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Defesa Civil faz alerta sobre chegada de uma onda de frio a São Paulo

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Frente fria provoca quedas de temperatura em São Paulo nesta sexta-feira (30).

A partir das primeiras horas de amanhã (23), uma onda de frio vai atingir o estado de São Paulo e provocar a queda abrupta da temperatura. O alerta foi feito hoje (22) pela Defesa Civil do Estado de São Paulo, e vale até domingo (25).

A previsão é de que a temperatura mínima possa chega a 3ºC na Serra da Mantiqueira. Já na capital e região metropolitana, a temperatura pode chegar a 7ºC.

Nas regiões de Sorocaba e de Campinas, os termômetros podem chegar a 9ºC. Em São José dos Campos e Vale da Ribeira, a mínima chega a 8ºC. E na Baixada Santista e litoral norte paulista, a expectativa é de temperaturas entre 12ºC e 13ºC.

Segundo a Defesa Civil, a queda abrupta da temperatura vai intensificar a sensação de frio e aumentar o risco de incidentes e danos à saúde. A dica é que se mantenham os grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças e moradores em situação de rua, agasalhados.

O órgão também alerta para que as pessoas evitem locais fechados e de grande circulação de pessoas para se evitar as doenças oportunistas que incidem mais no período de maior frio, como gripes, resfriados, pneumonias e meningites. E que se higienize constantemente as mãos.

Por causa da expectativa de muito frio na capital paulista, a estação Pedro II do Metrô vai funcionar durante a madrugada como abrigo temporário para moradores em situação de rua. O abrigo será aberto a partir das 19h de amanhã.

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BC estabelece limite de cobrança de taxas nas máquinas de cartão

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Pagamento em cartão

O Banco Central estabeleceu limites para a cobrança da tarifa de intercâmbio (TIC) e para o prazo de liquidação de operações de cartões pré-pagos e de cartões de débito. A TIC é a remuneração paga ao emissor do cartão, a cada transação, pelo credenciador do estabelecimento comercial, que é quem aluga as maquininhas de cartão para os comerciantes.

A nova regulação estabelece o limite máximo de 0,5% a ser aplicado em qualquer transação de cartões de débito e 0,7% aplicado em qualquer transação de cartões pré-pagos. Também deverá ser obedecido o mesmo prazo para disponibilização dos recursos aos estabelecimentos comerciais, independentemente de o cartão ser de débito ou pré-pago.

A resolução foi foi adotada pelo BC após consulta pública e passa a vigorar a partir de 1º de abril de 2023. Segundo o órgão, esta tarifa representa um custo que o credenciador repassa ao estabelecimento comercial que, por sua vez, repassa ao consumidor.

“As medidas visam a aumentar a eficiência do ecossistema de pagamentos, estimular o uso de instrumentos de pagamentos mais baratos, possibilitando a redução dos custos de aceitação desses cartões aos estabelecimentos comerciais, além de possibilitar reduções de custo de produtos aos consumidores finais, de forma a proporcionar benefícios para toda a sociedade”, explicou em nota.

Segundo a autarquia a medida também aumenta a transparência para os participantes do mercado quanto aos custos envolvidos na transação e facilita a supervisão da aplicação da regra.

O BC esclareceu que, em relação à regulamentação anterior, a nova norma simplificou a forma de aplicação do limite para a TIC dos cartões de débito. Antes, havia uma definição cumulativa de média ponderada de 0,5% e valor máximo por transação de 0,8%, agora passará a ser apenas de um percentual máximo por operação. A medida ainda eliminou as exceções previstas para transações não presenciais e com uso de cartões corporativos.

No caso dos cartões pré-pagos, ao estabelecer o limite máximo de TIC, o Banco Central  reconhece a “sua importância para a inclusão financeira da população de menor renda e para a digitalização da atividade de pagamentos, com a consequente redução da utilização dinheiro para realizar pagamentos”. Para o BC, a uniformização do prazo de liquidação das transações, seja com cartões de débito ou pré-pagos, também possibilita melhores condições para a gestão de fluxo de caixa dos estabelecimentos comercias, além de reduzir eventuais custos de antecipação de recebíveis.

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Atirador mata 15 e fere mais de 24 pessoas em escola na Rússia

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Polícia e serviços de emergência em escola em Izhevsk

Um atirador com uma suástica em sua camiseta matou 15 pessoas, incluindo 11 crianças, e feriu mais de 24 em uma escola na Rússia nesta segunda-feira antes de cometer suicídio, disseram investigadores.

O agressor, um homem de trinta e poucos anos seria, segundo as autoridades, Artem Kazantsev, que matou dois seguranças e depois abriu fogo contra alunos e professores de uma escola em Izhevsk, onde ele havia sido aluno. A cidade fica cerca de 970 quilômetros a leste de Moscou.

O Comitê de Investigação da Rússia, que lida com crimes graves, disse que está investigando suspeitas de ligações neonazistas do agressor.

“Os investigadores estão realizando uma busca em sua residência e estudando a personalidade do agressor, suas opiniões e o ambiente ao redor”, disse o comitê em comunicado. “Estão sendo feitas verificações sobre adesão às visões neofascistas e ideologia nazista.”

Os investigadores divulgaram um vídeo mostrando o corpo do homem deitado em uma sala de aula com móveis derrubados e papéis espalhados no chão manchado de sangue. Ele estava vestido todo de preto, com uma suástica vermelha em um círculo desenhado em sua camiseta.

O Comitê de Investigação disse que das 24 pessoas feridas, todas, exceto duas, são crianças. O governador regional, Alexander Brechalov, disse o agressor foi registrado em um centro de tratamento “psiconeurológico”.

Os investigadores disseram que o homem estava armado com duas pistolas e uma grande quantidade de munição.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que o presidente Vladimir Putin “lamenta profundamente” as mortes. Ele descreveu o incidente como “um ato terrorista de uma pessoa que aparentemente pertence a uma organização ou grupo neofascista”.

A Rússia tem registrado vários tiroteios em escolas nos últimos anos.

Em maio de 2021, um atirador adolescente matou sete crianças e dois adultos na cidade de Kazan. Em abril de 2022, um homem armado matou duas crianças e uma professora em um jardim de infância na região de Ulyanovsk antes de cometer suicídio.

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Giorgia Meloni deve liderar Itália após vitória eleitoral da direita

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Snap election in Italy

Giorgia Meloni deve se tornar a primeira mulher premiê da Itália no comando do governo mais à direita desde a Segunda Guerra Mundial, depois de liderar uma aliança conservadora que obteve vitória na eleição de domingo (25).

Os resultados quase finais mostravam que o bloco de direita deve ter uma maioria sólida em ambas as casas do Parlamento, potencialmente dando à Itália uma rara chance de estabilidade política após anos de agitação e coalizões frágeis.

“Devemos lembrar que não estamos no ponto final, estamos no ponto de partida. É a partir de amanhã que devemos provar nosso valor”, disse Meloni, de 45 anos, aos apoiadores de seu partido nacionalista Irmãos da Itália.

Desafios

Meloni e seus aliados enfrentam uma lista assustadora de desafios, incluindo preços de energia em alta, guerra na Ucrânia e desaceleração na terceira maior economia da zona do euro.

É improvável que seu governo de coalizão, o 68º da Itália desde 1946, seja instalado antes do final de outubro e, por enquanto, o primeiro-ministro Mario Draghi permanece à frente de um governo interino.

As nações e os mercados financeiros europeus examinarão cuidadosamente seus primeiros movimentos – começando por suas escolhas ministeriais – dado seu passado eurocético e a posição ambivalente de seus aliados sobre a Rússia.

“O que a Itália precisa é de um governo estável”, disse Giovanni Donzelli, uma figura sênior dos Irmãos da Itália, à emissora SkyTG24. “Os resultados parecem nos dar essa possibilidade e não vamos fugir disso.”

Meloni minimiza as raízes pós-fascistas de seu partido e o retrata como um grupo convencional como os conservadores britânicos. Ela prometeu apoiar a política ocidental sobre a Ucrânia e não correr riscos com as frágeis finanças da Itália.

Ela adotou um tom conciliatório em seu discurso de vitória.

“Se formos chamados a governar esta nação, faremos isso por todos os italianos, com o objetivo de unir o povo e focar no que nos une e não no que nos divide”, disse ela. “Este é um momento para ser responsável.”

Resultado

Com resultados apurados em mais de 97% das urnas, os Irmãos da Itália lideravam com mais de 26%, contra apenas 4% na última eleição nacional em 2018, superando o partido Liga, de Matteo Salvini, como a força da direita.

A Liga tinha apenas cerca de 9% dos votos, abaixo dos mais de 17% obtidos há quatro anos. O outro grande partido conservador, o Força Itália, de Silvio Berlusconi, aparecia com cerca de 8%.

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