cooperativa que começou a atuar em janeiro deste ano cobrava R$ 150 mensais de cada sócio, onde seria feita a estrutura de açudes e tanques pra piscicultura

 Sandra Assunção

A Polícia Civil de Mâncio Lima investiga a Cooperativa Compacta, liderada pelo pastor Gilmar Fortes, que teria enganado cerca de 80 associados, que esperavam a geração de emprego e renda a partir da produção rural.

Desde a última segunda-feira, mais de 30 sócios procuraram a delegacia para denunciar o caso depois de constatar que nada do que foi prometido, aconteceu.

A cooperativa que começou a atuar em janeiro deste ano cobrava R$ 150 mensais de cada sócio com a proposta de arrendamento de parte das terras dos associados, onde seria feita a estrutura de açudes e tanques pra piscicultura. A renda seria distribuída entre todos, mas passados dez meses, nada se concretizou e o caso foi parar na polícia.

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O diretor financeiro da cooperativa, Altair Ferrari, confirma que o pastor Gilmar pegou o dinheiro de sócios de vários ramais de Mâncio Lima e que nada foi concretizado.

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O homem disse à polícia que foi mais uma vítima do pastor Gilmar. “Também fui enganado e iludido por ele. Acreditei porque sabia que ele era pastor de uma igreja ali atrás do Multiuso, acho que é Paz no Vale ou Moriá. Ele disse que está em busca de aprovar um projeto, mas eu também não acredito mais nisso”.

O delegado José Obetanio, já ouviu várias pessoas que se dizem enganadas e também Gilmar Fontes e Altair Ferrari. E mandou periciar os computadores usados pelos dois. “Estamos investigando e aqui conversa de esperto não prospera. Culpado é preso e ponto!”.

A autoridade policial pôs um anúncio na rádio avisando a quem pagou à cooperativa, que procure a delegacia local, que funciona junto com o quartel da Polícia Militar.

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