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Dezembro ficará na história do desgoverno petista no Acre: corte de salários de policiais militares e bombeiros, suspensão de pagamentos de plantões extras dos trabalhadores da saúde, calote nos empresários e fornecedores (até de combustíveis, pondo em risco as operações contra a criminalidade). Nem mesmo os estagiários recrutados das universidades para conhecimentos práticos (condição para conclusão de cursos superiores) viram a cor de seus salários.

Não bastasse tanto desmando, eis que, de dentro do calabouço da Casa Rosada as trêtas entre aliados governistas se encarregam de minar ainda mais a combalida gestão do médico que abandonou a causa dos excluídos.

Um assessor governista expôs o que pode ser mais um escândalo envolvendo nepotismo e privilégios financeiros no serviço público.

O alvo: o também jornalista Leonildo Rosas, porta-voz de Viana. A postagem fala por si, e a motivação da “arenga” entre os dois é pano pra manga até dezembro de 2018.

Instigado a explicar a crítica, o jornalista diz que falará judicialmente. e que o governador é “homem bom” e classifica Leonildo Rosas de “trânsfuga” -soldado ou militar que, em tempo de guerra, deserta das fileiras do exército de seu país e passa a servir no exército inimigo; desertor. Ou, ainda, aquele que deixa o partido político a que estava filiado para se filiar a outro.

Se dignará a secretária de Comunicação, Andréa Zillio, a explicar o que está acontecendo?

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