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Desembargador nega liminar para instalar CPI sobre fraude na venda de casas no Acre

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A instalação da CPI na Aleac foi negada em junho deste ano por 15 votos contra 8

Acre não conseguiu suprir o seu déficit habitacional

Acre não conseguiu suprir o seu déficit habitacional

O desembargador Laudivon Nogueira negou o pedido de liminar impetrado por deputados de oposição da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para a instauração imediata da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que deve investigar o escândalo da venda de casas do programa federal “Minha Casa, Minha Vida”. As vendas das casas eram supostamente comandadas por setores da Secretaria de Habitação (Sehab). O esquema foi desmontado pela “Operação Lares”, da Polícia Civil.

A instalação da CPI na Aleac foi negada em junho deste ano por 15 votos contra 8. A comissão tinha sido de autoria do deputado Gehlen Diniz, visava apurar a venda de casas e tentar identificar quem seriam os líderes do esquema.

O requerimento assinado por oito parlamentares — um terço dos membros da casa — é o suficiente para iniciar a investigação, não sendo necessária a aprovação em plenário. Entretanto, o pedido foi levado para votação e o plenário, dominado pela ala governista, recusou a instauração CPI.

O desembargador Laudivon Nogueira, que julgou o mérito, concordou que a instauração da CPI seja necessária para a apuração do caso, mas entendeu que a urgência não foi comprovada, portanto, não haveria e a necessidade de conceder a liminar, principalmente pelo fato do pedido ter sido feito na última sexta-feira (2), mais de dois meses depois da sessão da Aleac negar a investigação.

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Incêndio que destruiu casa em Xapuri pode ter sido criminoso

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Por Raimari Cardoso

Uma equipe do 8° Batalhão do Corpo de Bombeiros foi acionada para combater um incêndio em uma residência no bairro Mutirão, em Xapuri, na madrugada deste domingo (5).

Os bombeiros constataram que se tratava de uma residência em madeira, de aproximadamente 48m², que estava em chamas. O fogo foi controlado em cerca de 40 minutos.

Foram utilizados cerca de 8 mil litros de água, com apoio de duas viaturas de combate a incêndio. A atuação evitou a propagação do incêndio para a casa vizinha, também de madeira.

De acordo com a comandante do Batalhão do Corpo de Bombeiros de Xapuri, tenente Laiza, não houve vítimas e as causas do incêndio ainda não foram identificadas.

Há suspeitas de que o incêndio, que destruiu completamente a casa, tenha sido criminoso e a Polícia Civil já está trabalhando no caso desde as primeiras horas deste domingo.

Um homem foi conduzido à Delegacia Geral de Xapuri e está detido como suspeito de ter provocado o incêndio de maneira proposital. Ele seria um ex-namorado da proprietária da casa.

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Sete serão julgados por sequestrar garota, executá-la e ocultar cadáver em cova

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Um dos julgamentos mais aguardados do ano deverá acontecer nesta segunda-feira, 6, na Primeira Vara do Tribunal do Júri, na Cidade da Justiça, com a previsão de durar pelo menos dois dias.

Os trabalhos serão iniciados às 8h sob o comando da juíza Luana Cláudia Campos, tendo como representante do Ministério Público, o promotor Washington de Medeiros.

Serão julgados por crimes de homicídio duplamente qualificado, cárcere privado, corrupção de menores, ocultação de cadáver e associação criminosa os irmãos Janes Clay, Rosiney e Rosinaldo Pereira dos Santos, Thiego e Yago da Silva Sabino, Francisco Elcivan Leandro Rodrigues e Francisca Roberto Gomes de Araújo.

Todos estão envolvidos no sequestro seguido de morte da adolescente Raquel Melo de Lima, no início do ano. Todos os réus, à exceção de Roberta, estão presos.

Os crimes em sequência ocorreram na noite de 28 de janeiro de 2021. Raquel Melo e a mãe Maria da Glória Rodrigues de Lima, saiam de uma Igreja Evangélica no Ramal do Pica-Pau, região da Estrada do Amapá, quando foram abordadas por um grupo de jovens armados, que sob ameaças as levaram para um local de mata afastado. Dona Glória foi liberada mais tarde e a adolescente ficou sendo mantida refém.

Somente mais tarde esta ficou sabendo pelos próprios acusados, que Raquel havia sido submetida ao tribunal do crime e condenada à morte. Executada a tiros e facadas, teve o cadáver sepultado numa cova rasa, onde somente foi localizado no domingo, dia 30.

No mesmo local, o Bope com o apoio de cães farejadores encontrou também o cadáver de uma irmã de Raquel, que estava desaparecida há mais de um mês.

A polícia agiu rápido prendendo inicialmente os irmãos Thiego e Yago da Silva Sabino, que foram reconhecidos por testemunhas e a mãe da vítima fatal. Os criminosos confessaram a participação no caso e disseram, além de delatar os demais envolvidos, que também acabaram presos no decorrer das investigações.

Devido ao número de réus e de quesitos a serem votados, o resultado do julgamento somente será conhecido na terça-feira, com os integrantes do Corpo de Jurados dormindo em hotéis.

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Acusado de matar homem enforcado com lençol pega 19 anos de prisão no Acre

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Douglas Sena dos Santos foi julgado na sexta-feira (3) na 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco. Edilson da Rocha Monteiro, de 48 anos, foi achado morto após dois dias sem manter contato com a família.

Douglas Sena dos Santos foi condenado a 19 anos de prisão em regime fechado por ter matado Edilson da Rocha Monteiro em outubro do ano passado. De acordo com o processo, Douglas usou um lençou para asfixiar a vítima. O julgamento foi nessa sexta-feira (3) na 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco.

A vítima foi encontrada em estado de decomposição dentro de casa em outubro do ano passado, no bairro Wanderley Dantas, em Rio Branco. Monteiro estava cerca de dias sem manter contato com a família e, ao ir na casa do irmão, Raquel Cristina o encontrou já sem vida.

O réu Douglas Sena dos Santos responde pelo crime de homicídio, por meio de asfixia. Sem dar detalhes, a defesa dele disse apenas que Santos confessou o crime.

Conforme a Justiça, no júri desta sexta, além do réu, cinco testemunhas foram ouvidas, entre elas estão dois irmãos da vítima.

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