Veículos incendiados pela Venezuela – REUTERS/Carlos Garcia Rawlins

Após ser bastante criticado por defender, juntamente com o alto clero do Partido dos Trabalhadores, se acredita que o ex-governador do Acre, Sebastião Viana, ainda não tem noção do que se passa no país governado pelo ditador Nicolas Maduro.

Enfrentando uma crise sem precedente, onde está levando seu povo à miséria e fome, o ditador fechou suas fronteiras para impedir a entrada de ajuda humanitária, causando ainda mais a revolta por parte de seus opositores.

Com criticas e reprovação por parte da maioria dos brasileiros, alguns dirigentes do Partido dos Trabalhadores, na pessoa da ex-senadora e agora deputada federal, Gleisi Hoffmann, vem defendendo a soberania da Venezuela e a ditadura de Nicolas Maduro.

Nesse ‘barco’, vem o ex-governador do Acre, comentou que um possível “…golpe em execução na Venezuela”, estaria em andamento, se esquecendo que o povo que é contrário ao seu regime, vem sendo reprimido violentamente pela polícia e até mesmo assassinados.

Gleisi Hoffmann foi para Caracas para a posse do presidente Nicolas Maduro

Em alguns posts, as pessoas direcionam, dizendo que “a culpa também está nas mãos do PT que apoiou o regime na Venezuela desde a época de Hugo Chaves”. Em um vídeo publicado no Facebook, um caminhão é perseguido por policiais em uma cidade venezuelana, enquanto vários tiros são efetuados.

Forças militares estão bloqueando o acesso da ajuda humanitária para a Venezuela

Os moradores registram e falam de execução. O caminhão seria de ajuda humanitária e as ordens são para serem apreendidos. Desde sexta-feira, dia 22, várias mortes estão sendo registradas em confrontos entre militares e populares nas fronteiras da Venezuela.

Segundo a imprensa mundial, nas ruas, a violência continua a ser notória. Rupert Colville, porta-voz de direitos humanos das Nações Unidas, refere que pelo menos 40 pessoas morreram e 850 foram detidas nos últimos dias na sequência de protestos na rua.

Entre os mortos, 26 terão sido atingidos pelas forças pró-regime, cinco morreram na sequência de buscas e 11 foram abatidos durante pilhagens, especifica a Reuters.

Veja vídeo.

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