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Escola de Epitaciolândia suspende aulas presenciais após confirmação de aluno com covid-19

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A direção da Escola Estadual Belo Porvir, localizada no município de Epitaciolândia, é a segunda na fronteira do Acre, que comunica a suspensão das aulas presenciais devido um dos alunos terem testado positivo para o vírus covid-19.

Devido a confirmação, resolveram que as aulas presenciais nos dias 1 a 4 de dezembro, estão suspensas, enquanto os alunos e servidores ficam em observação neste período. Comunicam ainda que estão tomando todas as providencias seguindo os protocolos sanitários.

Caso não seja confirmado nenhuma outra infecção até a próxima segunda-feira, dia 6, as aulas retornaram normalmente. Nesta semana, a escola I.OP., localizada em Brasiléia, suspendeu suas atividades presenciais por cinco dias devido um de seus alunos confirmar o exame.

Veja a nota da escola Belo Porvir.

Matéria relacionada:

URGENTE: Escola Estadual de Brasileia suspende aulas após aluno contrair covid-19

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Sesacre e Direção de Hospital de Brasiléia poderão processar vereadora que acusou funcionários de ‘tráfico de órgão’

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Fachada da Câmara Municipal de Brasiléia – Foto: Alexandre Lima

A Sessão da Câmara de Brasiléia que todas as terças-feiras, teve um episódio que poderá acabar na justiça. A vereadora do PSB, Neiva Badotti, que é servidora da Saúde do Acre, usou seu tempo no púlpito onde é considerado inviolável, pra fazer graves denuncias contra a atual direção do Hospital Regional do Alto Acre.

As falas seguidas de ameaças feitas pela vereadora, diz que atuais gestores do hospital estariam tentando praticar possíveis crime de ‘tráfico de órgão’ para o lado da Bolívia. Deixando dúvidas sobre os colegas de profissão que vem atuando na regional.

A parlamentar mirim acusa o atual governo e não apresentou provas, mas, disse que tem muitas sobre assuntos ligados à saúde do estado e desafiou para que seja processada.

Em contato com a assessoria da Sesacre na Capital e Direção do Hospital, foi enviado à redação do jornal oaltoacre, uma Nota assina pelo atual diretor, Janildo Moraes Bezerra, onde pede que a Parlamentar se dirija à Ouvidoria do órgão e faça uma denuncia formal.

Comenta ainda que, caso haja veracidade após apuração dos fatos, as partes serão acionadas e devidamente responsabilizadas, caso não, deixaram a entender que deverão buscar seus direitos no âmbito jurídico, já que estão em conversas com advogados para serem orientados.

Segundo Janildo, se a denuncia for direcionada à órgãos humanos, destacou que o hospital não tem capacidade técnica para coleta e armazenamento de qualquer tipo de órgão.

Em tempo, o Inciso VIII do artigo 29 da Constituição assegura aos vereadores inviolabilidade por suas opiniões, palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do município. Mas, conforme decisão de um dos ministros, Luís Roberto Barroso, em um caso parecido disse que, “É fundamental, portanto, perceber que a imunidade material dos parlamentares confere às suas manifestações relacionadas ao exercício do respectivo mandato proteção adicional à liberdade de expressão. Considerar essas manifestações passíveis de responsabilização judicial quando acarretam ofensa a alguém…”.

Veja nota abaixo.

Em resposta aos relatos feitos pela vereadora do município de Brasileia, Neiva Badotti, durante sessão parlamentar ocorrida na Câmara de Vereadores, na última terça-feira, 16, destacamos que, antes de tudo, o hospital não desempenha qualquer atividade relacionada a doação ou transplante de órgãos, portanto a gestão desconhece tal acontecimento e solicita a nobre parlamentar que se dirija à ouvidoria da pasta, para a realização de uma denúncia formal, para que seja realizada a apuração dos fatos narrados. Caso haja comprovação, os responsáveis serão devidamente responsabilizados e punidos de acordo com o rigor da lei.

Janildo Moraes Bezerra

Gerente Geral do Hospital Geral de Brasileia


Veja abaixo os Artigos que pune quem pratica tais crimes relacionados ao tráfico de órgãos e tecidos:

Art. 15. Comprar ou vender tecidos, órgãos ou partes do corpo humano:  Ver tópico (288 documentos)

Pena – reclusão, de três a oito anos, e multa, de 200 a 360 dias-multa.

Parágrafo único. Incorre na mesma pena quem promove, intermedeia, facilita ou aufere qualquer vantagem com a transação.  Ver tópico (90 documentos)

Art. 16. Realizar transplante ou enxerto utilizando tecidos, órgãos ou partes do corpo humano de que se tem ciência terem sido obtidos em desacordo com os dispositivos desta Lei:  Ver tópico (82 documentos)

Pena – reclusão, de um a seis anos, e multa, de 150 a 300 dias-multa.

Art. 17 Recolher, transportar, guardar ou distribuir partes do corpo humano de que se tem ciência terem sido obtidos em desacordo com os dispositivos desta Lei:  Ver tópico (102 documentos)

Pena – reclusão, de seis meses a dois anos, e multa, de 100 a 250 dias-multa.

Art. 18. Realizar transplante ou enxerto em desacordo com o disposto no art. 10 desta Lei e seu parágrafo único:  Ver tópico (15 documentos)

Pena – detenção, de seis meses a dois anos.

Art. 19. Deixar de recompor cadáver, devolvendo-lhe aspecto condigno, para sepultamento ou deixar de entregar ou retardar sua entrega aos familiares ou interessados:  Ver tópico (12 documentos)

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Em Brasília, prefeito Jerry defende mais segurança e internet de qualidade na região de fronteira

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O município de Assis Brasil, distante 350 quilômetros da capital Rio Branco, na fronteira com o Peru e a Bolívia, ainda enfrenta grandes desafios por ser a única tríplice fronteira do Acre. O pequeno município não possui internet de qualidade, tem sérios problemas de falta de efetivo para atender as questões de fronteira e sofre com a falta de infraestrutura.

Nesse sentido, o prefeito Jerry Correia integrou a comissão de prefeitos acreanos que viajou à capital federal com agenda marcada no gabinete da presidência. O gestor foi convidado pelo presidente da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), prefeito de Rio Branco Tião Bocalom, para defender junto ao Governo Federal temas relevantes para todos os municípios acreanos.

Em sua fala, Jerry Correia denunciou os descasos das operadores de sinal de internet em Assis Brasil que, segundo o gestor, oferecem um serviço de péssima qualidade e lesam os usuários.

“Não temos internet de qualidade. Uma vergonha para nós que somos uma cidade de fronteira, a porta de entrada do país. Estamos perdendo investidores e mais oportunidades de desenvolvimento”, disse prefeito.

Correia também falou para o Secretário Especial de Assuntos Federativos, Mauro Benedito, da falta de estrutura e de pessoal para atender na alfândega Brasil/Peru. De acordo com o prefeito por falta de efetivo o posto alfandegário não consegue atender o grande fluxo migratório que acontece naquela região de fronteira.

“Precisamos de mais investimentos para melhor receber nossos turistas. São poucos os servidores e precária a estrutura do sistema alfandegário e migratório. Aqui é a primeira imagem do nosso país pra quem entra no Brasil por essa rota. O Governo Federal precisa ter um olhar diferenciado pra essa região”, defendeu o prefeito.

Outro tema defendido pelo prefeito foi a instalação de internet via satélite em todas as escolas indígenas de Assis Brasil. Jerry disse que essa ação vai melhorar a vida dos moradores das aldeias em todos os sentidos, especialmente na educação, tornando possível a continuidade dos estudos de centenas de jovens.

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“Saidinha de banco”: Polícia Civil prende dupla investigada por assalto na Capital do Acre

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Um trabalho investigativo da Polícia Civil do Acre , por meio da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões – DCORE prendeu D.F.D. L. de 40 anos, monitorado eletronicamente em uma residência localizada na Rua Eldorado no bairro Jorge Lavocat.

O investigado e suspeito da prática delituosa de pelo menos 02 roubos de “saidinha de Banco”, valor de R$ 22mil e 19 mil).

No momento da prisão de D.F.D. L. também foi preso em sua companhia o fugitivo da justiça de Boa Vista/RR, B.A.D.S. de 28 anos de idade.

Contra o foragido da justiça consta três mandados de prisão em aberto por crime de roubo, tráfico de drogas e de porte ilegal de arma de fogo, ocorrido no Estado de Roraima.

Os investigados foram reconhecidos por duas de suas vítimas que tiveram seu dinheiro roubado.

Os investigado foram conduzidos a delegacia para procedimento praxe e em seguida colocados à disposição da justiça.

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