Em caso de febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima da sua casa.

Dores de cabeça, febre, mal-estar. Esses foram alguns dos sintomas que a cozinheira e moradora de Cruzeiro do Sul, Tayane Castro, sentiu e a fez procurar uma Unidade Básica de Saúde. No último dia 23 de abril, ela descobriu que estava com Malária.

Tayane conta quais foram os procedimentos passados pelos médicos a partir do diagnóstico.

“Eles me passaram sete doses. No primeiro dia, eu tomei seis pílulas. No segundo eu tomei cinco, porque eu tomo a noite. Aí vai diminuindo as doses”, conta.

Em 2018, Cruzeiro do Sul atingiu uma marca positiva. Segundo dados de Secretaria Municipal de Saúde, a cidade teve uma redução de 38% na quantidade de casos de malária registrados. Mesmo assim, Cruzeiro do Sul teve ao todo mais de 12 mil casos, em 2018.

A queda pode ser explicada, segundo a chefe do setor de Vigilância Epidemiológica, Muana Araújo, as estratégias passaram a ser de responsabilidade e traçadas pelas autoridades municipais a partir de 2016. Ela detalha a infraestrutura disponível na cidade para tentar combater o aumento da transmissão da doença.

“Hoje nós contamos com uma média de 52 laboratórios, 60 funcionários diretos nesta área, contando com 26 motocicletas e seis caminhonetes para que a gente consiga cobrir o município. Além também da parte ribeirinha, que nós temos os nossos microscopistas que possuem barcos. O que dá uma média de oito barcos para cobrir isso”, afirma.

A malária é uma doença infecciosa febril aguda. Em caso de febres altas, calafrios, sudorese, tremores e dores de cabeça, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Segundo o Ministério da Saúde, o diagnóstico precoce e o tratamento oferecido são fundamentais para a cura desta doença que pode matar. Para mais informações, acesse saude.gov.br/malaria.

 

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