Deputados governistas assinam documento contra pensão de ex-governador

Manoel Moraes diz que até o presente momento não assinou a PEC porque não se sentiu convencido fazê-lo. Deputado Eduardo Farias/Foto: Assessoria Aleac Os 19 deputados que votam de acordo...

Manoel Moraes diz que até o presente momento não assinou a PEC porque não se sentiu convencido fazê-lo.

Deputado Eduardo Farias/Foto: Assessoria Aleac
Deputado Eduardo Farias/Foto: Assessoria Aleac

Os 19 deputados que votam de acordo com os interesses governistas, a chamada base de apoio ao governo na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), apenas 8 ainda não assinaram o documento a favor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC)que extingue a pensão de ex-governadores. Na manhã desta terça-feira (9), o deputado Eduardo Farias (PCdoB), que era contra a proposta, assinou o documento.

Farias foi um dos últimos deputados governistas a assinar o documento.  O deputado comunista afirmou que já vinha discutindo o assunto com o movimento do ‘Basta’ e que pediu apenas  que sejam feitas algumas ressalvas na proposta.

“Eu já vinha conversando com os meninos (representantes do movimento) e precisava conversar a respeito. Assinei e combinamos de assinar e fazer as propostas no curso de debate”, diz.

Outro que abriu um canal para diálogo sobre o assunto foi o deputado Manoel Moraes (PSB), que recentemente afirmou que não legislará sobre pressão.  O parlamentar recebeu no gabinete dele, no 3° andar do prédio da Aleac, o representante do movimento do Basta, Gabriel Santos, para falarem a respeito da PEC.

Moraes diz que até o presente momento não assinou a PEC porque não se sentiu convencido fazê-lo. O deputado socialista diz que até poderá assinar o documento,desde que haja algumas ressalvas com relação ao projeto.

“Cada caso é um caso. Não tem como deixar sem pensão a esposa do ex-governador Edmundo Pinto, que morreu no 2° ano de mandato e no exercício da profissão. Não concordo que pessoas com mandatos, como Jorge Viana (PT) e Flaviano Melo (PMDB), que recebem salários de parlamentares, continuem recebendo pensões”, sustenta.

Da redação, com Gina Menezes

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