comissão Executiva estadual União Brasil, e a decisão de concorrer para o Senado da República aparenta ter fortalecido ainda mais o nome do parlamentar que agora mudará de casa no Congresso Nacional.

Em uma eleição marcada por indefinições que apenas cessaram nas últimas horas do prazo para a confirmação oficial das candidaturas, o deputado federal Alan Rick garantiu a eleição quando a apuração atingiu a casa dos 80% dos votos apurados com ele obtendo 37,51% dos votos válidos.

Já o candidato do atual governador, Ney Amorim, do Podemos, fez uma disputa voto a voto na disputa pelo segundo lugar contra o candidato Jenilson Leite, do PSB. Juntos, eles somavam um pouco mais de 30% dos votos válidos quando a eleição para o senado foi decidida.

Coadjuvantes, as candidatas Nazaré Araújo (PT), Márcia Bittar (PL) e Vanda Milani (PROS), somaram juntas cerca de 25% dos votos válidos. Sanderson Moura (PSOL) e Dimas Sandas (AGIR), totalizaram juntos menos de 1% dos votos válidos, quando a eleição foi decidida.

Aos 45 anos, Alan Rick Miranda é acreano de Rio Branco, nascido em 23 de outubro de 1976. Jornalista de profissão, ele também é administrador de empresas, com habilitação em comércio exterior e pós-graduado em jornalismo político, além de poeta e cronista com dois livros publicados.

Depois de dois mandatos como deputado federal, agora Alan Rick se juntará aos outros senadores que disputaram a eleição para o governo do Acre, Marcio Bittar, do União Brasil, e Sérgio Petecão, do PSD, como o novo representante do Acre na mais importante casa legislativa do país.

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