Desembargadora Eva Evangelista, durante palestra sobre a violência doméstica no Acre.

Aconteceu nesta semana no Fórum Evaldo Abreu de Oliveira, na Comarca de Brasiléia, através da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar, coordenada pela Desembargadora Eva Evangelista, onde vem mostrando que atualmente, há mais de 10 mil processos de violência doméstica em andamento no Acre, demonstrando que esse tema precisa ser debatido e combatido.

No evento, contou com a presença ilustre da prefeita Fernanda Hassem, onde compartilhou de experiências que sofreu, além de representantes do Ministério Público, do Promotor de Justiça Ocimar Júnior, Juiz de Direito Gustavo Sirena, da representante da OAB, Doutora Carol Gask, do vereador Edu Queiroz representado a Câmara Municipal, além de convidados.

A experiência da decana da Corte foi utilizada ainda para falar sobre igualdade. “A Justiça está trabalhando para oferecer uma resposta às vítimas, mas também aos agressores. Contudo, não nos limitamos a apenas condenar, nosso compromisso é promover a cultura de paz”.

Vários temas foram demonstrados, além de como proceder em casos onde a mulher que se sentir ameaçada, deve procurar a delegacia mais próxima, no Ministério Público, à Justiça ou outro órgão de proteção às mulheres. Podendo também, procurar a Central de Atendimento à Mulher através do número 180, que atende de forma gratuita em qualquer localidade em território Nacional, 24 horas pode dia, inclusive nos finais de semana e feriados. Outros números, o 190, aciona a Polícia Militar e a Polícia Civil, no 197.

O Tribunal de Justiça do Acre também vem promovendo esses debates em outras áreas, como estratégias de enfrentamento à violência doméstica utilizada em diferentes segmentos e em todas as regionais do estado, uma vez que o diálogo sobre a cultura de paz constitui uma ferramenta preventiva de novas ocorrências e de desconstrução de ciclos de violência em relacionamentos.

Apoio de Fernando Oliveira e Ascom TJ/AC

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