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Acre

Fãs de Juliette do BBB21 doam máscaras para o Acre em campanha de fã clube

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Juliette com caixas de doações para o Acre (Reprodução/Instagram)

O “Big Brother Brasil 21” acabou há dois meses, mas a força dos fãs de Juliette Freire continua imbatível. Na quarta-feira, dia 07 de julho, os cactos – como é denominado o fã-clube da campeã do reality – doaram mil máscaras PFF2 para o estado do Acre.

Através de sua conta oficial no Twitter, Juliette divulgou o recebimento da doação e demonstrou mais uma vez seu amor aos fãs.

“Eu tenho muito orgulho de vocês”, escreveu a maquiadora.

“E esperamos te dar motivos para se orgulhar cada vez mais”, escreveu uma fã.

“Você é nossa luz. Sempre vem nos dar carinho e mostrar o quanto somos importantes pra você. Saiba que você é tudo pra nós”, disse outra.

Em uma imagem postada no Twitter, foram mostradas sete caixas enviadas após campanha na internet feita pelo fã-clube. Há cerca de um mês os cactos anunciaram que enviariam as máscaras para que as organizações não-governamentais, coletivos e organizações sociais pudessem dividi-las no estado.

Ajuda não para

Outros estados brasileiros também foram beneficiados com a campanha, que atua na prevenção contra a Covid-19. Cerca de 200 máscaras serão destinadas ao Sindicato das Trabalhadoras Domésticas do Acre.

Sindicatos, ONG’s ou outra instituição que tenha interesse em receber os produtos também poderão ser contempladas.

“Se você faz parte de algum sindicato, ONG ou instituição que também m tenha interesse, entra em contato comigo!”, escreveu Gabriel Santos, líder da RAPS, uma rede de ação apartidária que tem o objetivo de disseminar o compromisso com a sustentabilidade e o desenvolvimento sustentável na política institucional.

 



Fonte: Ofuxico / Por: Flavia Almeida

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Redução das queimadas até 7 de agosto é de 53% no Acre, segundo dados do Inpe

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Por Raimari Cardoso

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou, na semana passada, nota comemorando a queda nos focos de queimadas no Brasil no primeiro semestre do ano.

Segundo o MMA, somados, “os biomas apresentaram queda de, aproximadamente, 3,5% em relação ao mesmo período de 2021”.

A queda, de acordo com a pasta ambiental, deveu-se aos esforços do Governo Federal no combate aos incêndios e no aumento do efetivo de brigadistas.

No Acre, a redução, de acordo com os dados do programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), é de 53%. São 491 focos detectados neste ano, até 7 de agosto, contra 1.061 do ano passado.

No entanto, o período mais seco do ano para a maioria dos biomas brasileiros, como Amazônia, Pantanal, Mata Atlântica e Caatinga, quando há maior número de queimadas, é compreendido entre agosto e novembro.

No Acre, em 2021, os meses de agosto, setembro e outubro somaram, respectivamente, 3.185, 3.982 e 1.118 focos de queimadas.

Até o momento, os municípios acreanos com os maiores registros de queimadas são: Feijó (107 – 28% do total); Tarauacá (54 -11% do total); Rio Branco (37 – 7,5% do total); Xapuri (37 – 7,5% do total); e Manoel Urbano (34 – 6,9% do total).

A Reserva Extrativista Chico Mendes é a Unidade de Conservação Federal com o maior índice – são 43 focos, o que corresponde a 64,2% do total. Em seguida estão as Reservas do Alto Juruá, com 11 focos de queimadas e do Cazumbá Iracema, com 8 focos.

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MPAC acompanha instalação de Casa de Acolhida para migrantes em Brasileia e Epitaciolândia

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Brasileia, participou nesta quinta-feira, 4, de agenda com o Ministério Público Federal (MPF), a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), Secretaria de Estado de Assistência Social, Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SeasDHM) e os Municípios de Brasileia e Epitaciolândia, na qual foram pactuadas as responsabilidades para dar início ao funcionamento de uma Casa de Acolhida para migrantes, refugiados e apátridas.

Na reunião, o MPAC foi representado pelo promotor de Justiça Juleandro Martins de Oliveira, que também é membro do Grupo de Atuação Especial em Contextos Migratórios (Gaemig) do MPAC.

“A municipalização do acolhimento institucional de migrantes, refugiados e apátridas na região Alto Acre é um dos objetivos do Projeto Cidadania sem Fronteira, que objetiva fortalecer a rede de proteção social dessa parcela da população em situação de vulnerabilidade”, explicou o promotor Juleandro Martins de Oliveira.

A iniciativa vem ao encontro dos objetivos pactuados em um Termo de Acordo Extrajudicial (TAE), firmado entre o MPAC e as instituições supramencionadas, visando a municipalização do acolhimento institucional de migrantes, refugiados e apátridas.

Na ocasião, foram definidas as responsabilidades quanto a manutenção da Casa de Acolhida por parte das prefeituras responsáveis, bem como a definição das equipes técnicas que irão atuar em seu funcionamento. Foi pactuado, ainda, que a Casa de Acolhida inicie suas atividades na próxima semana.

Ana Paula Pojo – Agência de Notícias do MPAC

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MPAC e instituições avançam na elaboração de fluxo de atendimento a migrantes em Brasileia e Epitaciolândia

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Brasileia, realizou nos dias 4 e 5 de agosto, uma oficina técnica para avançar na elaboração de um fluxo de atendimento para migrantes, refugiados e apátridas, nos municípios de Epitaciolândia e Brasileia.

A oficina foi coordenada pelo promotor de Justiça Juleandro Martins de Oliveira, que também é membro do Grupo de Atuação Especial em Contextos Migratórios (Gaemig) do MPAC. O evento teve o apoio do Centro de Apoio de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (Caop DDHC) e foi realizado no auditório da Promotoria de Justiça de Brasileia.

“Foi mais um avanço para a política migratória no Alto Acre, pois cada instituição envolvida pôde dar sua contribuição para a elaboração do fluxo, que está sendo construído considerando as peculiaridades da região”, disse o promotor de Justiça.

O MPAC trabalha para fortalecer o diálogo interinstitucional e definir estratégias de atuação integrada que permitam avançar na implementação de uma política de proteção social aos migrantes, refugiados e apátridas na região do Alto Acre.

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