Delegado Mardilson Vitorino - Foto: facebook
Delegado Mardilson Vitorino – Foto: facebook

Alexandre Lima, da redação

A declaração do assessor de comunicação do governo do Acre, Leonildo Rosas, direcionadas contra a classe dos policiais civis do Estado, ainda está rendendo. Desta vez, quem entrou na briga e postou seu ponto de vista em sua página de relacionamento para desabafar, foi o delegado Mardilson Vitorino.

Ao usar o termo ‘PELEGO’, o assessor talvez não tenha pensado nas consequências politicas que recai contra o governo que está defendendo. O que os policiais estariam pedindo, seria apenas os seus direitos para que possam ter uma vida melhor e trabalhar em defesa do cidadão de bem.

Segundo a história, “o termo pelego foi popularizado durante a era Vargas, nos anos 1930. Imitando a Carta Del Lavoro, do fascista italiano Mussolini, Getúlio decretou a Lei de Sindicalização em 1931, submetendo os estatutos dos sindicatos ao Ministério do Trabalho.

Pelego era o líder sindical de confiança do governo que garantia o atrelamento da entidade ao Estado. Décadas depois, o termo voltou à tona com a ditadura militar. “Pelego” passou a ser o dirigente sindical indicado pelos militares, sendo o representante máximo do chamado “sindicalismo marrom”. A palavra que antigamente designava a pele ou o pano que amaciava o contato entre o cavaleiro e a sela virou sinônimo de traidor dos trabalhadores e aliado do governo e dos patrões.

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Voltando para o assunto, o delegado Mardilson Vitorino que é bastante querido entre a classe e, conhecido por não ter ‘papa na língua’ quando quer se expressar. No seu ‘post’ chama o assessor ‘de mesmo é ele por ser pouco evoluído, subserviente e puxa-saco’. Relembra casos do mesmo dizer que os Vianas, seriam ‘FILHOTES DA DITADURA, bem como usava outros adjetivos impublicáveis, na casa do Senador Sergio Petecão…’, tempos atrás.

Mardilson complementa que o jornalista é ‘tipo de pessoa que o governo quer ao seu lado, pois os capacitados lhe metem medo’. A postagem do delegado ganhou vários comentários e curtidas, principalmente dos colegas de profissão.

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