Com ac24horas

Os dados do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) 2013, divulgados pelo MEC (Ministério da Educação), mostram que, pelo menos, no ensino médio, a qualidade de educação piorou na rede privada do que nas escolas públicas.

Porém, os dados mostram que só houve melhora no ensino privado no Acre, Roraima, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. O Acre alcançou 5.3 na rede privada. No ensino médio público do estado foi alcançado 3,3 pontos, o mesmo registrado em 2011. O índice ficou abaixo da meta de 3,5 pontos estabelecida pelo MEC para o ano de 2013. Valor também inferior ao Ideb nacional (4,2).

Em anos iniciais AC fica em 10º lugar no ranking

As metas propostas para o ensino na rede pública estadual do Acre  para o ano de 2013 no ciclo inicial (1º ao 5º ano) e final (6º ao 9º ano) do ensino fundamental foram superadas. O Ideb registrado em 2013 no estado foi de 5,2 pontos, acima do índice de 2011 (4,7) e da meta projetada pelo MEC (4,4), ficando em 10° lugar no ranking dos 27 estados e Distrito Federal. O estado ficou com a mesma pontuação da média nacional.

Já nos anos finais do ensino fundamental, o Ideb foi de 4,4 pontos, igual à meta estabelecida, e também superior à edição anterior (4,2). Nesse quesito, o Acre ocupa a 3º melhor pontuação, ficando atrás apenas de Minas Gerais (4,7) e Goiás (4,5). O ensino acreano superou o índice nacional que é  4,2 pontos.

O Ideb é um indicador geral da educação nas redes pública e privada. Foi criado em 2007 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e leva em consideração dois fatores que interferem na qualidade da educação: rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e médias de desempenho na Prova Brasil, em uma escala de 0 a 10.

A Prova Brasil avalia o desempenho de estudantes em língua portuguesa e matemática no final dos ciclos do ensino fundamental, de 4ª série (5º ano) e 8ª série (9º ano), e no terceiro ano do ensino médio. O índice é divulgado a cada dois anos e tem metas projetadas até 2022.

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