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Duarte detona “Papai Noel Gay” aprovado pela FGB, chama projeto de “atrocidade” e cita “erotização infantil”

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A aprovação na Fundação Garibaldi Brasil do projeto musical “Papai Noel Gay”, apresentado por Anderson Cassidy de Alves Montenegro, no valor de R$ 15 mil, foi classificado pelo deputado estadual Roberto Duarte (MDB) como “vergonhoso” e uma “inversão imoral de valores”.

Autodeclarado de direita, conservador e seguidor das pautas do presidente Jair Bolsonaro, Duarte acredita que o prefeito Tião Bocalom, direitista como ele, não vai aprovar o projeto.

“Depois de profanarem com um Jesus travesti, a esquerda novamente direciona sua mira contra nossas crianças. Primeiro veio o Superman gay e agora com a aberração do papai Noel gay, na Noruega. Como se não bastasse, agora apresentaram um projeto na Fundação Garibaldi Brasil, da Prefeitura de Rio Branco, para fazer um Natal da diversidade, com a figura do “Papai Noel Gay” ao custo de 15 mil reais. Eu não posso me calar sobre essa atrocidade, esse crime contra nossas crianças! E não venham querer me taxar de homofóbico, pois não sou! Natal não é sobre sexualidade, é sobre amor, paz e generosidade! Mas a esquerda insiste na erotização infantil, na descriminalização da pedofilia, na ideologia de gênero e tantas pautas que buscam a degradação da família cristã, e cada vez mais miram em nossas crianças.”

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Polícia Militar prende em Rio Branco acusado de matar o próprio pai com tiro de espingarda

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O foragido da Justiça do Acre Jhonatan Lima da Silva, de 29 anos, foi preso por policiais militares em Rio Branco. A ação da PM ocorreu na noite de quinta-feira, 11, no bairro Tancredo Neves. Jhonatan Lima teve a prisão preventiva expedida pelo Juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar, Alesson Braz.

O preso é acusado pelo crime de homicídio. A vítima, João Batista Gomes da Silva (foto), de 54 anos, que era pai do acusado. O crime aconteceu na noite de 7 de julho de 2019 em uma propriedade rural localizada no quilômetro 6 da Estrada de Porto Acre, zona rural de Rio Branco.

Na época, Jhonatan disse que teria confundido o pai com um assaltante, já que o local estava muito escuro. Só depois fazer o disparo o acusado descobriu que a vítima era seu pai. Logo em seguida ele fugiu.

Depois de ouvido na sede da Delegacia de Flagrantes, Jhonatan Lima foi encaminhado ao presídio.

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Desde 2006, o Acre não tinha uma eleição com tantos candidatos ao governo

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A corrida pela cadeira no Palácio Rio Branco nas eleições de 2022 já conta com as sete candidaturas registradas na Justiça Eleitoral e com as informações disponíveis na página Divulgacandcontas. Desde o ano de 2006, a disputa não tinha tantos concorrentes.

Naquele ano, disputaram a eleição, Binho Marques, do PT, (eleito); Marcio Bittar (PPS); Tião Bocalom (PSDB); José Wilson (PSOL); Edvaldo Guedes (PAN); Benício Dias (PSDC); e José Aleksandro (PRONA).

Em 2022, David Hall (Agir), Sérgio Petecão (PSD) e Nilson Euclides (PSOL), Jorge Viana (PT), Mara Rocha (MDB), Márcio Bittar (União Brasil) e Gladson Cameli (PP), que concorre à reeleição, são as opções postas ao eleitorado acreano.

Dos nove possíveis candidatos ao Senado da República, apenas três apresentaram registro até o momento: Dimas Sandas, do AGIR; Vanda Milani, do PROS (Coligação COM A FORÇA DO POVO); e Sanderson Moura, do PSOL (Federação PSOL/REDE).

Dos sete candidatos ao governo que estão aguardando julgamento, apenas Jorge Viana, da Federação Brasil da Esperança, que reúne PT, PCdoB e PV, ainda não apresentou o plano de governo à Justiça Eleitoral.

Em nota, a Federação informou que o documento está em fase final de elaboração e lembrou que o prazo para envio deste à Justiça Eleitoral é até 15 de agosto.

“Os compromissos de Jorge Viana e Marcus Alexandre são sérios e verdadeiros, por isso elaborados com cuidado, competência e responsabilidade. Então, estão sendo organizados nas diretrizes de governo que apresentaremos no prazo da Justiça Eleitoral, sem preocupação com eventuais maldades de adversários”, diz a nota.

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TRE-AC celebra 47 anos de instalação

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Ao longo desse tempo, a Corte Eleitoral acreana se destaca pela credibilidade na condução do processo eleitoral no estado

Ao longo desse tempo, a Corte Eleitoral acreana se destaca pela credibilidade na condução do pro...

Muito mais do que o dia de instalação do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), 11 de agosto é um marco para a população acreana por poder escolher o futuro do estado, pelo direito de se fazer representado, pela democracia.

Neste dia, em 1975, foi realizada a instalação do Tribunal Regional Eleitoral do Acre, que teve como primeiro Presidente o Des. Carlos Alves Cravo. Ao longo de 47 anos de existência, foram muitas conquistas alcançadas por esta Justiça Especializada em prol do aprimoramento da democracia no Brasil.

Atualmente, sob a gestão do Presidente, Desembargador Francisco Djalma, a Corte Eleitoral acreana é composta por 7 membros titulares e 7 suplentes, além de 109 servidores efetivos e 61 requisitados, distribuídos entre a Secretaria do Tribunal e nove Zonas Eleitorais em todo o estado.

“No decorrer da história, a Corte Eleitoral promoveu inúmeras ações para ampliar o acesso ao direito de votar e ser votado e garantir a efetividade da vontade popular expressada pelas urnas”, destacou o Presidente do TRE-AC, Desembargador Francisco Djalma.

História

São diversas as datas que marcaram a história acreana, mas o dia 11 de agosto de 1975 foi particularmente especial para a Justiça deste estado. Anunciava-se, enfim, a instalação efetiva do TRE-AC, que teve como primeiro Presidente o Des. Carlos Alves Cravo. A Corte Eleitoral era composta por dois desembargadores, dois Juízes de Direito e um Juiz Federal. O Ministério Público Eleitoral estava representado pelo Procurador da República Substituto Jersey Nazareno de Brito Nunes. No dia seguinte, o Presidente em exercício do Tribunal de Justiça, Des. Fernando de Oliveira Conde, encaminhou o OF./N. 392/75 ao TSE, contendo a relação dos Desembargadores empossados, e, em anexo, as listas tríplices para a escolha dos juízes oriundos da OAB, tendo sido escolhidos os advogados Aloísio Macêdo Maia e Walder Gomes da Costa.

Evolução

O gigantesco salto dado pela Justiça Eleitoral do Acre, no decorrer destes 47 anos, deve-se ao trabalho sério empreendido pelos seus Presidentes, Membros da Corte e por todas as servidoras e servidores, efetivos e requisitados, que através de seu trabalho, como verdadeiros bandeirantes, ajudaram a construir e consolidar a democracia em todo país.

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