Da esquerda para direita: Ex-prefeito de Brasiléia, Everaldo Gomes e seu vice, Jorge da Fazenda

Nesta segunda-feira (24), compareceram no Fórum da Comarca de Brasileia os ex-prefeito do município: Everaldo Gomes e Jorge da Fazenda, além dos ex-secretários municipais de Educação na época: Gorete Bibiano, Francisco Lima – vulgo Chiquinho, Cláudia Gadelha e Valdemir da Silva, todos para participaram da audiência de instrução ajuizada pela Procuradoria Jurídica da Prefeitura.

O procurador da prefeitura de Brasileia, ajuizou uma ação de improbidade administrativa contra a ex-gestão de Everaldo Gomes e Jorge da Fazenda, devido a uma emenda no valor de R$ 190 mil reais, que em 2015 era para ter sido aplicado na educação do Município, através do convênio federal ‘Dinheiro Direto na Escola’.

De acordo com o procurador, por omissão e incompetência, os gestores públicos não prestaram conta do recurso, o que resultou na inadimplência municipal. No ano seguinte, em 2016, o município de Brasileia deixou de receber os recursos necessário para manter a educação, acarretando em ter que tirar verbas de outro destino, para suprir o que o procurador considerou como omissão e irresponsabilidade dos ex-prefeitos e demais citados.

Os ex-secretários municipais de Educação na época: Francisco Lima – vulgo Chiquinho, Cláudia Gadelha, Gorete Bibiano, e Valdemir da Silva – Foto/montagem

Quanto aos ex-secretários, muitos acreditam que unindo a falta de qualificação com o troca-troca de secretários a época, pode ter ocasionado um dano maior, onde em um curto período de tempo (quatro subordinados à época), de Everaldo e Jorge da Fazenda que ocuparam o cargo de secretário, alguns deles, sem ter experiência e qualificação para tal cargo.

Um dos ex-secretários de educação, sendo ele Valdemir, se manifestou em sua rede social a respeito do que ele considerou um desprazer de participar de audiências e ficar respondendo o que ele considerou de “perguntas descabidas e descontextualizadas”. Valdemir afirma ainda que a ingerência não foi de sua responsabilidade e tampouco do período em ele foi “gestor”.

A procuradoria entendeu que, é cabível uma ação de improbidade administrativa, por ferir o entendimento da administração pública, legalidade e prestação de contas, além do dano ao erário público. O processo está na fase de diligência, até a posição do poder judiciário local.

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