Mais de 100 pessoas foram detidas nas maiores cidades da Bolívia acusados de causarem desordem nas eleições presidenciais deste domingo (20). Boa parte foi liberada ao longo do dia.

As fronteiras internacionais foram fechadas pelas Forçadas Armadas Bolivianas, como é de costume naquele País durante os pleitos eleitorais.

Evo Morales, no poder há treze anos, tem como principal adversário Carlos Meza. Grupos apostaram no voto “castigo” para tirar Evo do poder mas o atual presidente aposta no voto “seguro” para seguir por mais um mandato.

Os milhares de brasileiros, em geral estudantes de Medicina, seguiram as orientações dos consulados e evitaram locais públicos neste domingo.

Uma estudante relatou que não haviam carros nas ruas apenas pedestres ou ciclistas. “Foi um dia chato e perigoso”, disse.

As autoridades eleitorais relataram “tranquilidade” no pleito eleitoral.

Comentários