Para o deputado, a tentativa da oposição de descredibilizar as ameaças de morte ao governador é uma atitude “indecente”.

Da redação, com Gina Menezes

Moisés Diniz, deputado estadual pelo PCdoB/Foto: Assessoria Aleac
Moisés Diniz, deputado estadual pelo PCdoB/Foto: Assessoria Aleac

O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Acre, Moisés Diniz (PCdoB), foi um dos parlamentares da base governista que usou a tribuna da Casa para falar sobre a declaração do governador Tião Viana (PT) de que estaria sendo ameaçado de morte.

Para o deputado, a tentativa da oposição de descredibilizar as ameaças de morte ao governador é uma atitude “indecente”.

O parlamentar se solidarizou com o governador, criticou a maneira como a oposição vem tratando o caso, e apresentou requerimento à Mesa Diretora pedindo que a cúpula pública do Acre compareça à casa legislativa para reunir-se com os membros da Comissão de Segurança Pública a fim de dar informações a respeito das supostas ameaças que Tião Viana recebeu de um presidiário.

Moisés afirmou que ao tratar-se de ameaça à vida, devem-se tomar imediatas providências.

Ele diz também que até hoje pesa sobre lideranças acreanas a responsabilidade do assassinato do ex-governador Edmundo Pinto de Almeida Neto, morto a tiros em 1992.

“Eu lembro quando brincaram com as ameaças de morte a Chico Mendes e Edmundo Pinto, e até hoje essas mortes pesam por não terem tomado providências antecipadamente. Não podemos aceitar que ameacem um chefe de Estado. Qualquer ameaça de morte a qualquer cidadão deve ser averiguada, pois isto é coisa séria”, diz.

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