Agência de Brasiléia…
Alexandre Lima

A fronteira do Acre, onde se localizam as cidades de Brasiléia e Epitaciolândia, distante cerca de 240km da capital, vem passando por abandono por parte dos órgãos fiscalizadores, no tocante a serviços essenciais como comunicação, energia e bancários.

Não sendo novidade, os serviços bancários oferecidos pelo Banco do Brasil, passa longe quando diz que está ajudando no desenvolvimento do País no qual leva o nome. As cidades de fronteira frequentemente sofrem com a falta de dinheiro nos poucos caixas eletrônicos oferecidos.

Em eventos que reúne centenas de turistas e deveria aquecer a economia local, o Banco do Brasil se nega a ter um serviço de plantão para que não falte dinheiro nos caixas. A exemplo, esse feriado prolongado, os moradores e turistas que vieram passear ficaram restritos aos estabelecimentos que recebem cartão eletrônico.

Outro ponto, fica para as quedas de energia que vem crescendo nos últimos dias. Com o aumento do calor, fica quase que impossível não ter um ventilador ou ar-condicionado ligado dentro de casa.

… e agência de Epitaciolândia deixaram moradores locais e turistas sem dinheiro no feriadão.

Somente nesta semana, foram cerca de três apagões que afetaram quase todo o Acre e parte de Rondônia que são ligados pelo linhão.

Por último, fica para a comunicação via celular e, principalmente internet. A empresa detentora da comunicação no Acre, a Oi, teima em oferecer um péssimo serviço para o Estado sem que seja molestada por quem deveria fiscalizar.

O Ministério Público e Judiciário do Acre, Anatel, Assembleia Legislativa, deputados federais e senadores, pouco fazem para que esses serviços considerados essenciais nos dias de hoje, fique normal para os clientes que pagam e são os primeiros a serem penalizados. Enquanto isso, os desserviços levam prejuízos aos consumidores.

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