Servidores se reunirão novamente na segunda-feira para pressionar o governo

Gina Menezes, da ContilNet Notícias

Uma comissão formada por servidores e representantes dos sindicatos da rede estadual de educação se reuniu com o secretário de Articulação Institucional, Francisco Nepomuceno, o Carioca, e com o secretário de Educação, Marco Brandão, na tarde desta sexta-feira (19), para tratar da greve da categoria.

Servidores da educação devem se reunir novamente em frente ao Palácio Rio Branco na segunda/Foto: Selmo Melo/ContilNet
Servidores da educação devem se reunir novamente em frente ao Palácio Rio Branco na segunda/Foto: Selmo Melo/ContilNet

Os servidores cobram 20% de reajuste salarial, realização de concurso público efetivo, reformulação da lei de gestão e dedicação exclusiva aos professores do 6º ao 9º e em ensino médio, em caso de haver carga horária disponível, piso salarial e carga horária de 30 horas para os professores de contrato temporário por 24 meses ininterrupto, prorrogável por mais 24 meses.

Em nota, o governo do Estado diz que negocia com os servidores de forma democrática e responsável, e que nunca se furtou ao diálogo.

“A Secretaria de Estado de Educação e Esporte informa que o governo do Acre negocia com a categoria de maneira democrática e responsável. Nesta sexta-feira, 19, conforme solicitado, foram mais uma vez ouvidas as reivindicações do processo de negociação, que começou há alguns meses. O governo nunca se furtou de dialogar e tem apresentado os encaminhamentos possíveis de serem adotados nesse momento, sempre honrando os compromissos pactuados”, diz a nota.

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A presidente do Sindicato dos Professores da Rede Publica do Estado do Acre (SinproAcre), Alcelene Gurgel, confirma a informação do Palácio Rio Branco. Segundo a sindicalista, desde maio que o governo está dialogando com os sindicatos,  mas sem chegar a um acordo definitivo com a categoria..

“Os professores estão preocupados em fazer greve e comprometer o ano letivo que já foi prejudicado devido à enchente que afetou o Estado nos primeiros meses do ano. Tem um grupo, que são aqueles que participam das assembleias, que decidiu pela greve”, conclui a nota do governo.

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