20150316141639

Do ac24horas.com

Ontem, 15 de março, foi comemorado o Dia Nacional do Consumidor e para manter o acreano informado, o Procon – Acre divulgou o ranking das 10 empresas com maior número de reclamações na capital no ano passado (2014). A lista foi anunciada em coletiva de imprensa realizada na tarde desta segunda-feira, 16, no auditório da Organização Central de Atendimento (OCA).

Quem lidera o topo da lista, pelo terceiro ano consecutivo, é a Eletrobrás Distribuição Acre. No ano passado, foram formalizadas 162 reclamações contra a empresa, a maior queixa do consumidor foi com relação ao aumento súbito na fatura de energia que, em geral, está relacionado a problemas na leitura do consumo mensal, segundo informou Francisca Brito, Chefe da Divisão de Fiscalização.

Francisca Brito destacou ainda que desse total,145 consumidores tiveram suas reclamações resolvidas e outras 17 não atendidos pela empresa.

Em Segundo lugar, com 114 reclamações, ficou o Banco Cruzeiro do Sul, seguido pelo BMG com 60 reclamações (ambas financeiras), a maior incidência foi pela dificuldade em obter cópias de contrato e saldo devedor.

Em quarto lugar, aparece a empresa Neon Eletro, seguida pela Lojas Romera LTDA, ambas com 45 reclamações (cada). Em sexto lugar aparece a anunciante Akatus Meios de Pagamento S.A com 35 reclamações, BV Financeira (34); SBT (28); Banco PAN (28); City Lar (27).

Confira o quadro com as demais empresas que encabeçam o Cadastro Estadual de Reclamações efetivadas junto ao Procon – Acre.

1

2 3 4

Consumidor acreano não tem costume de formalizar reclamações

O chefe de Divisão de Reclamações do Procon – Acre, Itaro Souza de Castro, relata que após a divulgação do ranking é comum a estranheza em muitos, devido ao fato de empresas de porte nacional, como, por exemplo, as de telefonia e internet aparecem com índices de reclamações insignificantes, mas ele explica que o fato se dá devido a não formalização de reclamações junto ao órgão.

“As pessoas costumam reclamar e expor sua revolta com os amigos, parentes ou até mesmo nas redes sociais, mas não buscam reclamar junto ao órgão competente, no caso, o Procon. Estamos pronto para agir como facilitador para defender os direitos dos consumidores, mas para isso é necessário que busquem formalizar o registro dessas reclamações para que possamos agir”, destaca.

Comentários