Ele havia saído de casa após receber uma ligação de sua ex-mulher, que teria lhe pedido que fosse até a casa dela trocar uma lâmpada

img-20160925-wa0048-900x506-660x371Era fim da tarde desta segunda-feira (26) e o corpo de Antônio de Souza Araújo, de 37 anos, ainda não havia sido liberado para a família. O homem, que era mais conhecido pelo apelido de “Marivam”, foi encontrado pela Polícia Militar praticamente carbonizado, enrolado em um lençol com combustível ainda em chamas na manhã de domingo (25), na altura do Km 14 da Transacreana.

unnamed-11-3-540x305De acordo com relatos de familiares, ele era morador do bairro João Eduardo e havia saído de casa após receber uma ligação de sua ex-mulher, que teria lhe pedido que fosse até a casa dela trocar uma lâmpada. Horas depois, a família recebeu a notícia de que Marivan havia sido encontrado queimado na Transacreana.

O sargento da Polícia Militar, Raimundo Freitas, um dos primeiros a ter contato com o corpo, acredita que Marivam tenha sido assassinado em outro lugar, já que o pano foi encontrado enrolado ao corpo enquanto queimava. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Especializada em Homicídios.

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