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Apesar da cheia do rio Madeira ter levado a Eletrobras Rondônia a decidir pelo desligamento da energia elétrica nas áreas alagadas, o diretor de Operações da empresa, Luiz Marcelo de Carvalho, descartou a possibilidade de ‘apagão’ no Estado, ressaltando que faz parte do Sistema Interligado Nacional (SIN). Segundo ele, o “apagão” pode até ocorrer, por outras causas, atingindo também outros Estados, mas não em decorrência da enchente, que assola Rondônia e Acre.

“Quanto ao suprimento, não há risco de ‘apagão’, pois a rede básica mantém a geração”, disse o diretor, observando que mesmo diante da dificuldade de combustível para as termelétricas, que reduziram a capacidade de estoque de seis para três dias, a BR Distribuidora tem trabalhado no sentido de garantir o abastecimento.

ALERTA

O diretor informou que uma equipe da Eletrobras Rondônia atua juntamente com a Defesa Civil nas áreas alagadas, avaliando as condições e realizando os desligamentos necessários para evitar consequências maiores. E aproveitou para fazer um alerta às famílias que insistem em permanecer em suas casas para que evitem o religamento da energia por conta própria, pois estarão colocando em risco suas vidas e a dos parentes que permanecem na área, pois o contato da água com a eletricidade pode provocar curto circuito.

Ainda segundo Luiz Marcelo, como foi decretada calamidade pública em Porto Velho pelo governo federal, a diferença da energia consumida nos locais que estão servindo de abrigo deverá ser paga pela União. Essa foi a orientação dada a um padre que procurou a empresa alegando que a fatura viria acima do normal. “Nesse caso, será feita a leitura pela média mensal e o valor excedente deverá ser coberto pela União”, afirmou adiantando que dúvidas podem ser sanadas através do 0800 647 0120.

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