fbpx
Conecte-se conosco

Extra

Dom Porquito tem aval do Ministério da Agricultura para exportação de carne suína para a Bolívia

Publicado

em

Santoyo disse que a luta de Cameli e do ministro Blairo Maggi é a mesma que de um embaixador dos negócios na defesa da Indústria do Acre.

O Ministério da Agricultura e Pecuária autorizou, oficialmente, a exportação de carne suína para a Bolívia através da Indústria Dom Porquito, do Acre. O registro SIF 2524 tem o aval da divisão de habilitação e certificação (DHC) do governo federal. A notícia foi dada na tarde dest sábado (16) pelo superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) no estado, Luziel Carvalho e o senador Gladson Cameli (Progressistas), durante encontro com empresários e trabalhadores no Alto Acre.

Momento da entrega do documento ao sócio da Dom Porquito, Paulo Santoyo, das mãos do senador Gladson Cameli.

Um dos sócios-proprietários da Indústria, Paulo Santoyo, fez questão de agradecer o empenho do senador Gladson Cameli na conquista, que marca a entrada da Dom Porquito no mercado andino.

“Ficamos muito gratos pelo empenho do senador, que junto com o Luziel Carvalho e o ministro Blairo Maggi – que tem demostrado ser um embaixador dos negócios para nos defender – buscaram a inserção da nossa indústria no mercado andino”, disse Santoyo.

O senador e uma comitiva composta pelo vice-prefeito de Acrelândia, Raimundão, deputados estaduais, vereadores e assessores, visitaram a Indústria de Frangos Acreaves e fizeram questão de almoçar com os trabalhadores da indústria Dom Porquito.

Representante do Ministério da Agricultura no Acre, esteve presente para dar as boas novas.

“Essa luta não foi somente minha, ela aconteceu no Senado Federal, mas é também um esforço do governo do estado, de nossa bancada de deputados federais e estaduais, os vereadores da região, enfim, uma vitória que vai aquecer a economia local, garantir a geração de emprego e marcar a entrada da Dom Porquito no mercado andino”, comentou Cameli.

Santoyo explicou que a inserção no mercado andino vai triplicar a produção interna. Daí a importância do ato realizado, que o empresário classificou como histórico durante a apresentação da comitiva liderada pelo senador Cameli aos seus trabalhadores.

“O mercado boliviano já era um grande desafio. Vamos fornecer matéria prima para indústrias locais que importam de outros países como o Chile. Nós queremos ser esse mercado, e assim suprir essa necessidade”, acrescentou o empresário.

Ainda de acordo Santoyo, a logística de localização da Dom Porquito na porta de entrada do Pacífico planejou a indústria para os negócios andinos, mas, autorização do MAPA vai possibilitar também atingir o mercado amazônico que importa a carne suína de outras plantas.

Logo após o anúncio da autorização dada aos trabalhadores, Cameli, Santoyo e Luziel Carvalho fizeram uma reunião de trabalho para desburocratizar os entraves para a visita da comitiva peruana no Acre, que vai marcar a ampliação da exportação no Pacífico. Por telefone, os empresários falaram com o ministro Blairro Maggi e já agendaram encontro para próxima semana em Brasília. Carvalho explicou que a relação comercial é inédita.

“É a primeira vez que se estabelece essa relação comercial de produtos nossos para a Bolívia. Isso está consolidado. Agora, nosso esforço será no sentido de quebrar as barreiras que faltam para ampliar essa exportação para o Peru e outros países”, garantiu Luziel.

O documento que indica a habilitação da Dom Porquito já foi encaminhado ao Palácio do Itamaraty, que informará oficialmente as autoridades bolivianas.

 

Comentários

Continue lendo

Extra

Prefeitura de Brasiléia realiza evento para celebrar o dia dos Povos Originários no município

Publicado

em

Nesta sexta-feira, 19, a Prefeitura de Brasiléia promoveu um evento especial para celebrar e homenagear os Povos Indígenas Jaminawa que residem em contexto urbano do município.

Com objetivo de reconhecer ainda mais sua cultura e suas tradições, promover a conscientização sobre a inclusão e reafirmar os direitos previstos na Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, o dia foi marcado por uma programação diversificada e emocionante.

O evento teve início com a presença de autoridades dos três poderes constituídos ( Executivo, Legislativo e Judiciário), convidados, incluindo a representante dos Povos Originários – Marilza Jaminawa, a Secretária de Educação – Francisca Oliveira, o Secretário de Meio Ambiente representando a Prefeita Fernanda Hassem- Professor Val, Presidente da Câmara Municipal- Marquinhos Tibúrcio, Promotor de Justiça do MPAC- Dr. Juleandro Martins, Gerente de Organismo de Política para as Mulheres ( OPM), Suly Guimarães, Coordenadora do Núcleo de Educação – Maria Cecília e o Juiz da Vara Civil de Brasileia Dr. Robson Medeiros.

Durante as atividades culturais promovidas pelos os povos originários da etnia Jaminawa que vivem em condição urbana no município e enalteceram as tradições dos Povos Indígenas. Além da realização do Programa Criança Feliz para as crianças indígenas da comunidade.

No Brasil existem aproximadamente 260 povos indígenas. O censo de 2022 mostra que são mais de um milhão e meio de pessoas. No Acre são aproximadamente 36 terras indígenas de 16 povos de etnias diferentes.

Em Brasileia temos 56 famílias no total sendo 224 pessoas indígenas da etnia Jaminawa vivendo em contexto urbano.

Os Povos Originários são exemplos de luta e resiliência, afirmou o Secretário Municipal de Meio Ambiente Prof Val.

“Quero agradecer a gestão municipal em nome da prefeita Fernanda Hassem que proporcionou esse momento como os Povos Originários. Esse evento representa reconhecimento e o respeito pelos povos indígenas,são exemplo de luta e resiliência ao longo da história”,disse.

Marilza Jaminawa representante da comunidade fala da homenagem especial recebida.

“é muito importante e especial quando a gente ver que somos vistos e valorizados, estamos sendo homenageados e que poder público estar aqui conosco para nos apoiar”.

O Promotor de Justiça Dr. Juleandro Martins,prestigiou falou da importância da homenagem.

“Quero reconhecer os avanços que foram feitos nessa comunidade, sabemos que ainda precisam ser ajustadas políticas públicas, mas o fato é que muito já avançou. Hoje é um dia muito simbólico para reconhecer a cultura, a resiliência e a força desse povo”, afirmou.

Para o Juiz vara Civil de Brasiléia Dr, Robson Medeiros,os povos originários são de fundamental importância para a história de nosso país.

“O Poder Judiciário está sempre de portas abertas por causa dos povos originários, nós estamos voltados para atender de forma mais atenciosa suas demandas. Agradecer o poder público municipal por essa importante iniciativa”, destacou.

Comentários

Continue lendo

Extra

Vídeo; Trabalhador é alvo de criminoso enquanto realizava obras nas vias públicas de Rio Branco

Publicado

em

Na tarde desta sexta-feira, 19 de abril, um trabalhador identificado como Adevaldo Morais da Costa, de 36 anos, foi vítima de um atentado a tiros enquanto prestava serviço para a construtora GBM, em colaboração com a prefeitura de Rio Branco. O incidente ocorreu na avenida Amadeo Barbosa, próximo à quarta ponte, na região do bairro Seis de Agosto, no Segundo Distrito da capital acreana.

De acordo com relatos de testemunhas, Adevaldo estava trabalhando junto com seus colegas na recuperação da referida avenida, como parte do programa municipal “Asfalta Rio Branco”, quando um criminoso ainda não identificado se aproximou do grupo em uma motocicleta de cor azul. O indivíduo simulou problemas mecânicos na moto e, repentinamente, sacou uma arma de fogo, disparando quatro vezes na direção de Adevaldo. Um dos disparos atingiu o trabalhador no pescoço, transfixando para o braço e o tórax. Após o crime, o autor fugiu do local.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e uma ambulância de suporte avançado foi enviada ao local. Os paramédicos prestaram os primeiros socorros a Adevaldo e o encaminharam ao Pronto-Socorro de Rio Branco. Segundo informações, seu estado de saúde é estável, mas há preocupação com a possibilidade de agravamento do quadro clínico.

A área foi isolada por policiais militares do 2° Batalhão para os procedimentos da perícia criminalística. Posteriormente, os agentes recolheram informações e realizaram patrulhamento na região em busca do suspeito, porém ele não foi localizado.

O caso está sob investigação da Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil, e posteriormente será encaminhado à delegacia especializada para os desdobramentos necessários.

 

Comentários

Continue lendo

Extra

Professor é condenado por desacato, resistência e agressão após obstruir abordagem policial em Assis Brasil

Publicado

em

Comarca de Assis Brasil, cidade localizada na fronteira com o Peru – Foto: Divulgação

Homem foi sentenciado a 8 meses de prisão e indenização por danos morais após tumultuar intervenção policial.

O desfecho de um episódio ocorrido em dezembro de 2021, em Assis Brasil, foi marcado esta semana pelo encerramento do processo criminal envolvendo um professor local. O indivíduo foi considerado culpado por desacato e resistência à autoridade, após ter atrapalhado uma abordagem policial e empregado força física contra os agentes da lei.

Segundo os registros, o incidente teve início durante uma abordagem policial a um indivíduo que anteriormente havia evadido de uma blitz policial. Nesse momento, um terceiro interveniente, identificado como o professor em questão, interrompeu os policiais e instruiu o abordado a não obedecer às ordens policiais. Alegando que a Polícia Civil deveria intimar o indivíduo e que ele poderia comparecer à delegacia posteriormente para prestar esclarecimentos, o professor interferiu de forma decisiva na ação policial em curso.

Diante da obstrução à intervenção policial, os agentes deram voz de prisão ao professor, que resistiu à detenção, empurrando os policiais. Em resposta, os policiais revidaram, algemaram o indivíduo e o conduziram à delegacia. A prisão em flagrante foi validada pelo juízo da comarca de Assis Brasil, e em audiência subsequente, o professor alegou abuso de autoridade por parte dos policiais. Entretanto, sua tese não foi acatada pela justiça, resultando na condenação a 8 meses de prisão.

Mesmo em grau de recurso, o Tribunal de Justiça do Acre manteve a sentença condenatória, reforçando os argumentos que levaram à condenação inicial. Além da pena de prisão, o professor também foi condenado na esfera cível a indenizar os policiais em 2 mil reais, como compensação por danos morais causados pelos xingamentos proferidos durante o ocorrido.

O processo permanece confidencial para preservar a identidade do acusado, conforme determinação judicial.

Comentários

Continue lendo