O instituto estuda reabertura de marcenarias no Estado para gerar emprego e renda

De acordo com André Hassem, pelo menos 400 marcenarias foram fechadas em todo o Acre, mais de 160 delas só em Rio Branco até o final do ano de 2018 – Foto: Reprodução
TIÃO MAIA

O diretor-presidente do Imac (Instituto de Meio Ambiente do Acre), André Hassem, anunciou, nesta sexta-feira (10), que o órgão está estudando a reaberturas de marcenarias no Estado e a retomada de uma atividade geradora de emprego e renda e que nos últimos anos foi propositadamente, em nome da preservação ambiental, desidratada pelos governos da Frente Popular.

De acordo com André Hassem, a orientação do governador Gladson Cameli é para que a área ambiental também possa gerar emprego e renda numa atividade que requer habilidade e profissionalismo. Trata-se de uma nova política ambiental diferenciado do que foi adotado nos últimos anos, cuja atuação ocorreu de forma equivocada, afirmou Hassem.

O equívoco se deu através de uma política ambiental que visava colocar os marceneiros dentro de polos moveleiros, que acabaram não funcionando adequadamente. “As pessoas trazidas para esses polos muitas vezes nem eram profissionais da área e mesmo assim foram escolhidas. Acabou que as coisas não deram certo”, disse.

Graças a isso, de acordo com André Hassem, pelo menos 400 marcenarias foram fechadas em todo o Acre, mais de 160 delas só em Rio Branco até o final do ano de 2018. Isso causou o desemprego de pelo menos 16 mil pessoas, já que cada marcenaria gera pelo menos dez empregos diretos.

Pelo menos 50 marcenarias devem voltar a atuar em Rio Branco nos próximos meses, disse André Hassem. “Estamos seguindo a orientação do nossos governador, que é de gerar emprego e renda em todas as atividades”, afirmou.

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