Estudantes brasileiros denunciam cobranças de multas da imigração e Interpol na Bolívia

Reunião aconteceu em Santa Cruz e irá acontecer novamente no dia 10 próximo – Foto: Juan Carlos Alexandre Lima, com Juan Carlos – Santa Cruz/BO Uma reunião aconteceu com a...

Reunião aconteceu em Santa Cruz e irá acontecer novamente no dia 10 próximo - Foto: Juan Carlos
Reunião aconteceu em Santa Cruz e irá acontecer novamente no dia 10 próximo – Foto: Juan Carlos

Alexandre Lima, com Juan Carlos – Santa Cruz/BO

Uma reunião aconteceu com a Brigada Parlamentar de Santa Cruz, se reuniu com residente brasileiros para verificar os motivos que estão levando a pagar altas multas SEGIP e Imigração. Na audiência pública, esteve presente representantes dos setores, estudantes e Interpol.

Na ocasião, vários meios foram apresentados por autoridades daquele País, onde demonstram uma parcela de preocupação. Os estudantes alegam que são gratos pela oportunidade que não puderam ter no Brasil, mas, as multas estariam caras.

A direção do setor de imigração, chegou a reconhecer os valores e que os trâmites deveriam durar alguns meses, além do reconhecimento dos ‘selos’ que devem possuir o visto quando entram no País, não ao contrário quando já estão dentro.

Existem registro maus-tratos por funcionários e que estariam ampliando o tempo de trabalho para que seja agilizado o ingresso no País e esses funcionários serão fiscalizados e poderão até ser demitidos.

Para o diretor da Interpol, Coronel Freddy Zárate, destacou que estão quase implementando um serviço de registro biométrico para saber quem entra e saí do País. O serviço poderá ser inaugurado nos próximos dias.

“Todo cidadão estrangeiro que seja vítima ou se sinta amedrontado por maus funcionários, que faça uma denuncia na Interpol ou no consulado e que não fique em silêncio”, disse o militar.

A presidente da Comissão de Política Internacional da Câmara de Deputados, Erika Claure (CN), disse que a falta de informações entre os órgãos, seria uma falência técnica e administrativa que atrasa os trâmites, por isso, os estrangeiros não deveriam pagar multas.

“Os estudantes já denunciaram que durante as blitz realizadas pela Interpol, os documentos são pedidos, e quando comprovam que tudo está em ordem, pedem outros como o carnê da febre amarela como forma de amedrontamento”, disse a deputada.

Enfim, foi informado que no dia 10 de setembro próximo, a Brigada Parlamentar voltará a se reunir com as autoridades mencionadas para buscar uma solução para o problema.

 

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