Conecte-se conosco

Geral

Gladson diz que apoia polícia e afirma que seus familiares terão que provar inocência: “Nunca usei polícia para perseguir ninguém”

Publicado

em

Segundo o delegado Pedro Rezende, seis pessoas foram presas, dois servidores públicos e quatro empresários, sendo que um morava em Cruzeiro do Sul (AC) e Fortaleza (CE).

Por Marcos Venicios

O governador Gladson Cameli comentou sobre a Operação da Polícia Civil batizada de ““Pratos Limpos” que investiga um suposto superfaturamento na compra de 41 mil sacolões pela secretaria de Educação do Acre durante a pandemia, em 2020. Questionado pelo ac24horas, o chefe do executivo afirmou apoiar qualquer tipo de investigação desde que não ocorram excessos.

“Sou a favor de qualquer investigação desde que não ocorra excessos e obedeça os preceitos da lei. Foi no meu governo que criamos a Delegacia de Combate a Corrupção e foi para isso que ela serve, investigar e apurar o que tem de errado, mas isso dentro da lei e das normas legais. Quando assumi o governo procurei todas as instituições e a minha gestão é transparente, tanto que esse tipo de situação, operação, não recebe tratamento político. Eu deixo a polícia à vontade. Eu defendo a legalidade, estou convocando mais policiais. Eu nunca usei a polícia para perseguir ninguém, A, B ou C. A única coisa que defendo é que não ocorra excessos”, disse.

Cameli afirmou que não vai proibir nenhuma ação, mas que não condenará ninguém precipitadamente. “Eu não vou fazer prejulgamento e destaco que também não quero excessos. Para mim quem faz excessos tem a mesma culpa de quem pratica uma coisa ilícita por não está respeitando a constituição. Quero enfatizar que confio no professor Mauro e na minha equipe. Só não quero excessos”, argumentou.

Sobre o fato de seus familiares serem alvos da operação, Cameli demonstrou tranquilidade e afirmou que caberá a eles se explicarem e provar a inocência no caso. “A família Cameli é imensa, são pessoas de índole. A própria história mostra e aqui eu vou lhe dizer que são vários empresários. Realmente temos vínculos familiares, mas eu quero dizer algo importante. Eu não posso impedir ninguém a disputar licitação, mas ninguém pode confundir a relação empresarial minha não tem ligação com mais ninguém da minha família. As empresas que sou ligado são do meu pai, a Construtora ETAM, Amazonidas e a Marmude Cameli. Nenhuma delas tem contrato com o Estado. Eu só espero que eles tenham a possibilidade de provar a sua inocência porque são pessoas decentes e sempre trabalharam”, disse.

Cameli ressaltou que o governo deverá avaliar a possibilidade de fazer doações aos necessitados para não gerar problemas. “Agora eu fico receoso de doar um palito porque gera confusão. Por isso que em alguns momentos eu recuei e falei que vou criar o cartão social do Estado, onde eu vou dar o recurso e a pessoa compra”, disse o governador que aguarda a aprovação do orçamento geral da União para efetivar o cartão. Segundo ele, mais de 600 famílias serão beneficiadas com auxílio governamental de R$ 110 durante alguns meses.

Empresários alvos de operação

Os empresários Assem Cameli, dono do supermercados AS, e Manu Cameli, proprietário da rede de Supermercados Cameli, foram alvos da operação “Pratos Limpos”, deflagrada nesta sexta-feira, 12, pela Polícia Civil. Eles são primos do governador Gladson Cameli e tiveram suas casas e empresas sob cerco policial para realização de buscas e apreensões.

A ação tem como alvo a compra de 41 mil cestas básicas supostamente superfaturadas no período da pandemia de covid-19, em 2020. Segundo informações da polícia, foram compradas 41 mil cestas básicas pelo preço de R$ 94,54. O valor total supera os R$ 3,2 milhões e supostamente seria superfaturado por meio de uma dispensa de licitação.

Segundo o delegado Pedro Rezende, seis pessoas foram presas, dois servidores públicos e quatro empresários, sendo que um morava em Cruzeiro do Sul (AC) e Fortaleza (CE). Foram apreendidos veículos e colocadas 10 contas bancárias na mira da justiça.

Outro empresário de Cruzeiro do Sul que também foi alvo da operação foi Antônio Tomé de Melo Junior, dono da Distribuidora Crystal. Os três empresários prestaram esclarecimentos durante a manhã na delegacia de Cruzeiro do Sul e foram liberados logo em seguida.

Comentários

Geral

Homem em posse de faca, agride irmã, esposa e a própria mãe em Cruzeiro do Sul

Publicado

em

Mais um caso de violência doméstica foi registrado em Cruzeiro do Sul. Na manhã desta quarta-feira (06), um homem agrediu a mãe, a irmã e a esposa no bairro da Cohab.

De acordo com informações da Polícia Militar, ele estava sob efeito de bebidas alcoólicas e, possivelmente, entorpecentes. O agressor se trancou sozinho em um quarto portando uma arma branca.

O grupamento tático da PM fez a intervenção com uso de uma arma de condutividade elétrica e a situação foi controlada.

O homem foi encaminhado para a delegacia, sob a acusação de violência doméstica.

Comentários

Continue lendo

Geral

ACRE: Equipes de Atenção Básica realizaram 2,9 mil consultas de pré-natal com seis ou mais atendimentos por gestante em 2021

Publicado

em

Incentivo financeiro será feito em sete parcelas via Regiões de Saúde do Alto Acre, Baixo Acre e Purus e Juruá e Tarauacá/Envira Reportagem Thiago Marcolini portal Brasil 61

 

Reportagem  portal Brasil 61

Mesmo com pré-natal disponível pelo SUS em todas as regiões do estado, quadro de mortalidade materna e infantil deixa autoridades de saúde em alerta

Para prevenir e detectar precocemente doenças em gestantes e bebês, o Ministério da Saúde recomenda que as mulheres façam  ao menos seis consultas de pré-natal durante a gravidez. .
No estado do Acre, as equipes de Atenção Básica realizaram 2,9 mil atendimentos médicos que englobam essa quantidade mínima, entre janeiro e dezembro de 2021.

Em todo Brasil, foram feitas 407.9 mil consultas de pré-natal no recorte de seis ou mais por gestante, no mesmo período. Os dados são do Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (Sisab).

Ainda que a assistência esteja disponível pelo SUS em todas as regiões do país, o quadro de mortalidade materna e infantil é uma preocupação das autoridades de saúde. Isso porque, segundo o Ministério da Saúde, grande parte dos óbitos ocorrem durante a gravidez ou por complicações durante o parto, sendo que 90% das causas, como hipertensão, hemorragia e síndromes infecciosas, são consideradas evitáveis com atenção à saúde precoce e de qualidade.

“O Ministério da Saúde acredita que a mortalidade materna é uma tragédia social sem precedentes. A perda de uma mãe significa a desestruturação total do núcleo familiar. Há uma frase que a gente veicula [em campanhas educativas] que diz o seguinte: ‘A cada mulher que morre, há uma família que sofre, uma comunidade que fica mais fraca e um país que fica mais pobre”, afirma a ginecologista, obstetra e diretora do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPES), Lana de Lourdes Aguiar.

Com o propósito de reverter essa situação, o Ministério da Saúde vai investir, em 2022, mais R$ 624 milhões ao financiamento atual de R$ 977 milhões para reestruturar a rede de saúde materna-infantil brasileira. Na avaliação das autoridades de saúde, aprimorar a assistência oferecida da Atenção Primária à Atenção Hospitalar, desde o fortalecimento das maternidades até a criação dos ambulatórios de assistência a gestantes com alto risco para complicações, assegura à mulher o direito ao planejamento familiar, ao parto e ao puerpério e, às crianças, o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.

Garantir atendimento humanizado e mais próximo possível do cidadão, lembra Lana, é responsabilidade compartilhada pelo governo federal com estados e municípios. “O enfrentamento da mortalidade materna é uma causa dos gestores nas três esferas de governo, bem como de toda a sociedade. Aos estados e municípios cabe a organização da rede de atenção materna e infantil, de modo a atender as necessidades das gestantes e puérperas, ofertar acesso ao pré-natal de qualidade, à atenção ambulatorial e à atenção hospitalar”, ressalta a diretora do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.

Benefícios do pré-natal

O pré-natal segue um protocolo para monitoramento da saúde da gestante e do bebê. Inclui anamnese (histórico de sintomas narrados pelo paciente sobre determinado caso clínico), exame físico e análise de exames laboratoriais e de imagem. Como o acolhimento é um dos eixos e diretrizes da Política Nacional de Humanização e de Atenção Obstétrica e Neonatal do Ministério da Saúde, os profissionais de saúde preparam as mulheres para a maternidade por meio de orientações sobre hábitos de vida e higiene pré-natal, conversam sobre a importância de manter o estado nutricional apropriado e sobre o uso de medicações que possam afetar o feto ou o parto. As consultas também tratam das manifestações físicas próprias da gravidez, servem de apoio psicológico para as futuras mamães e são um momento importante para a gestante tirar dúvidas e dividir preocupações e experiências.

“Não só financiamos as ações, como também estabelecemos diretrizes e orientações técnicas para o desenvolvimento de todas elas. Um dos nossos indicadores de desempenho é o pré-natal das gestantes. Há instrumentos e material de orientação para que as equipes se organizem e possam oferecer um bom cuidado, desde o necessário do ponto de vista de equipamento até a conduta clínica, ou seja, como tratar as patologias, doenças, como prevenir e reabilitar para esses dois grupos: mulheres e crianças”, detalha a diretora do Departamento de Saúde da Família (DESF), Renata Maria de Oliveira Costa.

“Queremos evitar que crianças fiquem órfãs, quando perdem a mãe na hora do parto, e que mães não percam seus filhos por conta de uma morte infantil que seria evitável se tivesse o cuidado adequado”, completa.

Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde: gov.br/saude. Ou entre em contato com a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), pelos telefones (68) 3215-2670 e 3215-2619.

Comentários

Continue lendo

Geral

Mulher é morta a facadas, degolada e tem corpo jogado em quintal

Publicado

em

A Polícia Civil de Plácido de Castro, município distante 95 quilômetros da capital acreana, atua elucidação de mais um feminicídio ocorrido na região de fronteira. A vítima, Tamires Rodrigues, 31 anos, foi assassinada a facadas e degolada, supostamente na madrugada desta quarta-feira (6).

O corpo foi deixado no terreno da casa onde a mesma morava no bairro Manchete e removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Rio Branco.

De acordo com as informações da polícia, Tamires já tinha cumprido pena no presídio da capital e gozava de liberdade no regime aberto. Era mãe de uma filha de 2 anos e morava sozinha numa casa alugada.

Por volta de 6h da manhã de hoje, um vizinho percebeu que a mesma estava caída no quintal da casa onde morava e descobriu que a mesma estava morta.

A Polícia Civil avisada do ocorrido e constatou que o cadáver apresentava várias perfurações de arma branca e tinha sido degolada.

A motivação para um crime tão violento ainda é desconhecido pela polícia.

Comentários

Continue lendo

Em alta