“A partir de agora, o governo só vai pagar pelo medicamento que estiver melhorando a saúde do paciente”, explica Luiz Henrique Mandetta

Uma medida anunciada nesta quarta-feira (27) pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, deve melhorar o atendimento ao cidadão. Trata-se do calendário para início de uma nova modalidade de compra de medicamentos. De acordo com a medida, o Ministério da Saúde vai adotar o compartilhamento de risco com as indústrias. Isso significa que o governo só vai pagar pelo medicamento que estiver melhorando a saúde do paciente, como explica o ministro Luiz Henrique Mandetta.

“O Estado que adquire e aquele quem propõe o tratamento [a indústria] tem uma série de compromissos e de resultados são colocados nessa tratativa. Isso induz o Estado a monitorar os pacientes, e quando o medicamento não cumpre a função para a qual ele foi indicado, esse risco do custo é compartilhado com o laboratório que propôs o seu tratamento”.

O anúncio foi realizado durante sessão na solene Câmara dos Deputados em comemoração ao Dia Mundial das Doenças Raras, comemorado no dia 28 de fevereiro. No Brasil, aproximadamente 13 milhões de pacientes têm doenças raras. Desde 2014, o Brasil adota a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, com objetivo de melhorar o acesso aos serviços de saúde e à informação; reduzir a incapacidade causada por essas doenças; e contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com doenças raras. Para saber mais acesse: saúde.gov.br/doencasraras

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